19.8.05

Estes são os coitadinhos que a Europa bem pensante protege!!





1 - "Oh, Sharon, we are victorious"
2 - "You will never return. We will drive you out (by force) of the belly of the earth and you will disappear from the surface of the earth"
3 - "Our Qu'ran was right and your Talmude lied"
4 - "You refused to leave (the Gaza Strip) while you were still alive...we drove you out as corpses"
5 - "Israel will no longer exist"

Exemplos que se podem extrair do site do Hamas, esses paladinos da justiça. Deve ser fácil negociar com este tipo de mentalidade.



















13 comentários:

Anónimo disse...

vejo que o meu amigo continua com os mesmos tiques e lógicas simplistas de outras paragens... por este andar, não se livra do epíteto pouco lisonjeiro que a blogoesfera portuguesa lhe atribuiu...
não admira que o chefe o queira esconder, chamado-o de volta para casa :-)

Carlos Rodrigues disse...

Caro anónimo sem coragem de se identificar,

Não lhe reconheço capacidade de avaliar as minhas lógicas. Neste caso (Israel) é tudo menos simplista. Quanto ao resto, fico com pena de si....

Anónimo disse...

Oh caro anónimo sem coragem de se identificar,
já agora podia partilhar aqui com a malta o epíteto que a blogoesfera atribuiu a este trolha?

Cumprimentos,
Bexiguinha

Carlos Rodrigues disse...

Ai,ai,ai o malcriadinho.
Vá lá fazer um chichi, parece-me inchadinho.

Anónimo disse...

caro Bexiguinha,
não lhe digo o epíteto, mas dou-lhe 3 pistas para adivinhá-lo:

- oinc!

- oinc!

- oinc!

já agora, se quiser mesmo fazer xixi, faça-o em cima da cabeça do meu amigo carlos rodrigues. assim mata 2 coelhos com uma cajadada só: fica aliviadinho e mete alguma coisa dentro da cabeça do sr. carlos rodrigues. :-)

Anónimo disse...

Não há nada que mais me enerve que a covardia. Embora saiba que de imbecis anónimos está o universo cheio, e que, por isso, alguns deles tinham forçosamente de vir cá parar, resorvo-me ao direito de mandá-los à borda merda. E de convidá-los a ler outra coisa qualquer. A revista da opus gay, por exemplo. Ou os àlbuns da Anita, tal o grau de iletracia que os comentários por eles colocados neste post revelam.
Nos meus posts, garanto-vos, comentários anónimos serão imediatamente apagados. Não tenho tempo a perder com idiotas, ainda para mais covardes.

Gonçalo Santos

Carlos Rodrigues disse...

Amigo Gonçalo,

Não te apoquentes com a inferioridade dos meninos medrosos. Deles não rezará a História. Incapazes de contribuirem de forma decente para a sociedade, refugiam-se nestes rasgos de cretina opinião.
Deixa-os lá, ficam satisfeitos a chafurdar nas suas vidas descoloridas e no marasmo dos seus mundinhos microscópicos, onde pontifica a estupidez e a cobardia.

São os simple minded deste mundo. Que Deus os tenha em sua misericórdia, ao fim ao cabo, e a muito custo são, também, seus filhos.

Anónimo disse...

Caro Carlos Rodrigues,


Porque escolhe sempre os mesmos extremistas como representantes de uma naco inteira? Sera que todos os palestinianos se reveem no Hamas? Nao me parece. Mas, entao porque cada de vez que escreve sobre o conflito israelo-arabe tem sempre de reduzir tudo a um grupo?
A Al-Qaeda tambem mata de forma indescriminada, emite comunicados atraves dos meios de comunicacao mundiais e da net, mas isso nao quer dizer que todos os arabes estao de acordo com os seus metodos. Assim como, os palestininos nao sao apenas o Hamas.
Desde que o mundo e mundo que existem varios de exemplos de assasinos mascarados de defensores da fe, ou de uma causa, que usam todos os meios disponiveis para atingir os seus fins . Mas, e preciso recordar que eles sao apenas uma minoria. Nao representam o pulsar de um pais.

Beijos,

Marisa Frade.

Carlos Rodrigues disse...

