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24.2.08

Porque alguns pulhas pretendem negar!

É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos.
E o motivo, ele assim explanou: " Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu".

Relembrando:
Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque "ofendia" a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...
Este é um presságio assustador sobre o medo que está atingindo o mundo, e o quão facilmente cada país está se deixando levar.
Estamos há mais de 60 anos do término da Segunda Guerra Mundial.
Este e-mail está sendo enviado como uma corrente, em memória dos 6 milhões de judeus,20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados , mortos de fome e humilhados , enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o "Holocausto é um mito", torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.
A intenção em enviar este email, é que ele seja lido por 40 milhões de pessoas em todo o mundo.
Seja um elo desta corrente e ajude a enviar o email para o mundo todo.
Não o apague. Você gastará, apenas, um minuto do seu tempo a reencaminhá-lo.

Recebi por correio electrónico. Publico porque é importante não esquecermos o que acontece, quando a humanidade é objectivável!

19.2.08

2ª Epístola ao Tino

Caro Tino,


ao contrário de ti, para mim a palavra do PM não basta. Porque ele já nos habituou às promessas vãs e a desdizer-se com a mesma convicção com que antes afirma qualquer coisa (não me vais pedir exemplos, pois não?!).
Por isso não me chega o que diz Sócrates. Interessa-me a letra da lei. E no Decreto Regulamentar n.º 2/2008 nada há que consubstancie as palavras do PM e a propaganda do ME. Neste documento apenas existem ideias vagas, sem qualquer tipo de regulamentação, sem qualquer tipo de objectividade, fazendo depender a progressão da carreira docente dos humores de nomeados, sem qualquer tipo de interligação com a nova legislação que continua a sair.

E a tua (e de outros) argumentação de que os papás têm uns bitaitezinhos a mandar no processo de avaliação de desempenho dos docentes, dando como exemplo o processo democrático, serve exactamente para desconsiderar a especificidade do acto pedagógico e em última instância a própria política: o acto de votar é um dever/direito de cidadania e não exige (não deve fazê-lo, para ser completamente democrática) qualquer tipo de especificidade. As razões de cada voto são de foro íntimo e podem ser (frequentemente são) de ordem subjectiva, enquanto que o acto de avaliar o desempenho de um profissional tem de expurgar, na medida do possível, o factor subjectividade, para ser justa. Por isso é que para votar não precisas de critérios, enquanto não podes avaliar objectivamente sem definires uns quantos. Portanto, na minha opinião, o argumento que evocas não tem qualquer tipo de validade ou sustentação. Não passa de um acto de retórica que fica bem aos políticos, mas mal a quem quer discutir esta questão com a seriedade que o tema exige.

Por outro lado, sustentar que a avaliação dos alunos deve contar para a progressão na carreira dos docentes, é inverter o processo de avaliação em educação. Caso não tenhas dado por isso, qualquer professor que se preze (e os há bons e maus) não se demite do acto de educar. Numa sala de aula, quem educa são os professores e não os alunos. Já ponderaste bem as implicações que uma medida como esta pode ter dentro de uma sala de aula? A inversão da autoridade?
Dir-me-ás que na implementação de um sistema de qualidade de uma qualquer organização, é fundamental a avaliação feita pelos clientes. Absolutamente de acordo, mas esta avaliação é fundamental para avaliar o grau de satisfação pelo serviço prestado pela organização e não para avaliar as competências dos colaboradores.

Sustentas, ainda, que o resultado dos exames nacionais deverão ter maior peso na avaliação dos alunos, relativamente à avaliação feita pelos professores. Isto é negar a importância da avaliação contínua, defendida por qualquer organização nacional ou internacional e comummente aceite como o melhor modelo de avaliação em educação. O mesmo, naturalmente, aplica-se à avaliação dos docentes, uma vez que faz depender a progressão na carreira de um processo que não é pacífico (exames globais) e bastante contestado, pois um exame diz muito pouco acerca das aprendizagens. Dirá alguma coisa, mas não o fundamental.

