Ao contrário daquilo que escreve o Angel, eu concordo em absoluto com a postura de Santana Lopes, ontem, na SIC Notícias.
O critério jornalístico (particularmente nas televisões) é um desgraçado prisioneiro das audiências. Se quisermos, sobrevive quase exclusivamente como figura de estilo. É óptimo utilizar-se o conceito para desculpar todas as idiotices com que se abrem os telejornais, sejam elas o pontapé do "Marco na Marta" - parece ficção, mas creio que alguns de vocês ainda se lembram desta autêntica pérola do jornalismo que abriu um Jornal Nacional da TVI, com direito a psicólogo no estúdio e tudo - um assalto a um banco em Moimenta da Beira que rendeu 150 euros aos "perigosos meliantes", o último episódio da novela ou a chegada de um treinador de futebol ou de uma equipa de basquetebol ou rugby.
Eu não creio que as televisões devam formar. Mas creio que devem informar com um mínimo de qualidade e rigor. O que implica a adopção de critérios jornalísticos que se sobreponham à guerra de audiências. Por definição, o "critério jornalístico" não é aquela "coisa vaga" atrás da qual se escudam os órgãos de comunicação social e os jornalistas para esconderem falhas ou omissões (propositadas ou não).
Se quisermos, e partindo da definição clássica, "critério jornalístico" deverá ter sempre em conta as seguintes condicionantes:
A notícia é:
- Importante?
- Afectará a maioria da audiência?
- É interessante?
- É nova?
- Ocorreu longe ou perto?
- É verdadeira?
- É exclusiva?
- Está de acordo com a política editorial?
Em resumo, a grelha ajuda a perceber que, actualmente, cometem-se muitas idiotices à sombra de qualquer coisa que não é, definitivamente, "critério jornalístico".
Atente-se aos exemplos do "caso Mourinho":
Dois dias depois do despedimento, a RTP abriu o telejornal e dedicou 17 minutos a Mourinho (sem que o próprio tivesse pronunciado uma só palavra). Os 17 minutos incluiram um directo de Londres que nada teve de relevante. Nesse tempo de emissão, não trouxe nada de novo ao conhecimento público. A notícia não era nova, não era exclusiva não afectava a maioria da audiência, em resumo, na grelha acima proposta (e que é consensual entre a maioria dos investigadores clássicos), nunca seria motivo para abertura de Telejornal. Muito menos com 17 minutos de emissão.
Ontem, o treinador chegava ao Aeroporto da Portela. O que era novo? a chegada, só se for. E aquele espectáculo deprimente de "fans" a acenar, a chorar desalmadamente e a dizer alarvidades pela boca fora.
A notícia não era exclusiva (estavam lá todas as televisões). Não era nova. Não era importante. Não afectava a maioria da audiência. Em resumo, não merecia, de facto, um directo.
Falando só de jornalismo, a SIC, e a audiência da SIC, perderia alguma coisa se visse a chegada do Mourinho em indeferido, alguns minutos depois de ter acontecido? Havia algo de tão relevante que obrigasse a um directo? Mourinho ia suicidar-se em público? Ia anunciar a candidatura à presidencia do Benfica? Ia dizer qualquer coisa de novo?
Segundo a definição de "critério jornalístico", o assunto mais relevante do momento a nível nacional serão as "directas" do PSD. Porque a política, quer se queira quer não, afecta a maioria - se não a totalidade - da audiência, sendo por isso interessante. Para além do mais, a entrevista de Santana era um exclusivo, tendo obviamente matéria nova para analisar e ser analisada. Em resumo, preencheria mais entradas da grelha acima colocada, para aqueles que querem fazer uma análise qualitativa.
A atitude de Santana Lopes é assim, à luz daquilo que aprendi sobre jornalismo, perfeitamente legitima e pertinente. Tanto que vai sucitar algum debate. Tal como a resposta de Ricardo Costa.
A mim, caro Angel, o que me deixa "absbélico" é a forma como alguns agentes de comunicação (sejam jornalistas, editores, chefes ou directores) permitem que o Jornalismo se transforme numa espécie de circo, que diverte mas não informa.
"Reúne sete ou oito sábios e tornar-se-ão outros tantos tolos, pois incapazes de chegar a acordo entre eles, discutem as coisas em vez de as fazerem" - António da Venafro
27.9.07
A BIRRA DE SANTANA.
Assisti, em directo, ao triste espectáculo de Pedro Santana Lopes na SIC notícias. Confesso que fiquei, abesbélico, com a reacção do antigo Primeiro-ministro. Tal como eu, julgo que existem muitos portugueses que não reconhecem, que Santana Lopes desempenhou tão importante cargo. As razões para o descrédito são as que o empurraram, e o deixaram cair, da cadeira do poder.
O directo até correu mal para a SIC e para o jornalista que aguardava a chegada de José Mourinho, mas continuo a achar, tal como considerou a Direcção de informação da SIC, que era pertinente interromper a entrevista para dar a chegada do treinador.
Os portugueses dão cada vez menos importância à política. Só os políticos é que não querem ver, ou perceber, que houve uma mudança de paradigma. A confirmação do que acabo de dizer é o triste espectáculo das directas do PSD.
Não tenho dúvidas que os partidos, tal como existem, têm os dias contados. São autênticos sacos de pulgas.
Como se não bastasse, muitos dos políticos existem graças à comunicação social, que os colocou nas luzes da ribalta. Santana Lopes é um bom exemplo. Na hora da verdade, provou que valia zero.
Agora considera-se special one, quando lhe falta estatuto para….
A política será reservada aos homens (e mulheres) bons, tal como já foi num passado não muito longínquo.
O directo até correu mal para a SIC e para o jornalista que aguardava a chegada de José Mourinho, mas continuo a achar, tal como considerou a Direcção de informação da SIC, que era pertinente interromper a entrevista para dar a chegada do treinador.
Os portugueses dão cada vez menos importância à política. Só os políticos é que não querem ver, ou perceber, que houve uma mudança de paradigma. A confirmação do que acabo de dizer é o triste espectáculo das directas do PSD.
Não tenho dúvidas que os partidos, tal como existem, têm os dias contados. São autênticos sacos de pulgas.
Como se não bastasse, muitos dos políticos existem graças à comunicação social, que os colocou nas luzes da ribalta. Santana Lopes é um bom exemplo. Na hora da verdade, provou que valia zero.
Agora considera-se special one, quando lhe falta estatuto para….
A política será reservada aos homens (e mulheres) bons, tal como já foi num passado não muito longínquo.
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26.9.07
A agora, o futuro...
Terminou a odisseia dos Lobos em França. Da forma que era previsível: com quatro derrotas.
Ontem, confesso, estava à espera de mais qualquer coisa. Podíamos ter vencido a Roménia, equipa que só nos é superior fisicamente.
De qualquer maneira, a derrota não ofusca a boa participação portuguesa no campeonato. A selecção foi uma equipa digna, combativa, alegre, corajosa. Tentou, em todas as circunstâncias, discutir o jogo pelo jogo, mesmo enfrentando adversários de outra galáxia (Nova Zelândia) ou de dimensão incomparávelmente superior (Escócia ou Itália). Os "Lobos" conseguiram, sobretudo, fazer com que o país olhasse para um desporto absolutamente fantástico que a paixão pelo futebol ofusca (como a todos os outros, de resto).
