"Reúne sete ou oito sábios e tornar-se-ão outros tantos tolos, pois incapazes de chegar a acordo entre eles, discutem as coisas em vez de as fazerem" - António da Venafro
11.1.08
Que se passa connosco?
Dois dias antes do novo ano a J ligou-me para se despedir. Foi para a América, ao encontro de uma irmã. Não volta. Não encontrava emprego na ilha.
No inicío de Dezembro de 2007 a N fartou-se de ser mal paga. De trabalhar 10 horas por dia e de chegar ao fim do mês sem um tostão. Apresentou a demissão e abalou para França.
Em 2006, e em 2007, vi vários amigos meus fecharem a mala para procurar vida noutros lados. Tal como o D,a J e a N têm formação. Tal como o D, a J e a N não conseguiam encontrar emprego ou ser pagos decentemente por aquilo que faziam.
Que se passa connosco?
10.1.08
País de matraquilhos....again!
Gostaria também de saber o que pensa Almeida Santos sobre esta decisão do governo. É que o perigo de um ataque terrorista às pontes sobre o Tejo coloca-se cada vez com mais acuidade.
Já o disse, já o repeti, já criei um rótulo, mas não me canso de afirmar: tudo isto se passa, apenas temos este governo fantoche e pateta, porque efectivamente somos um país de matraquilhos!
Que bem falam os outros
Daqui
Laico, ou lacaio?
Mensagem ao Rudy
(3% no Iowa?! Já pareces o Garcia Pereira, homem!)
Ainda nos arriscamos a levar em cima (salvo seja!) com a Senhora Clinton.
Ou com um tipo que passa metade do tempo a convencer os eleitores de que é negro. Ou com um mórmon meio fanático.
A gente deste lado esforça-se, ó Rudy, mas parece que a "coisa" por aí tá negra. Vamos é esperar a chegada do circo à civilização. Pode ser que por aí a gente se safe, amigo Rudy.
Nos gostamos do Pinóquio!
A propósito, alguém é capaz de me explicar que ráio é a "ética da responsabilidade", um dos argumentos que Sócrates utilizou para inviabilizar o referendo?
9.1.08
Tratado sobre a mentira
“É essencial”, Outubro de 2004;
“Desta vez tem de haver”, Dezembro de 2004;
“Vai haver”, Fevereiro 2005,
“O Governo defende que a aprovação e ratificação do Tratado deva ser precedida de referendo popular”, Março 2005 (Programa do Governo);
“Mantenho”, Dezembro 2006 (em resposta à pergunta “mantém o objectivo de referendar o Tratado qualquer que seja o resultado deste processo institucional?”);
"O PS tinha um compromisso com o Tratado Constitucional. Agora é o Tratado de Lisboa, que não existia na altura. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. As circunstâncias alteraram-se completamente. É um tratado diferente", Janeiro de 2008.
Mas ele não mente. É Manoelinho, os burros somos nós! Devemos ser...
Informação retirada Mais Évora
Tratado de Lisboa ratificado por via parlamentar
São muitas vozes que ecoam esta decisão, e muitos que não a compreendem nem a aceitam. Uns porque acham que o actual Primeiro-Ministro deveria cumprir uma promessa eleitoral, outros porque são apologistas do referendo popular como forma de debater as questões europeias.
Ora bem, quando Portugal iniciou as negociações e o processo de adesão à então Comunidade Europeia, ninguém quis saber a opinião do povo; quando Portugal recebeu os enormes volumes de transferências financeiras da Comunidade Europeia na década de 90 ninguém se questionou sobre a Europa; a adesão de Portugal à moeda única poderia ter sido sufragada etc...
7.1.08

A próxima conspiradora é uma mulher.
Chama-se Teresa.
Está fora da Madeira e é a partir de agora, o nosso olhar feminino, na CONSPIRAÇÃO.
Miguel Fonseca
Assim sendo, não posso deixar de estranhar toda esta trapalhada em que está metido, relativamente a uma hipotética candidatura à Câmara Municipal de Santa Cruz, pelo PS-Madeira. Mas não tenho qualquer dúvida que se isto tudo não deriva de uma série de mal-entendidos e interpretações difusas e se alguém está efectivamente a mentir, não será, com toda a certeza o Miguel Fonseca.
