7.3.05

Curtas VI

A ideia de enviar o retrato de Freitas para a sede do PS, por correio, é anedótica. Não se pode apagar ou reescrever a História, meus caros. Ela é o que foi, dizia um tipo que conheci. Pois é, Ela é o que foi...

Já agora, pior que a deriva à esquerda foi a justificação de Freitas para a mesma. Momentos há em que é melhor estar calado. Siga Freitas, o auto-proclamado "homem-providência"!

Post-Scriptum:

O Financial Times de hoje destaca a escolha de Freitas para ministro. Salientando o lado anti-americano do ex-líder do CDS. Mais uma vez, parece que vamos inflectir a política externa. É dificil ter credibilidade enquanto país quando mudamos de posição à velocidade dos ciclos políticos internos. Venha quem vier para ocupar a pasta.

1 comentário:

Henrique Freitas disse...

Não vejo porquê o alarido e a importância que se está a dar ao assunto. Bem sei que os casos que se seguem não se revestem da aura de nenhum cargo ministerial, mas a essência do acto será a mesma: Se bem me lembro, Zita Seabra era partidária do PCP guinou à direita. Emanuel Gomes, actual presidente da Câmara de Machico era simpatizante (ou filiado, não sei) do PS e também virou à direita.