Espero que a partir daqui nada seja igual no Rugby português. Os primeiros números são animadores: este ano, milhares de miúdos inscreveram-se nos diferentes clubes do país para practicar a modalidade. Só o Belenenses recebeu mais de 100 novas inscrições.
A Federação conquistou patrocinadores tão importantes como a maior cervejeira portuguesa (title sponsor do próximo Campeonato Nacional), a Peugeot, a CGD (que se empenhou em comunicar o apoio à selecção), entre muitos outros.
Os primeiros jogos do Nacional terão, com toda a certeza, muito mais gente a ver. Tal como os próximos compromissos dos "Lobos".
Esperemos é que isto não se transforme num "amor de Verão", bonito, intenso, mas tão passageiro como o sol quente de Agosto. É agora necessário canalizar todo este apoio, toda esta energia, para a consolidação do número de practicantes e de equipas e para o aumento do público, mantendo sempre o interesse das televisões, verdadeiras "catalizadoras das massas" na modalidade. Para isso, são necessárias estratégias desportivas (que incluem formação de mais e melhores técnicos, árbitros e agentes desportivos) e de marketing correctas. Esperemos que a Federação as tenha. Se as tiver, pode ser que no próximo Mundial voltemos a estar presentes. E desta vez, para ganhar um jogo!
Ontem, confesso, estava à espera de mais qualquer coisa. Podíamos ter vencido a Roménia, equipa que só nos é superior fisicamente.
De qualquer maneira, a derrota não ofusca a boa participação portuguesa no campeonato. A selecção foi uma equipa digna, combativa, alegre, corajosa. Tentou, em todas as circunstâncias, discutir o jogo pelo jogo, mesmo enfrentando adversários de outra galáxia (Nova Zelândia) ou de dimensão incomparávelmente superior (Escócia ou Itália). Os "Lobos" conseguiram, sobretudo, fazer com que o país olhasse para um desporto absolutamente fantástico que a paixão pelo futebol ofusca (como a todos os outros, de resto).
Espero que a partir daqui nada seja igual no Rugby português. Os primeiros números são animadores: este ano, milhares de miúdos inscreveram-se nos diferentes clubes do país para practicar a modalidade. Só o Belenenses recebeu mais de 100 novas inscrições.
A Federação conquistou patrocinadores tão importantes como a maior cervejeira portuguesa (title sponsor do próximo Campeonato Nacional), a Peugeot, a CGD (que se empenhou em comunicar o apoio à selecção), entre muitos outros.
Os primeiros jogos do Nacional terão, com toda a certeza, muito mais gente a ver. Tal como os próximos compromissos dos "Lobos".
Esperemos é que isto não se transforme num "amor de Verão", bonito, intenso, mas tão passageiro como o sol quente de Agosto. É agora necessário canalizar todo este apoio, toda esta energia, para a consolidação do número de practicantes e de equipas e para o aumento do público, mantendo sempre o interesse das televisões, verdadeiras "catalizadoras das massas" na modalidade. Para isso, são necessárias estratégias desportivas (que incluem formação de mais e melhores técnicos, árbitros e agentes desportivos) e de marketing correctas. Esperemos que a Federação as tenha. Se as tiver, pode ser que no próximo Mundial voltemos a estar presentes. E desta vez, para ganhar um jogo!
Saquinho de chocolates (baratos)
Toda esta trapalhada à volta das eleições do PSD só vai fragilizar o partido na figura do actual (futuro) líder, Marques Mendes que, partindo em posição de claro atraso face ao bacharel Sócrates, vê a sua condição piorar mais, mesmo após a previsivel vitória interna.
Razão têm aqueles que defendem que só há um caminho para o PSD: o aparecimento de uma terceira via que nada tenha a ver com o cavaquismo. É urgente que o partido se liberte do fantasma de Cavaco e que esse exercício permita também a eliminação de "barões" e "baronetes" que deste os tempos das maiorias absolutas dividem o PSD em feudos pessoais, que só os beneficiam a eles.
Não sou militante do Partido Social Democrata, por isso nada tenho a ver com o assunto(directamente). Mas é deprimente ver que o único partido que podia ser alternativa a este desastre chamado Sócrates entrou num beco sem saída, sendo agora pior que um albergue espanhol: um simples saquinhos de M&M's.
Razão têm aqueles que defendem que só há um caminho para o PSD: o aparecimento de uma terceira via que nada tenha a ver com o cavaquismo. É urgente que o partido se liberte do fantasma de Cavaco e que esse exercício permita também a eliminação de "barões" e "baronetes" que deste os tempos das maiorias absolutas dividem o PSD em feudos pessoais, que só os beneficiam a eles.
Não sou militante do Partido Social Democrata, por isso nada tenho a ver com o assunto(directamente). Mas é deprimente ver que o único partido que podia ser alternativa a este desastre chamado Sócrates entrou num beco sem saída, sendo agora pior que um albergue espanhol: um simples saquinhos de M&M's.
25.9.07
A culpa é do Cavaco!
O PSD é alvo, demasiadas vezes, de críticas injustas e encomendadas, provenientes da intelligentsia de esquerda que domina os meios de comunicação social nacionais.
Por isso, tento não me deixar influenciar pelos fazedores de opinião, sempre tão hostis ao PSD, recorrendo a outras fontes de informação.
Todavia - e nos últimos anos acontece com demasiada frequência -, às vezes o PSD não só merece a crítica, como também a exige.
É o que acontece com toda esta trapalhada da eleição do próximo líder. Independentemente dos jogos políticos que Luís Filipe Menezes e Marques Mendes possam estar a fazer - que são patetas e suicidários, uma vez que apenas prejudicam os próprios e o PSD -, a verdade é que o partido deveria ter muito bem definidos os procedimentos relativamente às eleições directas. E o facto de ser a primeira vez que se realizam directas no PSD não atenua a trapalhada. Num partido minimamente organizado, com regras de funcionamento claras, não existiriam dúvidas sobre quem poderia ou não votar, sempre tão prejudiciais e potenciadoras da suspeita. E a culpa do processo poder vir a arrastar-se para os dias seguintes ao dia 29 de Setembro, não será do candidato derrotado - seja quem for, nunca se poderá exigir muito mais, ou sequer que ponha os interesses do partido acima dos interesses pessoais, uma vez que ambos já demonstraram não ter capacidade para tal -, será da própria máquina que não soube antecipar e dissipar as dúvidas.
A verdade verdadinha, é que o PSD está à beira da ruptura. Passados 12 anos, sofre ainda do cavaquismo (veja-se que todos os líderes, desde 1995, foram membros dos governos de Cavaco) e do que de pior deixou no partido: uma classe política interesseira que nem profissional soube ser. Aliás, um mal que mina o PS há anos e ao qual o PSD ia resistindo.
Na minha modesta opinião, apenas quando toda esta "tralha cavaquista" (desculpa lá Vicente Jorge Silva, mas a expressão é boa!) estiver arredada da esfera do poder do PSD é que o partido se poderá regenerar e renovar. Porque o que sobra em quadros técnicos de qualidade, falta em oportunidades.