Pela amizade que nutro por ele, entendi que deveria manifestar aqui a minha solidariedade. Até porque o Miguel foi alvo de um ataque canalha e ignóbil, numa carta do leitor do DN-Madeira, por um tal Andrade que desconfio ser um pseudónimo de algum ressabiado dentro do PS-Madeira!
PS - Não tendo nada a ver com o caso, acho sinceramente que o Miguel Fonseca tem qualidade para disputar e ocupar qualquer cargo político na Região (bem mais do que muitos dos instalados). Entre eles, naturalmente, o de presidente do executivo santacruzense. Não tenho dúvidas que seria um óptimo candidato e um melhor presidente!
6.1.08
FODA-SE......

O filme foi uma surpresa. É uma espécie de lufada de ar fresco no cinema português, e não me refiro ao efeito Soraia Chaves.
Ela é genial.
Não há uma única cena, plano, onde a actriz não esteja à altura do desafio. Soraia tem variações de humor e de interpretação fantásticas.
Ela é em Call Girl uma PUTA. Ponto parágrafo.
Se o olhar for romântico, então é a Marilyn Monroe à portuguesa.
Sem ela Call Girl não é nada.
O argumento está esgalhado e os diálogos são curtos, grossos e de uma extraordinária beleza feia.
A realização não falhou, mas caso fosse mais arrojada, Call Girl faria inveja a qualquer película Americana. Considero que faltou atrevimento a Pedro Vasconcelos na rodagem de alguns planos. Call Girl pede uma linguagem visual mais intensa.
Gostei do pormenor à Hitchcock, no final do filme, em que o realizador assina o trabalho.
Depois de um atribulado fim de 2007, entrei em 2008 de forma serena.
No primeiro dia do ano, assisti ao concerto da Orquestra Clássica da Madeira. Para o grupo de músicos e para o criativo maestro, os meus parabéns. Foi um agradável momento. Sobretudo, para quem como eu, transforma os pormenores da vida em grandes momentos.
4 dias depois, 5 de Janeiro, foi a vez de Call Girl.
Esquecimentos
Já por diversas vezes afirmei que à mulher de César não basta ser séria, é preciso parecer. E este é mais um caso que não parece nada sério. O Rui aproveita-se das críticas do líder da Quercus à política para o litoral (ou falta dela) do Governo Regional, para elogiar (o que em casa própria parece sempre mal, mas adiante que esta é uma questão de chá) João Carlos Gouveia e a acusação feita ao Procurador da República pelo PS-Madeira, sobre alegados indícios de corrupção.
Em primeiro lugar, é desonesto porque interpretações distintas a planos de ordenamento não implicam obrigatoriamente procedimentos criminais. Em segundo lugar e mais importante ainda, é que Helder Spínola, dirigente da Quercus é irmão de Vitor Freitas, Vice-Presidente do PS-Madeira e líder da sua bancada parlamentar à Assembleia Legislativa Regional. E estes são factos que Rui Caetano esqueceu de enunciar e que são importantes para a interpretação do seu texto, por parte dos seus leitores. Omitiu uma informação relevante, que poderia fazer ruir a sua teoria. É desonesto por parte de Rui Caetano.
PS - Curioso este esquecimento (estou certo que não passou disso, porque a relevância da informação é por demais evidente), num momento em que outros socialistas madeirenses dissertam tanto sobre a qualidade dos profissionais de comunicação social madeirense.
Por mim estou convencido de que tudo isto não passa de um flop e que o mito neoliberal de que a economia livre liberta ruirá em breve!
Quanto à questão de um novo canal, veremos a quem serve e em que altar será feita a adoração.
5.1.08
Equívoco
Para além disso, continuo a insistir que o ser humano tem uma forte dimensão religiosa (não apenas espiritual). A manifestação desta religiosidade nada tem a ver com a Ética: é, na minha opinião, de foro ontológico. É uma característica do Homem e faz parte da sua razão de ser. Neste sentido, a perda desta religiosidade - e na minha opinião, o ateísmo é uma forma de anular esta dimensão - amputa o ser humano. Torna-o menor. E por isso, é um dos maiores dramas da humanidade.