Tudo isto é extremamente grave, mas se queres saber, nem é o que mais me preocupa. O que me vem atormentando é o mais recente Regime jurídico de autonomia, administração e gestão, que vai franquear os portões das escolas aos partidos e aos delegados políticos e que, inevitavelmente, terá consequências no processo de avaliação da carreira docente.
Como sabes, em última análise, a avaliação dos docentes será entregue aos coordenadores do departamentos curriculares e aos futuros directores das escolas que, pela entrada em vigor do Regime jurídico de autonomia e gestão, serão cargos de nomeação. E aqui estás a politizar todo o processo avaliativo. É fácil de entender: as assembleias de escola serão substituídas pelos conselhos gerais, constituídos por pessoal docente (não superior a 40%) e não docente, os pais e encarregados de educação (e também os alunos, no caso dos adultos e dos estudantes do ensino secundário), as autarquias e a comunidade local, nomeadamente as instituições, organizações e actividades económicas, sociais, culturais e científicas. De acordo com a proposta de decreto-lei, a presidência deste órgão nunca poderá ser exercida pelos professores. Assim sendo, adivinha quem é que irá presidir a estes novos conselhos? Pois é, as autarquias, uma vez qu,e por não ser remunerado, nenhum dos outros representantes terá disponibilidade para ocupá-lo. Ora, é este órgão que tem a competência de nomeação do Director que, por sua vez, irá nomear (deixam de ser eleitos) os coordenadores dos departamentos curriculares e irá presidir, por inerência, os conselho pedagógicos. Começas a perceber a trama? O que irá acontecer é que, em última análise, a avaliação será feita por boys dos partidos, colocados estrategicamente em todos os principais órgãos das escolas. E isto é que é grave. Falas tu em amiguismo no actual processo de avaliação. E este novo sistema, será o quê?
Pois é: os professores não só têm legítimas razões para estar desiludidos. Eu, se me mantivesse no ensino, estaria apavorado...

18.2.08

1ª Apóstola a Tino (que não o Isa)

Caro Tino:

sem querer ser ou parecer ofensivo, do teu texto Avaliação dos professores, publicado no dia 18 de Fevereiro, só há duas conclusões possíveis (que não se excluem obrigatoriamente): ou não reflectiste minimamente sobre a questão, ou não percebes puto de educação. Porque não existem outras conclusões, tal a quantidade e a qualidade dos dislates que proferiste (incrível que num post não tenhas conseguido acertar uma).

Mas eu disse que não te queria ofender, pelo que irei apresentar argumentos que, não minha opinião, deveriam ser desnecessários, mas pelos vistos não são.

1. Pôr um pai a avaliar o desempenho de um professor, é o mesmo que não reconhecer qualquer especificidade ao acto pedagógico. Qualquer um pode mandar uns bitaites, uma vez que todos são especialistas. Deixa-se de reconhecer portanto, necessidade de formação para o acto de ensinar e mesmo de avaliar (caso não saibas, os professores têm formação ao nível de avaliação). Esta medida, que tão acérrimamemente defendes, apenas foi introduzida para que o Governo ganhasse as federações de pais para as reformas que pretendia impor (sabendo, diante de mão, que existem mais pais do que professores);

2. Ouviste a questão colocada pelo Louçã? Pois neste caso ele está completamente certo. O novo modelo propõe a avaliação não de acordo com as qualidades do docente, mas com as qualidades da população discente, sendo efectivamente verdade que um professor colocado em escolas situadas em contextos socio-economico-culturais mais difíceis será prejudicado em relação a colegas colocados em boas escolas. Também é possível interpretar esta lei de modo a que todos os docentes sejam avaliados de igual forma, independentemente das disciplinas que leccionam;

3. Seres de opinião que as notas dos exames nacionais devem ter maior peso do que o trabalho diário feito pelos alunos revela bem o teu desconhecimento sobre o processo pedagógico e à importância que dás ao a qualidades como o trabalho, disciplina, o empenho! É tão ridículo que apenas te posso aconselhar a leitura de qualquer manualzito de segunda, para se aperceberes do absurdo da tua afirmação;

4. Ao contrário do que afirmas, este sistema irá promover o amiguismo e introduzir ainda menos rigor e exigência no ensino. Mais: sabendo à partida que os directores das escolas serão nomeados pelos futuros Conselhos de Escola (que irão substituir as Assembleias) e que estes, inevitavelmente, serão presididos pelas autarquias, estamos a permitir a entrada em cena do caciquismo e da politicazinha municipal num processo tão importante como é a avaliação de desempenho de um profissional;

5. É, efectivamente, fundamental avaliar o desempenho dos docentes. E seria tão fácil criar um instrumento mais ou menos fiável - uma vez que a avaliação é um processo sempre sujeito ao erro -, bastando pegar nas avaliações (milhares) dos estágios curriculares, promovidos pelas universidades. Mas isso, tu não sabes!

12.2.08

Mas anda tudo grosso?...

Se fizermos um périplo pela blogosfera madeirense, facilmente nos depararemos com críticas e aplausos ao mais recente blog regional, o Madeira: Ilha de Escárnio e Maldizer . Mas será que o nome do blog e do próprio blogger não indicam já o seu posicionamento na blogosfera: gozar à grande com tudo, mas muito especialmente com a política madeirense?

Vejam as manifestações que o blog já provocou no Ultraperiferias, no Apontamentos sem nome e no Sobrevoando o território e se não é caso para perguntar se não estarão todos bêbedos, por levarem tão a sério um blog que visa divertir?