Por isso, tento não me deixar influenciar pelos fazedores de opinião, sempre tão hostis ao PSD, recorrendo a outras fontes de informação.
Todavia - e nos últimos anos acontece com demasiada frequência -, às vezes o PSD não só merece a crítica, como também a exige.
É o que acontece com toda esta trapalhada da eleição do próximo líder. Independentemente dos jogos políticos que Luís Filipe Menezes e Marques Mendes possam estar a fazer - que são patetas e suicidários, uma vez que apenas prejudicam os próprios e o PSD -, a verdade é que o partido deveria ter muito bem definidos os procedimentos relativamente às eleições directas. E o facto de ser a primeira vez que se realizam directas no PSD não atenua a trapalhada. Num partido minimamente organizado, com regras de funcionamento claras, não existiriam dúvidas sobre quem poderia ou não votar, sempre tão prejudiciais e potenciadoras da suspeita. E a culpa do processo poder vir a arrastar-se para os dias seguintes ao dia 29 de Setembro, não será do candidato derrotado - seja quem for, nunca se poderá exigir muito mais, ou sequer que ponha os interesses do partido acima dos interesses pessoais, uma vez que ambos já demonstraram não ter capacidade para tal -, será da própria máquina que não soube antecipar e dissipar as dúvidas.
A verdade verdadinha, é que o PSD está à beira da ruptura. Passados 12 anos, sofre ainda do cavaquismo (veja-se que todos os líderes, desde 1995, foram membros dos governos de Cavaco) e do que de pior deixou no partido: uma classe política interesseira que nem profissional soube ser. Aliás, um mal que mina o PS há anos e ao qual o PSD ia resistindo.
Na minha modesta opinião, apenas quando toda esta "tralha cavaquista" (desculpa lá Vicente Jorge Silva, mas a expressão é boa!) estiver arredada da esfera do poder do PSD é que o partido se poderá regenerar e renovar. Porque o que sobra em quadros técnicos de qualidade, falta em oportunidades.
Ahmadinejad mostra o caminho
Daqui Áh ganda presidente, que a gente não gosta cá de mariquices!
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Axe - poder de atracção (ou qualquer coisa do género),
Doidos;,
internacional
24.9.07
País progressista, com abortos e tudo
Aos poucos, a mentira começa a cair. Afinal, em 2 meses de completa liberalização, foram praticados em Portugal cerca de 1400 abortos (muito longe dos 60.000 abortos anuais que nos quiseram impingir), e apenas 5 foram feitos em grávidas com idades inferior a 15 anos.
Aliás, 67% (947) dos abortos praticados desde a entrada em vigor da nova legislação, foram realizados em mulheres com idades compreendidas entre os 20 e os 35 anos.
Posso estar a exagerar, mas estou convencido que se fizéssemos uma análise às condições socio-economicas das grávidas que abortaram, constataríamos que afinal não são provenientes das classes sociais mais desprivilegiadas.
Por enquanto, manda-nos a prudência aguardar. Mas veremos no futuro, quando algum estudo verdadeiramente sério for feito.
Se bem que nessa altura, o aborto será já tido como um método contraceptivo perfeitamente normal e legítimo e não um procedimento de excepção que deva er combatido. E isso é o que mais me revolta!
Aliás, 67% (947) dos abortos praticados desde a entrada em vigor da nova legislação, foram realizados em mulheres com idades compreendidas entre os 20 e os 35 anos.
Posso estar a exagerar, mas estou convencido que se fizéssemos uma análise às condições socio-economicas das grávidas que abortaram, constataríamos que afinal não são provenientes das classes sociais mais desprivilegiadas.
Por enquanto, manda-nos a prudência aguardar. Mas veremos no futuro, quando algum estudo verdadeiramente sério for feito.
Se bem que nessa altura, o aborto será já tido como um método contraceptivo perfeitamente normal e legítimo e não um procedimento de excepção que deva er combatido. E isso é o que mais me revolta!
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22.9.07
Bom fim-de-semana
Às vezes penso que tenho cara de anjo, (Angel) ou que sou uma espécie de Dalai Lama do ocidente.
Um dia destes desloquei-me a um evento desportivo. Sai do carro, dei meia dúzia de passos e aproveitei o declive do terreno, para observar o local da prova (zona para onde pretendia ir).
Nisto, vira-se um puto para mim, e pergunta se podia fazer uma chamada para a mãe, do meu telemóvel. Não tinha como negar! Trazia o telefone na mão esquerda. Tinha-o acabado de retirar do carro, para colocá-lo no bolso das calças.
Senti que tinha acabado de ser encostado à parede. Entreguei o telemóvel e aproveitei o instante, para tirar o retrato ao miúdo. O objectivo era certificar-me da pinta do artista. Tinha entre 10 a 13 anos. As sapatilhas foram o que mais me despertou a atenção. Eram umas nyke, azuis escuras brilhantes. Caso fosse necessário correr, para apanhá-lo, seria difícil. Pensei eu.
Entretanto, o rapaz afasta o meu telemóvel do rosto, e diz que não era aquele número. Precisava de fazer outra chamada. Desta vez para um amigo.
As suspeitas aumentaram.
No entanto, fiquei ali, à espera do meu telemóvel.
O miúdo não tinha aspecto de ladrão. A não ser que as sapatilhas fossem roubadas. Nisto ouvi as segundas palavras do jovem. A primeira conversa com o meu telemóvel. Disse que estava a chamar de um telefone de um senhor e que era para o amigo ir buscá-lo à porta. Não tinha bilhete para entrar…
Pati, patátá……….e eu ali. Aguardava o fim da chamada. Ainda por cima, estava duplamente condicionado: não podia afastar-me, para não ouvir a conversa e não podia ausentar-me, por causa do telemóvel.
Três minutos depois, (parece que foram 30) devolveu-me o telefone. Mais tarde, ainda ligou a mãe do rapaz e eu lá tive que explicar a história.
Não é a única.
Uns dias depois, ia tomar um “copo” numa festa, quando outro jovem, (ente os 18 e os 22 anos) pergunta se não me importava de pedir duas bebidas, com o meu cartão? Uma para ele e outra para o amigo. Para tranquilizar-me, e, o negócio avançar, tirou 10 euros do bolso. Face à prova, porque não? Lá dei o meu cartão. Eles pediram as bebidas (2 vodkas) e de imediato o rapaz meteu-me os 10 euros na mão. 5 cada bebida.
Um dia destes desloquei-me a um evento desportivo. Sai do carro, dei meia dúzia de passos e aproveitei o declive do terreno, para observar o local da prova (zona para onde pretendia ir).
Nisto, vira-se um puto para mim, e pergunta se podia fazer uma chamada para a mãe, do meu telemóvel. Não tinha como negar! Trazia o telefone na mão esquerda. Tinha-o acabado de retirar do carro, para colocá-lo no bolso das calças.