Não nos esqueçamos, ainda, que D. José Policarpo é o "líder" da Igreja Católica portuguesa. Não é líder de uma associação de cariz social, não é um político, não é elemento de um conselho deontológico. É um Homem de Fé, que numa homilia fala para a sua comunidade. Assim sendo, parece-me que toda esta pseudo-polémica nasceu de um equívoco, não restando muito mais a acrescentar!
Zapping
A questão é muito simples. O país não gera, neste momento, riqueza suficiente para um quinto projecto de televisão, concorrente da SIC, TVI, RTP (e RTP2). O destino é que uma das actuais "estações" feche. Era mais honesto e politicamente correcto o actual governo dizer que encerrava a RTP2. Dos quatro canais é o mais frágil. Durão Barroso, através de Morais Sarmento, foi mais corajoso.
Agir, assim é mau. Muito mau para os operadores que estão no mercado e para os que, não estão, mas tencionam entrar.
Na década de 90, era matemático que iriam nascer televisões regionais como cogumelos. A CNL falhou, no Porto a experiência local foi engolida pela RTP (actual RTPN) para não falar dos canais locais que nunca saíram do papel.
Agora vem este governo, a pedido não sei de quantas famílias ricas, de Portugal e do mundo, abrir uma quarta licença de televisão de sinal aberto. Não é bom para ninguém. A SIC, a TVI e a própria RTP vão ser obrigadas a dividir por mais um, o já magro orçamento da publicidade. Alguém vai pagar a factura desta má decisão.
De certeza que não vai ser quem decidiu.
31.12.07
2008
Dizer-te ADEUS.
Perdi a esperança, mas não esgotei a capacidade de olhar em frente. Para ti e para mim, um FELIZ 2008.
30.12.07
A Ilha do Dia Antes
29.12.07
27.12.07
Desígnios para 2008
Eu, por exemplo, gastei mais 250 euros de gasóleo. Paguei mais 505 euros pela casa, em relação ao ano homólogo.
Só o ordenado é que não cresceu. O meu e o de milhares de cidadãos da minha terra. O desemprego disparou (são agora mais de 8 mil). O principal motor da economia gripou. Foi o governo quem nos últimos 20 anos, derramou dinheiro na economia, através de um forte investimento público. O turismo tenta recuperar o fôlego de outros tempos. Uma vez mais o Sr. Governo foi obrigado a intervir (paga algumas low cost para voarem para cá).
No meio deste deserto, resta-nos a Praça Financeira, mas a Europa e o Estado convivem mal com os paraísos ficais. Há quem diga que tem os dias contados (2011). O descrédito vem de dentro de algumas empresas lá instaladas.
Face aos actuais constrangimentos é urgente repensar o futuro.
Numa terra com recursos naturais limitados, como é o nosso caso, a riqueza ainda são as pessoas. É necessário formá-las. Como? Através de protocolos com instituições externas (portuguesas e estrangeiras). O IV quadro Comunitário de Apoio tem subsídios para esta área, mas considero que não vale a pena gastar o dinheiro com os formadores do costume. Alguns deles já estão em bicos de pé, como é o caso da ACIF, para ensinar. Todos nós conhecemos os nossos quadros técnicos. Todos nós, já fizemos formação e sabemos quem a dá. Com honrosas excepções, são cursos que normalmente não servem para nada. Se há dinheiro, que se invista, de forma a criar riqueza.
24.12.07
Noite do Mercado II
23.12.07
LFM e o Ultraperiferias
Tenho pena que assim seja porque o blog do LFM contribuíu para o salto quantitativo e qualitativo que a blogosfera da Madeira registou em 2007.
Ainda espero que passado este período, que me parece de desencanto, o Luís Filipe Malheiro reconsidere a decisão.
Um rato (que não é cozinheiro)
Mas então nunca ninguém percebeu que a "coisa" ia mal no Banco Comercial Português? Os auditores que andaram pelo BCP em 2005 eram cegos? Vedaram-lhes os olhos, querem ver...
O Dr. Constâncio tem por hábito nunca se justificar. Não se sente obrigado a isso, de facto. E desta vez, vai continuar calado que nem rato, à espera que passe o mau tempo.
