17.1.06

A direita conservadora









Já nas bancas.

A direita liberal

Está tudo igual por cá.

Juro-vos que ouvi ontem o Sr. Isidoro de Câmara de Lobos garantir-nos que o melhor candidato para defender os interesses dos pescadores era o Dr. Manuel Alegre porque ele praticava pesca desportiva e era consequentemente um pescador amador. Juro-vos do fundo da alma e do meu coração, que ouvi isto. E é verdade: eu também não queria acreditar.

As eleições

A coisa aproxima-se do fim e está cada vez mais enfadonha. Não consigo ver na televisão nada que já não tenha visto e nenhum candidato é autenticamente capaz de inovar em algum sentido. A campanha caiu por isso no limite do absurdo com o evidente desespero à esquerda e com uma necessidade muito forte de se conter (para não responder aos ataques directos) à direita para evitar escorregadelas ou qualquer lapsus linguae que comprometa a preciosa vantagem arrecadada. Destas eleições retira-se uma mensagem forte, talvez a mais importante de todas: as campanhas e as pré-campanhas estão totalmente desenquadradas dos tempos contemporâneos sendo exercícios práticos de masoquismo e de profundo cansaço para todos, durando demasiado tempo. As campanhas são, por isso, longas, ineficazes e transformam-se amiúde num coliseu onde não se pode esperar – a não ser os imprevistos naturais da campanha que rapidamente se transformam em notícias de abertura como a pretensa agressão a Soares ou a estupefacção de Cavaco perante as declarações de Santana – nenhuma ideia. Assim, para além das promessas de enorme patriotismo e amor à Pátria, todos os candidatos prometem essencialmente o mesmo: atenção, ajuda ao governo, propensão para ajudar a sair da crise, trabalho, vigilância, empenho e outras coisas do género. Nada de substancial. Nada de concreto. Logo, o contacto com o povo torna-se numa manifesta demonstração de força onde cada um tenta atrair para si o maior comício, o maior jantar, a maior arruada, o melhor expontâneo popular, que transmita, a quem vê e a quem sente, uma imagem positiva da sua campanha. Depois muito se joga nos jornais e nas sondagens decisivas para a orientação do voto e para a manutenção de uma moral elevada entre as hostes que criteriosamente preparam os dias diabólicos e porventura desumanos de cada um dos candidatos, alimentados a vitaminas. Mas isso são contas de outro rosário que ficarão para uma próxima oportunidade.

16.1.06

Bem feito

A RDP resolveu fazer um frete e arranjar um debate à última da hora. Cavaco não vai. É bem feito.

O Fiel Jardineiro

Só ontem vi "O Fiel Jardineiro". E o mínimo que posso dizer é que o filme é muto bom. A um excelente argumento juntam-se boas interpretações de Ralph Fiennes e de Rachel Weisz e uma realização soberba do brasileiro Fernando Meirelles (fotografia saturada, uso da câmara ao ombro, abordagem crua e documental, à semelhança de "A Cidade de Deus"). Muito bom, de facto.

15.1.06

Aclamação do Rei D. Carlos I

Restauradores

Este meu amigo Trabalho no ANIM- Arquivo Nacional das Imagens em Movimento. Trabalha com películas. Deve ter encontrado isto um dia destes.
O que posso dizer. É um óptimo exemplo de como o tempo acaba por dar valor ao inútil.

Ponte 25 de Abril



É um presente de um amigo que recebi no Natal de 2005.

Como só agora abri a caixa de correio. Uma que tenho - "género contentor de 20 pés", é que encontrei esta preciosidade.

Ainda por cima é da cidade (com todas as letras) mais bonita do Mundo. Também só conheço duas ou três, mas Lisboa tem um facascínio especial.

13.1.06

Encontro de weblogs

Interessante. Via Ponto Media.

Vencedores

Medeiros Ferreira diz, aqui, que não será fácil desembaraçar-se de Soares nestas eleições. Creio que se engana. Se há vencedores nestas presidênciais são aqueles que, mesmo no interior do PS, queriam "matar" definitivamente Soares e 0 "soarismo". A ala liderada por Sócrates está, assim, na primeira linha dos vencedores de 22 de Janeiro.