Senti que tinha acabado de ser encostado à parede. Entreguei o telemóvel e aproveitei o instante, para tirar o retrato ao miúdo. O objectivo era certificar-me da pinta do artista. Tinha entre 10 a 13 anos. As sapatilhas foram o que mais me despertou a atenção. Eram umas nyke, azuis escuras brilhantes. Caso fosse necessário correr, para apanhá-lo, seria difícil. Pensei eu.
Entretanto, o rapaz afasta o meu telemóvel do rosto, e diz que não era aquele número. Precisava de fazer outra chamada. Desta vez para um amigo.
As suspeitas aumentaram.
No entanto, fiquei ali, à espera do meu telemóvel.
O miúdo não tinha aspecto de ladrão. A não ser que as sapatilhas fossem roubadas. Nisto ouvi as segundas palavras do jovem. A primeira conversa com o meu telemóvel. Disse que estava a chamar de um telefone de um senhor e que era para o amigo ir buscá-lo à porta. Não tinha bilhete para entrar…
Pati, patátá……….e eu ali. Aguardava o fim da chamada. Ainda por cima, estava duplamente condicionado: não podia afastar-me, para não ouvir a conversa e não podia ausentar-me, por causa do telemóvel.
Três minutos depois, (parece que foram 30) devolveu-me o telefone. Mais tarde, ainda ligou a mãe do rapaz e eu lá tive que explicar a história.
Não é a única.
Uns dias depois, ia tomar um “copo” numa festa, quando outro jovem, (ente os 18 e os 22 anos) pergunta se não me importava de pedir duas bebidas, com o meu cartão? Uma para ele e outra para o amigo. Para tranquilizar-me, e, o negócio avançar, tirou 10 euros do bolso. Face à prova, porque não? Lá dei o meu cartão. Eles pediram as bebidas (2 vodkas) e de imediato o rapaz meteu-me os 10 euros na mão. 5 cada bebida.
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20.9.07
Conspirar
No meu país as crianças nascem em ambulâncias.
A justiça, existe, mas é lenta, ou funciona mal.
A democracia tem apenas 33 anos.
Na minha terra, só conheço dois bispos e um presidente.
A social-democracia é uma espécie de ópio oferecido ao povo.
Como contra partida, garantem que tenho sol todo o ano. Que dificilmente serei assaltado, apesar do Funchal ser uma das cidades do país, (a terceira) onde o furto mais cresceu.
Ao conceito, há quem chame qualidade de vida.
A justiça, existe, mas é lenta, ou funciona mal.
A democracia tem apenas 33 anos.
Na minha terra, só conheço dois bispos e um presidente.
A social-democracia é uma espécie de ópio oferecido ao povo.
Como contra partida, garantem que tenho sol todo o ano. Que dificilmente serei assaltado, apesar do Funchal ser uma das cidades do país, (a terceira) onde o furto mais cresceu.
Ao conceito, há quem chame qualidade de vida.
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Meio anjo, meio pateta.

Ouvi e li hoje a entrevista de Miguel Albuquerque ao DN-Madeira.
Patético, no mínimo. Definitivamente, quem não tem nada para dizer, deve ficar calado. E o presidente da edilidade funchalense perdeu uma daquelas belíssimas oportunidades...
Senhor presidente, você já sabe e não deveria ser necessário gritar-lhe aos ouvidos: À MULHER DE CÉSAR NÃO BASTA SER SÉRIA, É PRECISO PARECER. E toda aquela trapalhada com o seu amigo Carlos Saraiva não parece. Não basta soprar para o ar.
Portanto, se não quer continuar a servir de saco de pancada do seu correlegionário, não se ponha a jeito. Defenda-se, proteja-se. Seja rigoroso e transparente. Seja e pareça sério. Não deixe espaço aos seus detractores. Porque senão, engolem-no!
PS - Eu sei que hoje estou para os clichés, mas quando outros já disseram melhor que nós...
Migalhas de poder
O PS-Madeira e o Bloco de Esquerda mostram-se interessados em continuar na Madeira o que os dirigentes nacionais fizeram em Lisboa. Eles dizem que que não, mas a verdade é que todos sabemos que isto poderá não passar de mais uma experiência, antecipando uma possível aliança nacional, a estabelecer já nas próximas legislativas. Mas sendo previsível, é igualmente legítimo. É naturalíssimo que o Francisco Louçã queira ser ministro. Aliás, acredito mesmo que ele poderá ser um bom ministro (desde que evite participar em manifestações orgásticas de destruição de milho transgénico, ou de andar à mocada com a polícia). Estou, portanto, a favor da coligação. Espero é que os dirigentes do Bloco deixem agora de parte a sua arrogância, altivez e pseudo-superioridade moral e assumam que são um partido como todos os outros: disposto a vender a sua agenda política em troca de umas migalhas de poder.
Sack Maclaren - Mourinho for England
No edição on-line do The Sun pergunta-se aos leitores se querem ver Mourinho à frente da selecção inglesa, substituindo no cargo Steve Mclaren.
Sem surpresa, os cibernautas ingleses não duvidam de que, com o "Special One" ao leme, a armada inglesa ganharia novo fôlgo.
"SACK MACLAREN -MOURINHO FOR ENGLAND", gritam alguns leitores do The Sun.
Será possível que tal aconteça? É esperar para ver...
Post-Scriptum: O despedimento de Mourinho é uma asneira só ao alcance de Abramovich e de Vale e Azevedo. Ele há com cada um...
Sem surpresa, os cibernautas ingleses não duvidam de que, com o "Special One" ao leme, a armada inglesa ganharia novo fôlgo.
"SACK MACLAREN -MOURINHO FOR ENGLAND", gritam alguns leitores do The Sun.
Será possível que tal aconteça? É esperar para ver...
Post-Scriptum: O despedimento de Mourinho é uma asneira só ao alcance de Abramovich e de Vale e Azevedo. Ele há com cada um...
...E eu voltei a ficar contente!
Ontem, os "Lobos" voltaram a perder no Mundial de Rugby. E eu voltei a ficar satisfeito (embora não possa comentar a actuação, já que não os vi jogar). O resultado, por si só, demonstra a evolução da equipa. A derrota por 39-5 (em rugby o resultado não traduz, em definitivo, uma goleada) não tem rigorosamente nada a ver com os 83-0 do jogo anterior contra a mesma Itália.
É justo lembrar que estamos a falar de uma equipa de amadores. A única que, em muitos anos, conseguiu qualificar-se para um Mundial. Parece óbvio, mas é bom recordar que ninguém exigia vitórias ou qualquer coisa do género. A única coisa que se pedia era atitude, garra, determinação. E isso, meus caros, é a imagem de marca desta selecção. Reconhecida pelos maiores portais da modalidade na net, pela imprensa estrangeira e sobretudo pelos milhares de adeptos que têm enchido os estádios.
Aliás, o primeiro jogo do Mundial a esgotar foi, adivinhem... o Portugal/Itália de ontem.
A prestação portuguesa tem, por isso, de ser considerada como extremamente positiva. Não pelos resultados, que eram o esperado, mas pelos valores que aquela equipa transporta para dentro de campo. Solidariedade, companheirismo, sacrifício, esforço são só alguns deles. Que ainda por cima andam arredados das manchetes dos nossos dias.