O chapéu do Sr. Sócrates
Se é, qual a legitimidade do Governo do Sr. Sócrates para tomar partido por uma qualquer facção entre as que disputam o poder no banco?
A "salvaguarda" do interesse nacional" é um chapéu onde cabe tudo, de facto...
A prenda
Um ser convalescente a caminho da felicidade.
Trabalho para resgatá-la.
Tenciono e quero ser feliz ao teu lado.
Não sei como te chamas.
Nunca vi a cor dos teus olhos, nem observei as curvas do teu rosto.
Apenas sei que existes.
Sinto-o, ainda distante, mas o teu pulsar caminha em direcção do meu.
Juntos seremos uma estrela.
Deixa tudo o que estás a fazer e sai.
Procura-me no infinito que estou, algures, à tua espera.
Trás contigo o teu ser, o teu sorriso. O resto, eu tenho.
Caminha sem medo, rumo ao desconhecido.
A segurança chega depois.
Trás contigo os teus tesouros e não te esqueças do coração.
Noite do Mercado

A ler
De estado de graça, para estado desgraçado!
É, aos poucos a máscara vai caindo. E as instituições voltam a começar a funcionar. Vamos esperar a ver o nos guarda o ano que se aproxima!
Ideias idiotas (passe a tautologia)
Até nem me parceria mal, se não soubéssemos que entregar o ambiente a empresas privadas seria estar a promover a promiscuidade (ou colocar a raposa a guardar as galinhas) - veja-se a vergonha das empresas de certificação de qualidade, que certificam qualquer treta desde que as tranches financeiras sejam feitas a tempo -; se não tivéssemos a experiência de que os transportes não mais eficientes por estarem nas mãos de privados (não têm menos desperdícios), que não são mais eficazes (não prestam um melhor serviço) e que, definitivamente, não mais mais baratos para os consumidores (todos conhecemos as propostas absurdas de aumentos e os pactos que se estabelecem entre empresas). Estaria tudo bem se não tivéssemos conhecimento de doentes postos à porta das clínicas por terem expirado os títulos de seguros (a denúncia é feita pela Ordem dos Médicos) e que estas empresas fogem como o diabo da cruz quando se trata de pagar (não teremos já todos passado pelo martírio que as seguradoras nos submetem para obtermos aquilo que é nosso por direito?!); se não conhecêssemos a falta de qualidade gritante de muitos colégios privados e das empresas de formação (estas então passam certificados a metro, sem qualquer rigor ou exigência).
Portanto, a ideia não é má, se o tecido empresarial português fosse minimamente credível. Mas todas trapaças no BCP (entre outras, que ao nível de aldrabice o BCP não é caso único), demonstra bem a grau de confiança que poderemos ter nas empresas portuguesas. Assim sendo, caro Luís, e que tal se fosses pregar para outra freguesia e me desamparasses a loja?!
21.12.07
O mundo dos números
A Câmara do Comércio apelou à redução da taxa do IVA (13%), para estimular o consumo. Segundo a Associação há comerciantes à beira de um ataque de nervos. A perda do poder de compra dos madeirenses está a fazer estragos na economia.
A explicação é simples. Quando a oferta é superior à procura a tendência é para que os preços baixem. Foi o que aconteceu ao longo de 2007. A inflação estabilizou na casa dos 1%.
É este o argumento que a ACIF também vai usar para negociar os aumentos dos salários para o próximo ano. Já avisou que face ao actual quadro macro económico os salários vão ser alinhados com a inflação. Ou seja, só podem crescer 1,1%.
19.12.07
Bom jantar!
Votos de um bom jantar a todos os bloggers que estarão presentes no convívio organizado pelo Baby_Boy_Swim.Virgens ofendidas
Ora, era só o que faltava um governante não poder processar um comentador (atenção, foi um artigo de opinião), caso entenda que a sua honra foi ofendida. E Baptista-Bastos já é bem velhinho (porque o homem já é velho, não é apenas crescido) para saber que o seu artigo traria consequências, de resto, inevitáveis.
Mas acho especial piada aos paladinos da justiça que aplaudiram a vergonhosa recepção de Paulo Pedroso na Assembleia da República, após a sua libertação, ou que nada tiveram a opinar sobre o processo interposto por José Sócrates a António Balbino Caldeira, do Portugal Profundo, que denunciou toda aquela trapaça da Universidade Independente, mas que agora: aqui-del-rei, que Jardim é um fascista e que persegue os jornalistas.