Ah ganda Portugal!

"Portugal já não é o único Estado-Membro da União Europeia que não tem um centro de recursos e divulgação da música nacional".

No sítio do Instituto Camões a notícia do lançamento do Centro de Informação da Música Portuguesa começava assim.

Eu também

Aproveitando a confusão que por aí anda, eu anuncio que também quero um campo de golfe. Com relva e buracos. E arranjo uns terrenos e tudo. Tenhos uns amigos na área, e isso...

11.1.06

Escolha

A vingança merecida ou o regresso da má moeda? O fim ou o inicío? Escolha você.

A cidade é bonita


A cidade é bonita. Fotografias recebidas por e-mail e assinadas por Tomás Coelho.

Vicente

Não gosto de Vicente Jorge Silva e isso é ponto assente. Mas de vez em quando o homem tem boas tiradas. Hoje, no Diário, afirma que era impossível, em 2006, na Madeira, fazer um jornal como o Comércio do Funchal. E mesmo que alguém avançasse com o projecto, o períodico jamais teria 4.000 leitores, números atingidos nos primeiros anos da década de 1970, em plena ditadura.

Jornalísticamente, era possível dar andamento a um jornal com as características do CM. Estou radicalmente em desacordo com Vicente Jorge Silva quando ele diz que actualmente existem mais constrangimentos que na década de 1970. Mas concordo com ele quando afirma que um "novo" Comércio não conseguiria ter 4.000 mil leitores. Não por falta de qualidade ou de interesse. Mas sim pela falta de público motivada pela modorra em que vimos caindo.

10.1.06

Inovar às Nove

Recentemente, a RTP-M inovou. E no Jornal das Nove colocou uma apresentadora de programas a fazer um directo, como se de uma jornalista se tratasse. Não consta que o Sindicato do sector tenha tomado uma posição em relação ao ocorrido. O que seria de esperar face a posturas assumidas pela organização sindical há poucos dias em situações que, na minha opinião, são de menor gravidade

Eu percebo a falta de meios humanos e técnicos da televisão da Madeira. Nada me move contra esta, ou contra direcções anteriores. E reconheço até o esforço que vem a ser feito para melhorar o produto oferecido aos telespectadores. Mesmo assim, entendo que há confusões que devem ser evitadas. E que tudo deve ser feito para manter perceptível a fronteira entre jornalismo e entretenimento.

Entendo também que é importante assumir uma postura mais firme face às imposições dos centros de decisão em Lisboa e Porto. É que os poucos meios que terão com certeza servido para justificar o inovador directo, justificariam também uma tomada de posição forte em relação à duplicação de equipas de reportagem em certos acontecimentos.

As visitas dos candidatos presidenciais são, normalmente, acompanhadas por jornalistas da Madeira e de Lisboa ou Porto. E, curiosamente, muitas vezes as equipas que vêem do continente limitam-se aos directos da praxe para o Telejornal, deixando a elaboração das peças que serão apresentadas nos blocos seguintes (24 horas, Jornal da Tarde do dia posterior) aos pobres "correspondentes" de cá (aconteceu, por exemplo, na visita de Manuel Alegre).

A RTP esquece-se de que os profissionais que estão na Madeira são jornalistas de corpo inteiro. Com capacidade mais do que suficiente para cobrir qualquer acontecimento que ocorra na Região ou até mesmo fora dela. Seria importante que a direcção da RTP-M "lembrasse" isso mesmo em Lisboa, contribuindo para motivar uma redacção pequena, com excelentes profissionais, tantas vezes maltratados de forma injusta.

De chorar a rir

Pelas asneiras que nelas se escrevem, as cartas do leitor do Diário põe-me, quase sempre, de bom humor. Hoje, uma senhora revoltada protesta contra os gatos e contra quem gosta de gatos. É de chorar a rir...