Se houve equipas que me fizeram sentir orgulhoso por ser português, esta foi uma delas. Por tudo aquilo que acima escrevi e por insistir em representar o país de forma tão digna numa modalidade que me diz muito.
Só para terminar, e para que se preceba o respeito que esta alcateia ganhou, fica um excerto de declarações de adversários antes e após os jogos:
- "I've seen a very good Portugal team and I have to congratulate them on the match they played" - Pierre Berbizier, treinador de Itália, após o jogo de ontem;
- "I was pretty confident we would break them down eventually, but they came out guns blazing in the first 10 minutes. It was a tough game and I'm feeling pretty bruised at the moment" - Rory Lamont, treinador da Escócia após o primeiro jogo do Campeonato;
- "Power and passion in Pool C" - Título da notícia que anunciava o jogo Portugal/Nova Zelândia no sítio do Mundial;
- "Everyone has earned the right to be here, so they deserve credit and everyone will get behind them" - Jerry Collins, capitão da Nova Zelândia, antes do jogo Portugal/Nova Zelândia;
- "They played well. There was lots of support for Portugal. To their credit they never stopped trying and never gave up" - Jerry Collins, após o jogo com Portugal;
- "Os portugueses placam com o coração" - Graham Henry, treinador da Nova Zelândia, antes do jogo contra Portugal;
É justo lembrar que estamos a falar de uma equipa de amadores. A única que, em muitos anos, conseguiu qualificar-se para um Mundial. Parece óbvio, mas é bom recordar que ninguém exigia vitórias ou qualquer coisa do género. A única coisa que se pedia era atitude, garra, determinação. E isso, meus caros, é a imagem de marca desta selecção. Reconhecida pelos maiores portais da modalidade na net, pela imprensa estrangeira e sobretudo pelos milhares de adeptos que têm enchido os estádios.
Aliás, o primeiro jogo do Mundial a esgotar foi, adivinhem... o Portugal/Itália de ontem.
A prestação portuguesa tem, por isso, de ser considerada como extremamente positiva. Não pelos resultados, que eram o esperado, mas pelos valores que aquela equipa transporta para dentro de campo. Solidariedade, companheirismo, sacrifício, esforço são só alguns deles. Que ainda por cima andam arredados das manchetes dos nossos dias.
Se houve equipas que me fizeram sentir orgulhoso por ser português, esta foi uma delas. Por tudo aquilo que acima escrevi e por insistir em representar o país de forma tão digna numa modalidade que me diz muito.
Só para terminar, e para que se preceba o respeito que esta alcateia ganhou, fica um excerto de declarações de adversários antes e após os jogos:
- "I've seen a very good Portugal team and I have to congratulate them on the match they played" - Pierre Berbizier, treinador de Itália, após o jogo de ontem;
- "I was pretty confident we would break them down eventually, but they came out guns blazing in the first 10 minutes. It was a tough game and I'm feeling pretty bruised at the moment" - Rory Lamont, treinador da Escócia após o primeiro jogo do Campeonato;
- "Power and passion in Pool C" - Título da notícia que anunciava o jogo Portugal/Nova Zelândia no sítio do Mundial;
- "Everyone has earned the right to be here, so they deserve credit and everyone will get behind them" - Jerry Collins, capitão da Nova Zelândia, antes do jogo Portugal/Nova Zelândia;
- "They played well. There was lots of support for Portugal. To their credit they never stopped trying and never gave up" - Jerry Collins, após o jogo com Portugal;
- "Os portugueses placam com o coração" - Graham Henry, treinador da Nova Zelândia, antes do jogo contra Portugal;
18.9.07
Retrato de Família II
A PSP continua a ter pouco prestígio junto de quem serve.
Domingo, assisti a uma cena que atesta a má imagem da Polícia em Portugal.
Um grupo de uns 8 agentes foi, literalmente vaiado, ao encerrar uma festa local. Passavam 30 segundos da meia-noite e os super agentes, todos com cara de maus, invadiram a divertida multidão.
A actuar desta forma, duvido que algum dia consiga obter o respeito dos cidadãos. Desconheço as licenças, mas o bom-senso mandava que, neste caso, existisse sensibilidade e bom senso, de quem zela pelo respeito da lei.
Eles, os polícias, multam indiscriminadamente.
Eles, os polícias, impõem as leias, sem olhar a factos.
Eles, os polícias, julgam-se acima da lei.
Eles, os policias, …
Eles, os …..
Domingo, assisti a uma cena que atesta a má imagem da Polícia em Portugal.
Um grupo de uns 8 agentes foi, literalmente vaiado, ao encerrar uma festa local. Passavam 30 segundos da meia-noite e os super agentes, todos com cara de maus, invadiram a divertida multidão.
A actuar desta forma, duvido que algum dia consiga obter o respeito dos cidadãos. Desconheço as licenças, mas o bom-senso mandava que, neste caso, existisse sensibilidade e bom senso, de quem zela pelo respeito da lei.
Eles, os polícias, multam indiscriminadamente.
Eles, os polícias, impõem as leias, sem olhar a factos.
Eles, os polícias, julgam-se acima da lei.
Eles, os policias, …
Eles, os …..
Retrato de família
No hotel CS Madeira a família PS também ficou mal na fotografia. Nunca deveria ter aprovado qualquer construção. Sobretudo, acima da cota da estrada monumental.
A família PSD, autárquica, borrou o resto do retrato. Permitiu que o promotor violasse o projecto inicial. Pior do que isso, deixou a obra, irregular, avançar.
Agora não tem coragem para mandar demolir. Vai legalizar, o ilegal.
PS – A entrevista de Albuquerque ao DN-M foi, no mínimo, parabólica.
A família PSD, autárquica, borrou o resto do retrato. Permitiu que o promotor violasse o projecto inicial. Pior do que isso, deixou a obra, irregular, avançar.
Agora não tem coragem para mandar demolir. Vai legalizar, o ilegal.
PS – A entrevista de Albuquerque ao DN-M foi, no mínimo, parabólica.
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17.9.07
Ideias lunares
Apesar de algum retardamento, não posso deixar de passar algumas das afirmações do Jerónimo de Sousa, antes e pós Festa do Avante. Então não é que o homem continua a achar que na China existe uma sociedade socialista, que as FARC são um grupo de ches guevaras sequiosos de liberdade e que o Chávez é o ícone da libertação sul-americana. Eu às vezes pergunto-me onde raio é que vivem os comunistas portugueses. Na lua?!
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China Town
Luís Amado diz não perceber a polémica gerada pelo facto de nem o governo nem o Presidente de República terem recebido o Dalai Lama.
Eu também não percebo como é que alguém que é ministro há tão pouco tempo possa ter assimilado tão rapidamente o que de pior existe na diplomacia portuguesa (e política em geral): mediocridade, cobardia e subserviência.
E o homem acha que é perfeitamente normal...
Mas causando-me algum espanto, não deixa de ser sintomático da forma como a Esquerda (e não só, que nesta idiotice pegada, o PSD não dá grandes lições) lida com o fenómeno China: até o Sá Fernandes acha que afastar as lojas chinesas da baixa de Lisboa - que para mim é uma atitude de higienização básica da baixa pombalina- é um acto xenófobo.