Como diria o meu bom amigo Gonçalo, bordamerda convosco!
É mais do que legítimo que qualquer cidadão que sinta a sua honra ofendida processe o autor destas alegadas injúrias. Tal como quem as faz, tem que ser coerente e enfrentá-las sem subrefúgios.
PS - Por mim, estaria disposto a ir a tribunal por todos os adjectivos com que já mimei o governo da República. Porque gostaria de repeti-los todos.
Novos blogs
Da lista sairam, por falta de actualização, A Vida de um Maxikeiro, Aberto Até de Madrugada, Jhurnalisto (é pena o Paulo não o actualizar porque na minha opinião era dos melhores), o Mundo de Lady Arwen, Pináculos, Refúgio, Telas Acrílicas, Terra dos xavelhas, Um Dia de Cada Vez e Veleiro à Deriva.
Sei que a esmagadora maioria dos conspiradores (todos, exceptuando eu) teriam preferido uma limpeza mais global. Mas acho que assim tá porreiro.
Acrescentei ainda alguns. A saber:
Docas nas Asas do Desejo
Pérolas Intemporais
O Mundo do meu sonho
Zaragata no Calhau
Urbanidades
Best Of Madeira (Nuno Morna)
Giuditta Russo
Giuditta Russo, uma italiana, foi advogada durante dez anos. Ao longo deste tempo, ganhou todos os processos que defendeu, qualquer coisa como 250, notabilizando-se como uma causídica de sucesso.O feito é notável. Verdadeiramente notável. E ainda mais notável é se soubermos, como acrescento, que a boa da Giuditta Russo nunca frequentou sequer a Universidade de Direito e viveu, todo este período, numa bem montada farsa, ocultando as suas reais habilitações e fazendo-se passar por algo que não era. Ela própria, há pouco tempo, assim o confessou, farta que estava do embuste e perante a dificuldade de um processo mais complexo.
Agora, assim de repente, um político a desempenhar um cargo importante já dava para animar a malta nesta quadra natalícia, marcada pela falta de dinheiro e algum desespero. A Monica Belucci, como é natural, não servia para o papel, mas o Joaquim de Almeida assentava que nem uma luva no mesmo. Afinal, ele tem andado bem longe dos portugueses, vive num outro mundo, tem um ar feroz, é bem parecido e fala bastante bem inglês.
Epílogo de uma festa
No entanto, parece que a festa não acabou bem porque há, claramente, tendências internas inconciliáveis. O número de metros que a água do mar irá subir nos próximos 50 anos ou o número de quilos que o Sr. Gore tem actualmente são apenas alguns exemplos de uma luta fratricida pelo predomínio de uma teoria.
Ainda assim, queria fazer duas pequeninas correcções relativamente ao post inicial sobre este assunto. Primeira: não foram “100 mulheres bonitas”; foram apenas “90 bailarinas”. Segunda: as suites, disponibilizadas acho eu que para as conferências e workshops paralelos, eram 35 e não 30, como anteriormente referi.
Ó Grande Abdallah!
Oh, grande Abdallah! Quão Misericordioso consegues ser! Se não fosse heresia, até te considerava um verdadeiro humanista, ó Abdallah!
Mostrar serviço
Eu, de justiça, percebo pouco. Mas como leigo na matéria, custa-me a entender como é que alguém que é suspeito de semelhantes crimes sai em liberdade após o interrogatório. Na minha opinião, o "pessoal" do norte decidiu mostrar serviço antes de tempo. E não sei se não deu cabo da investigação.
18.12.07
Sabiá
Vou voltar!
Sei que ainda vou voltar
Não vai ser em vão
Que fiz tantos planos
De me enganar
Como fiz enganos
De me encontrar
Como fiz estradas
De me perder
Fiz de tudo e nada
De te esquecer...
Tom Jobim
Sabiá - Chico Buarque e Tom Jobim
Há uma versão genial de Sabiá no disco. Como não a encontrei no You Tube, deixo-vos esta.
Docas nas asas do Desejo
Docas nas asas do desejo;