9.1.06

Mr. Morales

O novo presidente da Bolívia já anda por aí em faustosas visitas de Estado. Depois da Espanha, segue-se a China, pátria (ele próprio o confessou) de um dos seus ídolos de infância e da idade adulta: Mao Tsé-tung (ou Mao Zedong para os íntimos). Desconheço se Morales desembarcará com a t-shirt do Che, um conhecido assassino, e se fará pelos seus lados o mesmo que Mao fez pelos dele: ou seja, uma revolução cultural. Mas espero, já que se afirma adepto de tão insigne e luminoso líder político, que à saída peça desculpa às famílias dos 40 milhões de mortos que o Sr. Mao deixou na história. Não lhe ficava mal.

António Barreto

No artigo de ontem (sem ligação para não pagantes), um belo exemplo de como a promiscuidade entre política e negócios continua a minar a credibilidade (já de si mínima) dos políticos.

Piada do dia

As contas da Diocesse do Funchal são transparentes, diz D. Teodoro de Faria.

Centralismo e centralistas

O presidente da Câmara da Calheta veio recentemente falar sobre a Casa das Mudas. Para dizer, basicamente, que os críticos da localização do Centro das Artes são uns "centralistas".

Os argumentos foram os clássicos:

- a Calheta fica a 20 minutos do Funchal (e já agora, de autocarro a quantos horas fica?)

- Os "intelectuais d0 Café do Teatro" (a designação não é má, é repetitiva) são centralistas.

- O número médio de pessoas que visitam as exposições na Casa das Mudas é mais alto do que o número médio de visitantes das exposições que se realizam no Funchal.

- Por último, deu o exemplo de Bilbau. O mais óbvio quando se discute estas coisas, esquecendo-se de que Bilbau é a capital de uma província espanhola e que tem cerca de 500 mil habitantes e que fica na "encruzilhada" de dois países, França e Espanha (três, se quisermos contar com Andorra) e que tem um Aeroporto Internacional maior que o da Madeira.

Pois é. A Calheta fica a "20" minutos do Funchal. Mas será que o Funchal não fica a "20" minutos da Calheta? As vias-rápidas só estão abertas num sentido?

Centralismo e centralistas? Falar em centralismo numa terra com 200 e tal mil almas e com meia dúzia de quilómetros quadrados e com boas acessibilidades é, no mínimo, rídiculo!

O número médio de visitantes é superior. Isto é factual ou faccioso? Há estudos que o comprovem ou é o "olhómetro" a funcionar?

É inegável que a Casa das Mudas tem qualidade. Mas é também inegável que está no sítio errado. Porque a esmagadora maioria da população da Madeira vive, essêncialmente, em quatro concelhos, Funchal, Santa Cruz, Machico e Câmara de Lobos. E porque 90% da população flutuante (leiam-se turistas) da Região está nesses mesmos concelhos. E numa época em que, em todo o lado, se fala em facilitar o acesso à cultura, aqui colocam-se obstáculos.

Nem se pensou, por exemplo, em criar uma linha de "shutle-bus" para a Calheta. Em facilitar a vida a milhares de madeirenses que não têm transporte próprio (exemplo máximo são os estudantes do secundário, que se vêem privados de ver as exposições e os espectáculos, a não ser que as escolas organizem "passeatas", o que a a acontecer, acontece uma vez por ano).

A questão da localização não é de somenos importância. É fundamental quando se pensa na implantação de bens culturais. Particularmente numa ilha onde é fundamental (a repetição é propositada) promover o acesso à Cultura.

Por último, ninguém duvida que o arquitecto Ricardo Velosa tem competência mais do que suficiente para liderar o aprojecto. É um homem sério e profissional. Que tem imprimido alguma dinâmica ao (s) espaço (s), faltando apenas, na minha opinião, investimento na área de comunicação. Ninguém questiona a capacidade de "sonhar" de Luís Guilherme, um homem admirável. Por isso, colocar as coisas nos termos em que, por vezes, são colocadas, é mandar areia para os olhos das pessoas. Questiona-se a localização da infraestrutura. Só isso. E já não é pouco.