Eu também não percebo como é que alguém que é ministro há tão pouco tempo possa ter assimilado tão rapidamente o que de pior existe na diplomacia portuguesa (e política em geral): mediocridade, cobardia e subserviência.
E o homem acha que é perfeitamente normal...
Mas causando-me algum espanto, não deixa de ser sintomático da forma como a Esquerda (e não só, que nesta idiotice pegada, o PSD não dá grandes lições) lida com o fenómeno China: até o Sá Fernandes acha que afastar as lojas chinesas da baixa de Lisboa - que para mim é uma atitude de higienização básica da baixa pombalina- é um acto xenófobo.
Eu não sei, mas disseram
É delicioso o agradecimento de Bush a Sócrates, relativamente à intervenção da GNR no Iraque. Aquele thank you soou-me mais a fuck you very much. Mas pode ter sido impressão minha!
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15.9.07
Mais vale tarde que nunca
A decisão de abandonar a construção de um novo estádio, modernizando os Barreiros é a mais acertada. Não percebo é porque se demorou tanto tempo a chegar à conclusão óbvia. É dificil entender, de facto. A não ser que haja qualquer coisa que me esteja a escapar...
De qualquer maneira, mais vale tarde que nunca.
De qualquer maneira, mais vale tarde que nunca.
Portugal leave their mark
A derrota foi pesada, como era expectável. Mas jogámos bem, particularmente nos primeiros vinte minutos de cada uma das partes. E conseguir um ensaio frente à Nova Zelândia não é para todos, convenhamos. Os "Lobos", mais uma vez aplaudidos de pé, estão de parabéns. Que venha a Itália, porque a festa continua!
Já agora, e para que não restem dúvidas sobre a imagem de valentia que a equipa portuguesa está a deixar no Mundial, aqui fica este link para um texto inserido logo após a partida contra os "all blacks" no maior site de rugby da Net, o Planet Rugby.
Portugal leave their mark
Já agora, e para que não restem dúvidas sobre a imagem de valentia que a equipa portuguesa está a deixar no Mundial, aqui fica este link para um texto inserido logo após a partida contra os "all blacks" no maior site de rugby da Net, o Planet Rugby.
Portugal leave their mark
14.9.07
13.9.07
Biko
Há exactamente 30 anos, Steve Biko, activista que defendia a resistência pacifíca ao apartheid foi covardemente assassinado.
Calma e serenidade
Scolari é um excelente treinador. Que ontem teve um dia mau. Acontece. Acho que deve ser castigado pela UEFA (tal como o jogador sérvio) e reconhecer o erro. De resto, não me parece que tenha cometido algum acto de "lesa pátria".
Mais grave foi o momento de hipocrisia do treinador espanhol da Sérvia, um tal de Clemente (homem que nada de relevante ganhou até hoje). Dizer que Scolari devia ser banido do futebol quando, ainda há bem pouco tempo, ele próprio foi castigado por ter dirigido insultos racistas ao francês Henry é, no mínimo, hipócrita. Para não dizer coisa pior!
Temos todas as condições para ir ao Campeonato da Europa. E, por terras do império, fazer um excelente resultado. Há que ter alguma tranquilidade. É óbvio que ontem Scolari não contribuiu para que os ânimos serenassem, mas que Diabo, quem nunca errou...
Acredito que o homem vai dar a volta a isto. Por muito que custe ao lóbi do norte.
Post-Scriptum: Mister Scolari, não percebi aquele murrito. Se ainda tivesse sido um soco a sério, à lá João Pinto!
Mais grave foi o momento de hipocrisia do treinador espanhol da Sérvia, um tal de Clemente (homem que nada de relevante ganhou até hoje). Dizer que Scolari devia ser banido do futebol quando, ainda há bem pouco tempo, ele próprio foi castigado por ter dirigido insultos racistas ao francês Henry é, no mínimo, hipócrita. Para não dizer coisa pior!
Temos todas as condições para ir ao Campeonato da Europa. E, por terras do império, fazer um excelente resultado. Há que ter alguma tranquilidade. É óbvio que ontem Scolari não contribuiu para que os ânimos serenassem, mas que Diabo, quem nunca errou...
Acredito que o homem vai dar a volta a isto. Por muito que custe ao lóbi do norte.
Post-Scriptum: Mister Scolari, não percebi aquele murrito. Se ainda tivesse sido um soco a sério, à lá João Pinto!
XV contra a Nova Zelândia
O "quinze" de Portugal para o jogo histórico contra os "all blacks":
1 Andre Silva
2 João Correia
3 Ruben Spachuck
4 Marcello d'Orey
5 Gonçalo Uva
6 Paulo Murinello
7 Diogo Coutinho
8 Vasco Uva (c)
9 Luís Pissarra
10 Gonçalo Malheiro
11 Pedro Carvalho
12 Diogo Mateus
13 Miguel Portela
14 António Aguilar
15 Pedro Leal
Há várias mudanças em relação à equipa que enfrentou a Escócia. Desde logo, sai Juan Severino, suspenso por um mês após agressão a um escocês (acto não sancionado pelo árbitro, mas que não passou despercebido nas imagens televisivas). Saem também Rui Cordeiro, Joaquim Ferreira, David Penalva, João Uva, Cardoso Pinto, José Pinto.
1 Andre Silva
2 João Correia
3 Ruben Spachuck
4 Marcello d'Orey
5 Gonçalo Uva
6 Paulo Murinello
7 Diogo Coutinho
8 Vasco Uva (c)
9 Luís Pissarra
10 Gonçalo Malheiro
11 Pedro Carvalho
12 Diogo Mateus
13 Miguel Portela
14 António Aguilar
15 Pedro Leal
Há várias mudanças em relação à equipa que enfrentou a Escócia. Desde logo, sai Juan Severino, suspenso por um mês após agressão a um escocês (acto não sancionado pelo árbitro, mas que não passou despercebido nas imagens televisivas). Saem também Rui Cordeiro, Joaquim Ferreira, David Penalva, João Uva, Cardoso Pinto, José Pinto.
12.9.07
Critérios!
O Mundial de Rugby tem uma audiência mundial estimada em 4 mil milhões de pessoas em mais de 250 países. Os jogos são cobertos por 1.500 jornalistas. Foram vendidos mais de 2 milhões de bilhetes (2,4 milhões) para assistir, ao vivo, aos jogos.
O torneio gera receitas publicitárias da ordem de 60% em relação às receitas geradas pelo Mundial de futebol, que contou com 32 equipas, mais 60% do que as 20 reunidas no evento oval.
É disputado em dois países (França e Reino Unido, mais concretamente no País de Gales e na Escócia), em estádios como o Murrayfield, de Edimburgo, com capacidade para 68.000 pessoas, como o The Millennium Stadium, em Cardif, com capacidade para 73.000 pessoas, como o Stade de France (palco da final de um campeonato do mundo de futebol), onde cabem 80.000 espectadores. Passa ainda por cidades como Lyon, Marselha, Montpelier, Paris (Parc des Princes, 48 mil espectadores), Bordéus, Nantes, St. Etienne e Toulouse.