7.2.08

La Lista Wip

La Lista Wip poderá ser um insuportável exercício de banalidade, como alguns já lhe chamaram, mas poderá eventualmente de ser um indicador, à escala global, daquilo que os consumidores dos países desenvolvidos procuram na net. Encabeçado pela Prisa, o projecto pretende dar a conhecer a lista daqueles que são os "mais procurados" da rede, actualizada diariamente através da utilização de "robots" de busca.

Hoje, encabeçam George W. Bush, com o astronómico número de 278.161.985 referências, seguindo-se Britney Spears e Bill Gates.

No top 10 estão ainda Eminem, Paris Hilton, Elvis Presley (décadas após a sua morte, continua a ser uma das mais importantes marcas globais), Madonna, Giorgio Armani, o engenheiro informático canadiano Francisco Burzi (?) e Mariah Carey.

No top 100 estão nomes como David Beckham (13ª e segundo europeu), Putin, Blair, Bill Clinton, Pamela Anderson, Bin Laden (37º), Messi (o segundo futebolista), Berlusconi, Saddam, ou Busta Rhymes (que encerra).

Como curiosidade, a lista dos "vips" portugueses é encabeçada por três futebolistas. Luís Figo é o primeiro (163º no top mundial), Cristiano Ronaldo (num surpreendente 643º do top mundial) e Maniche (esta, confesso, foi uma surpresa ainda maior, na posição 995 global).

Curiosamente, na posição 5642 a nível global, mas em 10º lugar entre os portugueses, surge... Carlos Pereira, presidente do Marítimo.

É o segundo "madeirense" e, entre os portugueses, está à frente de Siza Vieira, Maria de Medeiros ou do... Cardeal D. Henrique.

Um caso... estranho. Mas que não deixa de ser divertido

30.1.08

Carta aberta a Carlos Pereira

Caro colega blogger,

antes de mais, deixe que manifeste a minha estranheza pela forma como lançou o seu desafio.
Como sabe, na Conspiração às 7 existem vários bloggers, que frequentemente têm opiniões distintas sobre a realidade, pelo que o texto a que se refere apenas me compromete a mim, que o escrevi. Sabe, também, que todos os textos são assinados, pelo que me pareceu pouco urbano da sua parte não referir o nome do blogger cujos textos foram pretexto para o seu post. A referência "o conspiração" não me parece adequada, uma vez que não foi "o conspiração" que esteve activo na crítica ao governo da República. Todavia, a forma como trata os outros é uma questão que apenas lhe diz respeito a si.

Em segundo lugar, deixe que concorde consigo: efectivamente, a actividade dos outros bloggers e de outros blogs não é algo que lhe diga respeito. Mas deixe que lhe manifeste o meu prazer em registar a sua presença por cá. É sempre muito bem-vindo, ainda que para criticar e reconheço-lhe a si, como a todos os restantes leitores dos meus posts, legitimidade para comentar, fazer observações ou criticar. Tenho me situado neste horizonte teórico, na blogosfera, e ainda não tive qualquer razão para mudar.

Quanto à questão central do meu post e que motivou o seu desafio, deixe que, preliminarmente, lhe diga duas coisas:
1. a minha principal motivação foi fazer uma brincadeira com base na marca "Allgarve";
2. mantenho que esta marca foi uma das maiores patetices que vi até hoje e que apenas beneficiou a empresa que a criou.

Mas já que as razões para esta minha posição não parecem ser claras, passo a enumerar algumas:
1. A marca "Algarve" está consolidada no mercado do turismo há já muitos anos e, como sabe, é até utilizada ilegalmente por nuestros hermanos que promovem o turismo da Andaluzia com base na brand portuguesa;
2. A nova marca pode gerar confusão nos potenciais turistas;
3. Allgarve, a dizer alguma coisa, apenas o faz aos turistas britânicos, uma vez que o prefixo é um inglesismo. Nada diz aos portugueses, espanhóis, franceses e alemães, que, a par com os britânicos, constituem os principais consumidores da marca. Assim sendo, é quase ofensiva para todos estes potenciais clientes;
4. Para qualificar uma oferta ou até um conceito não é necessário reinventar a designação da marca. Todas as grandes marcas reinventam-se, sem alterarem o que as identificam verdadeiramente. Allgarve nada diz sobre a qualificação da oferta que se pretendeu fazer.
5. Apenas é necessário criar brands artificiais, quando não ainda não existe uma natural (com todo o potencial da marca Algarve);
6. Por último, corre-se o risco dos estrangeiros deixarem de (re)conhecer a designação correcta da região e acontecer o que já acontece com o Porto (Oporto), por exemplo. Não é grave, mas não me parece que devamos incentivar as incorrecções. Diz-se que a marca não muda o nome da região, mas ver-se-á o que acontecerá dentro de alguns (poucos) anos. Veremos se continuarão a escrever algarvios em vez de allgarvios.