Ninguém quer que a "coisa" venha abaixo. O centro de artes foi aberto na Calheta e por lá deve ficar. Mas dizer que está tudo bem é persistir no erro. É necessário "aproximar" o Casa das Mudas dos maiores centros urbanos. E isso só é possível com alguma criatividade. Que não tem estado patente nos últimos discursos sobre o assunto. Já agora, era bom que se tentasse não reduzir a Cultura a uma qualquer "guerra" de protagonismos.

6.1.06

Sharon

Sharon é (foi) a prova de que em política é preciso ser-se pragmático, ter visão e saber-se muito bem o que se quer. O seu desaparecimento, temo eu, significará um retrocesso na questão do Médio Oriente, há demasiado tempo em suspenso, numa altura em que o fanatismo continua a proliferar com a conivência de muita gente que julgamos ser inteligente. Sharon representou uma esperança válida e apresentou uma solução capaz para o diferendo israelo-árabe, que convém não menosprezar nem deitar a perder.

Metido num autêntico barril de pólvora, nunca é demais relembrar aos mais distraídos (principalmente a todos aqueles que chamam, absurdamente, bombistas e suicidas aos terroristas sem escrúpulos que andam a matar crianças no Iraque, por exemplo) que Israel é o único país democrático da zona. Apenas um pormenor sempre esquecido e para muitos totalmente irrelevante.

A idiotia

De repente, parece que a intervenção presidencial em assuntos do governo faz sentido. Ainda há relativamente pouco tempo condenava-se a mesma devido às palavras de um dos candidatos à presidência, sempre disposto a arranjar solução para os inúmeros males que por aí abundam e que chateiam constantemente o pessoal.
Como pela boca morre o peixe, o Presidente Sampaio (que ficará na história por um favor feito ao Eng. Sócrates em Dezembro de 2004) encarregou-se de mostrar que está vivo (alive and kicking, como diria o outro) e que a questão Iberdrola não é nem assunto menor nem questão exclusiva do governo. Chateado, o mesmo Dr. Sampaio decidiu chamar alguns dos intervenientes para dizer de sua justiça. Todos os candidatos à presidência gostaram do sermão e da preocupação. Ainda para mais quando a promiscuidade que por aí abunda se encarrega de continuamente enterrar o prestígio (cada vez mais negro e inexistente) da classe política que, pelos vistos, já perdeu toda e qualquer vergonha na cara. Note-se, uma vez mais, que todos os candidatos concordaram com a diatribe do Dr. Jorge Sampaio quando alguns dias antes condenaram veementemente a suposta autoridade e intervenção prometida pelo Prof. Cavaco, inimigo declarado de todos eles.
Afinal em que ficamos? Para que serve um Presidente?

www.milliondollarhomepage.com

Um estudante inglês, à caça de dinheiro mais ou menos fácil que o ajudasse a custear as elevadas propinas inglesas, teve a original ideia de vender cada pixel da sua página pessoal a um dólar. Ora, em cada página de Internet há no mínimo um milhão de pixels. Esse milhão de pixels foi transformado, em menos de seis meses, num milhão de dólares que foi a quantia que Alex Tew, de 21 anos, embolsou com a sua ideia. (O resultado pode ser consultado aqui, já que o Público, que dá a notícia, é só para assinantes.) Como vemos, bastas vezes, as ideias mais simples tornam-se nas mais brilhantes e rentáveis. E este é, não tenhamos dúvidas, um verdadeiro caso de empreendedorismo.

5.1.06

António

Soube hoje que ele morreu.

Um louco



Fotografia de Miguel Carvalhais

Devagar se vai ao longe

Devagar se vai ao longe

Devagar se vai ao longe
se eu fosse monge.
Mas como não sou monge
devagar não vou ao longe
só monge.
Mas como eu também
devagar não quero ir ao longe
por isso também não me fiz monge.
Mas como eu também
não quero que se sonhe
que se ponha em questão
a causa da razão
deste poema devagar se vai ao longe
cujo tema é sobre um monge
então por isso neste caso
já não omisso
faço que se diga com isso
amigo ou amiga
mais vale o prejuízo."