Estes números provam que se transformou no terceiro evento desportivo mais importante, logo após o Campeonato do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos.
Mesmo assim, a RTP entende que a estreia absoluta de Portugal num torneio desta natureza não é passível de ser transmitido, ou seja, que "dar" a todos os portugueses a possibilidade de ver os jogos da selecção não é serviço público. De facto, o Red Bull Air Race ou os jogos do "europeu de hóquei" é que são eventos de interesse público... À Santa Televisão. E Santos critérios...
O torneio gera receitas publicitárias da ordem de 60% em relação às receitas geradas pelo Mundial de futebol, que contou com 32 equipas, mais 60% do que as 20 reunidas no evento oval.
É disputado em dois países (França e Reino Unido, mais concretamente no País de Gales e na Escócia), em estádios como o Murrayfield, de Edimburgo, com capacidade para 68.000 pessoas, como o The Millennium Stadium, em Cardif, com capacidade para 73.000 pessoas, como o Stade de France (palco da final de um campeonato do mundo de futebol), onde cabem 80.000 espectadores. Passa ainda por cidades como Lyon, Marselha, Montpelier, Paris (Parc des Princes, 48 mil espectadores), Bordéus, Nantes, St. Etienne e Toulouse.
Estes números provam que se transformou no terceiro evento desportivo mais importante, logo após o Campeonato do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos.
Mesmo assim, a RTP entende que a estreia absoluta de Portugal num torneio desta natureza não é passível de ser transmitido, ou seja, que "dar" a todos os portugueses a possibilidade de ver os jogos da selecção não é serviço público. De facto, o Red Bull Air Race ou os jogos do "europeu de hóquei" é que são eventos de interesse público... À Santa Televisão. E Santos critérios...
Quinze da Nova Zelândia
O Quinze da Nova Zelândia que defrontará Portugal já foi apresntado. Com 11 jogadores diferentes daqueles que enfrentaram a Itália.
Eis os "all blacks" contra quem os "lobos" medirão forças:
1 - Neemia Tialata; 2 - Andrew Hore; 3 - Greg Somerville; - 4 Chris Jack; 5 - Ali Williams; 6 - Jerry Collins (c); 7 - Chris Masoe; 8 - Sione Lauaki; 9 - Brendon Leonard; 10 - Nick Evans; 11 - Joe Rokocoko; 12 - Aaron Mauger; 13 - Conrad Smith; 14 - Isaia Toeava; 15 - Mils Muliaina.
Eis os "all blacks" contra quem os "lobos" medirão forças:
1 - Neemia Tialata; 2 - Andrew Hore; 3 - Greg Somerville; - 4 Chris Jack; 5 - Ali Williams; 6 - Jerry Collins (c); 7 - Chris Masoe; 8 - Sione Lauaki; 9 - Brendon Leonard; 10 - Nick Evans; 11 - Joe Rokocoko; 12 - Aaron Mauger; 13 - Conrad Smith; 14 - Isaia Toeava; 15 - Mils Muliaina.
Um dia Depois
“Senhor Presidente, e os ladrões? Eram 10 bandidos!”
Rui Marote deputado Municipal do CDS
Pouco mais há a dizer sobre a reunião, extra, do município.
Apenas que não apareceu Ricardo Vieira e Costa Neves. Não deixa de ser sintomático. Principalmente a ausência do vereador com o pelouro do Ambiente e Salubridade da autarquia. Na altura dos factos, fazia parte da equipa de Albuquerque.
Ricardo Vieira também já demonstrou a ordem de prioridades: em primeiro lugar está o dinheiro, só depois a cidade.
O resto é ruído.
Rui Marote deputado Municipal do CDS
Pouco mais há a dizer sobre a reunião, extra, do município.
Apenas que não apareceu Ricardo Vieira e Costa Neves. Não deixa de ser sintomático. Principalmente a ausência do vereador com o pelouro do Ambiente e Salubridade da autarquia. Na altura dos factos, fazia parte da equipa de Albuquerque.
Ricardo Vieira também já demonstrou a ordem de prioridades: em primeiro lugar está o dinheiro, só depois a cidade.
O resto é ruído.
10.9.07
Os homens do presidente ou o que pensa Jardim
Prólogo: por motivos vários não tenho lido a imprensa regional. Tenho acompanhado a realidade madeirense nos contactos que estabeleço com a minha família e com os meus amigos e através da blogosfera. A minha opinião, para além de - naturalmente - ser enviezada, pode também estar assente em incorrecções pelo que, se assim for, peço desde já desculpas aos visados.Decorre da leitura da blogosfera madeirense que nada mais se passa para além da sindicância à Câmara Municipal de Funchal e a possibilidade do Ministério Público investigar eventuais indícios de corrupção.
Sobre estes factos, não faço qualquer comentário, uma vez que não possuo informação suficiente para emitir uma opinião devidamente fundamentada.
Por outro lado, também não me interessa minimamente as pequenas lutas do PS, que agora pede a cabeça do presidente da Câmara Municipal de Funchal na expectativa de vir a beneficiar da guerra surda que estes acontecimentos indiciam: Miguel Albuquerque versus Cunha e Silva. Porque convenhamos que, conforme dizia o meu amigo Gonçalo, o resto é treta.
Mas o que tem mesmo me atraído em toda esta embrulhada tem sido o silêncio de Alberto João Jardim. Desde o início deste novo episódio da guerra entre delfins, que dura já há alguns anos, que Jardim tem mantido um silêncio sepulcral, nada habitual no presidente do PSD-Madeira e que poderá sugerir claramente qual o seu posicionamento relativamente à sua própria sucessão. Eu ainda me recordo do apoio que Jardim deu a autarcas correlegionários, mesmo depois de terem sido condenados pelos tribunais. Aliás, notam-se algumas movimentações subreptícias de homens próximos a Jardim que, não querendo assumir que neste embróglio há matéria mais relevante para o jogo da sucessão do que propriamente criminal, indicia quais são as preferências do presidente do Governo Regional. Veremos quais os próximos desenvolvimentos dentro do PSD/Madeira e qual a importância que todo este triste episódio terá na sucessão. E veremos quantos tiros sairão ao lado.
E tudo o mais são tretas
Gosto de alguns democratas cá do sítio. Que tentam, de forma anónima, condicionar aquilo que os outros pensam ou escrevem. Pois bem, meus caros, eu escrevo sobre aquilo que me apetece, quando me apetece e da forma que me apetece. E se me apetecer, não escrevo.
Quem diz que gostaria de ver este ou aquele assunto tratado neste blog bem pode mudar de paróquia. A mim, neste momento, interessa-me escrevinhar sobre o mundial de rugby ou sobre um CD fabulouso da Nina Simone que consegui comprar e que não me canso de ouvir. Para além disto, estou-me nas tintas para a "actualidade". A minha actualidade são alguns projectos a nível profissional que me entusiasmam e um dos mais interessantes projectos pessoais que se pode ter.
E tudo o mais são tretas, como diria o Ary dos Santos.