Cara Marisa,

Com tempo, enviar-lhe-ei algumas informações interessantes.
Sou daqueles que acha as generalizações perigosas e injustas, logo tenho sempre o cuidado de não usá-las. É óbvio que o Hamas não representa o povo palestiniano e que este não o apoia de forma maioritária, agora, poucas serão as dúvidas quanto à opinião que a maioria do povo palestiniano tem em relação a Israel eao seu povo.
Quando estive em Belém, em vez de cartazes de propaganda eleitoral, as paredes estavam pejadas de cartazes glorificando e louvando os assassinos suicida (em Israel não encontra mensagens de apoio ao extermínio do inimigo, mas não abandona a defesa dos seus direitos); os livros de estudo pelos quais as crianças palestinianas estudam, retratam os judeus como infiéis que têm de ser eliminados (se me der o seu email enviarlheei os links); os meios de comunicação social do etsado Palestiniano (não existe liberdade de imprensa) incitam a violência e deturpam a realidade.
O Hamas é apenas mais um instrumento, um dos mais radicais.
Nem todos os árabes são iguais mas a larga maioria apoia o fim do Estado de Israel, não o aceita e rejubila com cada ataque que este sofre.

Cumprimentos

Sancho disse...

Caro Carlos,
não sei se as generalizações que fez (e fê-las) são ou não verdadeiras. Não sei se a "larga maioria" de palestinianos (e como vê já estou a reduzir) apoia ou não os actos terroristas contra o Estado de Israel (embora tenha sérias dúvidas). E digo-o desde já: desprezo qualquer tipo de terrorismo. Nem sempre os fins justificam os meios, mas volto ao mesmo: um estado não se cria por decreto! Imagine o que é viver na Cisjordânia, nos anos 40, de lá ter vivido toda a sua vida, de toda a sua história pessoal e colectiva (séculos, não apenas meia dúzia de anos) situar-se naquelas areais e de repente, alguns senhores ricos, de gravata, reunidos numa sala qualquer, decretarem que aquele não é mais o seu espaço. Que teria que se subordinar às ordens dos judeus, num território que conquistou havia séculos, e que os seus antepassados haviam mantido, a muito custo, contra as invasões cristãs. Mais, que seria criado um Estado de Israel (porque lá sempre viveram milhares de judeus, com cristãos e muçulmanos - por vezes conflituosamente, mas de modo geral pacificamente), exactamente nos poucos locais onde existe água. Não se conforma e tenta lutar, de igual para igual. Todavia, o recém-criado Estado está equipado com a mais recente tecnologia bélica - cumprimentos dos amigos americanos - e a sua resistência apenas dura 6 dias. E depois, vê que os judeus não se contentam com o território que já têm, como querem ainda mais. Não tem um exército que possa lutar pelos seus direitos. Os tais senhores de gravata estão se marimbando para si. O que faz? Acomoda-se?
Insisto: não aceito o terrorismo como forma legítima de luta. Não quero legitimá-lo. Quero, apenas chamar a atenção para o facto deste conflito ser muito mais complexo do que a simples divisão entre o Bem e o Mal. É um seu projecto denunciar os crimes do Hamas. Aceito-o. Todavia, jamais poderei aceitar que identifique os métodos do Hamas com a luta dos palestinianos. Essa é uma luta LEGÍTIMA. Independentemente do lado da barricada com que nos identificamos.
Cumprimentos,

Carlos Rodrigues disse...

Caro Sancho,

Muito bem, mas o relato hist´rico que apresenta enferma de algumas incorrecções. Em primeiro lugar, não houve expulsão da Cisjordânia, grande parte dos territórios de Israel foram, literalmente, comprados a nómadas. Será interessante referir o papel que a Jordânia teve, especialmente quando não acolheu os irmãos palestinianos.
Os sionistas chegaram ao ponto de aceitar um estado, dividido em duas partes e sem continuidade territorial, os árabes não quiseram.
Estes são apenas dois exemplos da pouco conhecida história de Israel. Conto, um dia, e com muita modéstia, apresentar um trabalho mais estruturado sobre esta temática.
Até lá, convidava-o a consultar este site: http://www.pmw.org.il/

Cumprimentos

Sancho disse...

Carlos,

agradeço-lhe a a referência.
Em relação ao relato histórico, é exmplificativo. Como com certeza percebeu, foi apenas uma historiazinha em jeito de alegoria. Logo, despretenciosa, cheia de incorrecções e incompleta (muitíssimo). Mas o fundamental mantém-se. A luta do Povo palestiniano é legítima.
Cumprimentos,

Carlos Rodrigues disse...

A extinção do estado israelita é que não e um dos princípios dessa luta passa por aí, logo, se esses princípios continuarem a existir a luta que refere não é aceitável.

Cumprimentos