António Gancho

4.1.06

Reuters e blog

Fotografias do ano da Reuters.

Roubado a um blog que não conhecia, mas que vou passar a frequentar.

Desafio



De Evandro Monteiro. Roubada no sítio que vos mencionei.

Olhares.com

Há sítios na net que merecem ser visitados com regularidade. Um deles é, sem dúvida, este.

Para quem gosta de fotografia. E para aqueles que querem partilhar.

No comments

Voltei a conseguir "postar" sem ter de abrir espaço a comentários. Sendo assim..

conspiracaoassete@hotmail.com

World Music



A minha primeira compra do ano. Da Putumayo. Música de compositores latinos e sul americanos menos conhecidos (com excepção dos mexicanos Los de Abajo dos colombianos Aterciopelados).

Do que ouvi, destacaria as canções dos espanhóis Javier Álvarez (Por Qué Te Vás) e Sargento Garcia (Mi Ultima Voluntad) e do francês Kad Achouri (Mi Negra).

Curiosidade

Soares acusou a SIC, e os seus jornalistas, de ser parcial. Estou curioso para ouvir as reacções que se seguirão... Se é que alguém reagirá, o que eu duvido.

Enigma

Berardo aumenta participação no capital social na Tâmega. Candeias às avessas por causa do Centro de Artes da Calheta. O comendador está na berra. Apetece perguntar o que (ou quem) se esconde atrás da... "guerra". Darão os títulos pistas? Eu acho que sim. Mas o "enigma" fica para quem o quiser... "decifrar".

Não é mau

Sem querer pôr em causa a grandeza (ou suposta grandeza) dos "outros", é curioso constar que, os números das televisões referentes à época futebolística 2004-04, agora apurados, dizem isto:

- O jogo mais visto da época foi o Sporting - CSKA, final da Taça UEFA, com 2,847 milhões de espectadores, correspeondentes a 30,1% de audiência.

- O segundo jogo mais visto da época passada foi o Benfica-Sporting, com 2,828 milhões de espectadores em Portugal (29%);

- O terceiro jogo mais visto mais visto na época passada foi a 2ª mão das meias finals da Taça UEFA, entre o AZ Alkmaar e o Sporting, com 2,222 milhões de espectadores;

- O quarto jogo mais visto em 2004-05 foi a 1ª mão da meia-final da Taça UEFA, Sporting-AZ Alkmaar (2,185 milhões);

- O sexto jogo mais visto da época referida foi o Sporting-Newcastle, também a contar para a Taça UEFA, com 2,100 milhões de espectadores.

Não está mau, de facto.

2.1.06

Siga a dança II

É bonita de ver, a guerra entre o Porto e o Benfica, o mais "português" de todos os clubes, que já inclui cenas retiradas de filmes de gansters no Aeroporto de Lisboa. Que siga a dança porque Moretto é nome de guarda-redes vulgar e de personagem menor. Que siga a dança porque o povo gosta e espera pela resposta do Pinto que reina a norte. Que siga a dança porque 2006 promete.

Siga a dança

Foi bonito de ver, Soares, o mais "português" de todos os candidatos, acabar 2005 e começar 2006 a dançar. O homem quer parecer jovem e popular por isso que siga a dança porque a seguir virá um fandango e depois um corridinho e quem sabe se um bailinho. É bonito e o povo gosta. E siga a dança com Sócrates finalmente a ajudar (com um "paso doble", a sua especialidade).

Mais um

E mais um. Agora sobre música.

Blue Lounge

Outro.

BLOPE

Após ter considerado os blogues "instrumentos úteis para pesquisa e aprendizagem", um grupo de professores lançou os prémios BLOPE, que distinguirão, anualmente, os melhores blogues educativos em Portugal e Espanha. Ler mais aqui.

A consultar

Blog a consultar.

Exemplo

Eis um exemplo que mostra a importância de manter sectores estratégicos sob controlo de grupos portugueses, ou mesmo do Estado.