Quem diz que gostaria de ver este ou aquele assunto tratado neste blog bem pode mudar de paróquia. A mim, neste momento, interessa-me escrevinhar sobre o mundial de rugby ou sobre um CD fabulouso da Nina Simone que consegui comprar e que não me canso de ouvir. Para além disto, estou-me nas tintas para a "actualidade". A minha actualidade são alguns projectos a nível profissional que me entusiasmam e um dos mais interessantes projectos pessoais que se pode ter.
E tudo o mais são tretas, como diria o Ary dos Santos.
Foi bonito

Jogámos bem. Acho que surpreendemos meio mundo. Mas, como se esperava, não foi suficiente para ganhar a uma das mais fortes equipas do planeta oval. Agora, que venha a Nova Zelândia. Mais um jogo histórico.
Post-Scriptum: Com um estádio cheio, foi giro ver o entuaismo dos portugueses quando concretizámos o ensaio.
6.9.07
Eso es Cuba VIII

Puros cubanos?!
In All over Cuba
Em Cuba tudo se vende e tudo se compra. Estranha característica de um país socialista.
5.9.07
Eso es Cuba VI
As três grandes qualidades da ditadura de Fidel: habitação, saúde e educação.
Os três grandes defeitos: pequeno-almoço, almoço e jantar!
Os três grandes defeitos: pequeno-almoço, almoço e jantar!
Lomu
É pena que o homem já não jogue. Deblitado por uma doença nos rins, Lomu ainda tentou ir a este mundial, num esforço heróico, após ter recebido um transplante hépatico. Mas já não deu...
As regras
Para quem quer saber mais sobre rugby. O vídeo é muito bom e explica rapidamente as regras do jogo, que são bem simples.
4.9.07
Os lobos vão para França

Portugal está prestes a estrear-se num Campeonato do Mundo de Rugby. Com Tomáz Morais ao "leme", os "lobos" conseguiram um feito absolutamente impensável e estão entre as melhores 20 equipas do mundo.
A probabilidade de sairmos de França com quatro derrotas é enorme. Apanhámos pela frente "apenas" os All Blacks - a melhor equipa do mundo e arredores, mesmo sem Jonah Lomu - a Escócia e a Itália (duas das melhores formações europeias, competindo anualmente no Torneio das Seis Nações) e a Roménia (a nossa melhor hipótese de vitória, e mesmo assim, dificilmente iremos lá). Mas a presença no Campeonato poderá contribuir para fomentar entre nós o gosto por uma das mais fascinantes modalidades colectivas.
Eu espero, honestamente, que algum dos nossos canais de televisão transmita os jogos. Era no mínimo simpático. Mas se ninguém o fizer, resta seguir as peripécias dos quinze "lobos" pela net.
Portugal é a única equipa amadora na competição. No 15 inicial, só Vasco Uva assinou, este ano, um contrato profissional com um clube francês. Os atletas fazem enormes sacrificios pessoais e profissionais para representar condignamente o país, numa modalidade com milhões de adeptos em todo o mundo. Por isso, merecem que se olhe por eles. Merecem melhores condições de treino e um estatuto que lhes permitisse não ter de tirar férias para ir disputar um mundial.
Infelizmente, em Portugal poucos são aqueles que gostam de desporto. Quase todos gostamos de futebol, que é uma coisa diferente, um espectáculo ou um negócio. Agora de desporto... E isso reflete também as enormes lacunas que temos na formação e no sistema de ensino. Temos escolas sem equipamentos desportivos adequados. O estado lança o ónus da formação desportiva sobre os clubes, que se limitam, e bem na óptica deles, a apostar na única modalidade que pode ser rentável, o futebol. E que excluem à partida todos aqueles que têm menos propensão para a práctica desportiva, excluindo assim futuros consumidores do fenómeno.
Em Lisboa e Porto, practicar desporto é quase uma miragem, fruto da falta de equipamentos existentes.
Voltando ao Rugby, Portugal tem cerca de 4.000 mil atletas federados (os únicos practicantes no país, já que não existe um único campo em Portugal que possa ser utilizado por jogadores ou equipas não federadas). A Nova Zelândia, com 4 milhões de habitantes, tem mais de 130 mil atletas inscritos na Federação local. Para falar apenas das formações incluídas no grupo de Portugal, a Itália tem mais de 40.000 atletas federados e a Escócia, onde a modalidade se equipara, em termos de popularidade, ao futebol, tem mais de 24.000. Mesmo com tal disparidade, as equipas portuguesas de "sevens" têm obtido resultados extraordinários. E a seleção de Rugby de 15 consegue estar na fase final de um Campeonato do Mundo. É obra!
Este ano, em França, a grande favorita é a Nova Zelândia, como sempre. Mas em finais, os "all blacks" não conseguem, muitas vezes, explorar todo o seu potêncial. Aliás, nas 5 edições até agora disputadas, só conseguiram uma vitória. Foram campeões do Mundo em 1987 a jogar em casa.
A França, que conta com o apoio do seu público, terá de ser vista como uma séria candidata à vitória. Foi finalista em 1987 e em 1999. Em 2006 ganhou, pela 15ª vez, o Torneio das Seis Nações.
Outro candidato crónico é a Austrália, vencedora em 1991 e 1999 e finalista em 2003. Os "wallabies", como gostam de ser chamados, partem com ambições embora, curiosamente, sejam menos populares no seu próprio país do que os rivais "all blacks". Aliás, a venda de camisolas na selecção neozelandesa na Austrália é muito superior à venda das camisolas verdes e amarelas dos australianos. Imagine-se o que aconteceria quando se vissem mais "jerseys" do Fernando Torres a passear no Colombo aos domingos do que do Cristiano Ronaldo!
A Inglaterra, actual detentora do ceptro, e a África do Sul são "outsiders" importantes, tal como a Irlanda - em 2006, no Torneio das Seis Nações, conseguiu um excelente segundo lugar - ou o País de Gales.
Quanto à restante rapaziada que por lá anda, as hipóteses são nulas. Destaca-se o espectáculo das Fiji (jogam p'ra caraças, mas perdem muitas vezes, e de Tonga, uns verdadeiros bisontes). A Itália vai tentar chegar aos quartos-de-final, tal como a Escócia. Os outros (Portugal incluído) vão tentar ganhar um jogo. Japão, EUA, Canadá, Argentina, Roménia, Georgia e Namibia não vão de certeza incomodar os favoritos. Disputarão os penúltimos lugares dos seus grupos.
O "nosso" calendário é o seguinte:
Escócia-Portugal - 9 de Setembro, St. Etienne
Nova Zelândia - Portugal (Ai, Ai) - 15 de Setembro, Lyon
Portugal - Itália - 19 de Setembro, Parque dos Principes, Paris
Roménia - Portugal - 25 de Setembro, Toulose
Espero que quando os "lobos" ouvirem o "haka" neozelandes não se assustem, antes se motivem!
Curiosamente, a presença de Portugal no Campeonato do Mundo tem suscitado alguma curiosidade (e não é do exotismo, porque nisso, Tonga bate-nos aos pontos), como se pode comprovar neste artigo inserido no sitio oficial da competição.
O Campeonato começa a 7 de Setembro, com um França-Argentina no Parque dos Principes. Termina no mesmo estádio, a 20 de Outubro. Aposto que com um França-Austrália.
3.9.07
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