Assim sendo, caro companheiro, não vejo em que é que a minha brincadeira crítica poderá pôr em causa o "desenvolvimento ou o bem-estar das pessoas" algarvias (ou allgarvias?!).

Quanto à sua crítica sobre a realidade da oferta turística madeirense ("se é que se pode chamar ao marasmo, aos atropelos, às lutas pessoais, às associações em pé de guerra, aos grupos empresariais sofregamente delapidando o capital turístico da região e ao desordenamento territorial, de politica!!!") deixo-lhe mais duas notas:
1. a sua descrição aplica-se soberbamente ao turismo algarvio (já lá esteve, não?);
2. reconheço a pertinência e a legitimidade de algumas observações. Agora afirmar que na Madeira há "marasmo", tenha lá paciência! Não conheço nenhuma região do país com tantos carnivals como a Madeira. Enumere-me apenas uma e ficarei satisfeito.

Por último, respondo ao seu desafio lançando-lhe outro em forma de duas perguntas:
1. diga de sua justiça qual é a mais-valia da brand Allgarve;
2. aponte objectivamente os principais problemas de que padece o turismo madeirense (mas deixe as generalidades e os lugares comuns de parte. Eu também gosto muitos deles, mas, then again, sou apenas um cidadão anónimo).

Receba os meus cordiais cumprimentos,

SG

29.1.08

Ops, mais um TPC?!

Os TPCs (tempinhos para clarificar) são sempre bem-vindos, que nós cá sabemos reconhecer o magister. Ainda que por vezes a clarificação não seja dirigida a nós, mas a outros alunos da turma. E sabemos bem que isso acontece... demasiadas vezes!

5.1.08

Equívoco

Tenho assistido à pseudo-polémica na blogosfera sobre a afirmação de D. José Policarpo de que "todas as expressões de ateísmo, todas as formas existenciais de negação ou esquecimento de Deus, continuam a ser o maior drama da humanidade". Ora, antes de mais, esta afirmação está retirada do seu contexto: uma missa de Natal, onde o Cardeal Patriarca pretendia exaltar o Amor de Cristo. D. José falava para os Católicos. Neste sentido, as palavras do cardeal são de esperança.
Para além disso, continuo a insistir que o ser humano tem uma forte dimensão religiosa (não apenas espiritual). A manifestação desta religiosidade nada tem a ver com a Ética: é, na minha opinião, de foro ontológico. É uma característica do Homem e faz parte da sua razão de ser. Neste sentido, a perda desta religiosidade - e na minha opinião, o ateísmo é uma forma de anular esta dimensão - amputa o ser humano. Torna-o menor. E por isso, é um dos maiores dramas da humanidade.
Não nos esqueçamos, ainda, que D. José Policarpo é o "líder" da Igreja Católica portuguesa. Não é líder de uma associação de cariz social, não é um político, não é elemento de um conselho deontológico. É um Homem de Fé, que numa homilia fala para a sua comunidade. Assim sendo, parece-me que toda esta pseudo-polémica nasceu de um equívoco, não restando muito mais a acrescentar!

23.12.07

LFM e o Ultraperiferias

Nos últimos dias, por motivos pessoais, tenho andado a leste da blogosfera. Por isso só hoje vi este post (Uma decisão) no Ultraperiferias.

Tenho pena que assim seja porque o blog do LFM contribuíu para o salto quantitativo e qualitativo que a blogosfera da Madeira registou em 2007.

Ainda espero que passado este período, que me parece de desencanto, o Luís Filipe Malheiro reconsidere a decisão.

19.12.07

Bom jantar!

Votos de um bom jantar a todos os bloggers que estarão presentes no convívio organizado pelo Baby_Boy_Swim.
Apenas lamento não poder estar presente, mas deixo os meus cumprimentos a todos.
Porque esta coisa da blogosfera deverá receber da nossa parte a importância que realmente tem. E fundamental, fundamental, são as pessoas e as relações que se estabelecem! Ainda que nos situemos em antípodas ideológicas.
Abraço a todos.
PS - Há jantaradas que valem a pena!

Novos blogs

Como o prometido é devido, actualizámos a lista de blogs de cá e respectivos links.

Da lista sairam, por falta de actualização, A Vida de um Maxikeiro, Aberto Até de Madrugada, Jhurnalisto (é pena o Paulo não o actualizar porque na minha opinião era dos melhores), o Mundo de Lady Arwen, Pináculos, Refúgio, Telas Acrílicas, Terra dos xavelhas, Um Dia de Cada Vez e Veleiro à Deriva.

Sei que a esmagadora maioria dos conspiradores (todos, exceptuando eu) teriam preferido uma limpeza mais global. Mas acho que assim tá porreiro.

Acrescentei ainda alguns. A saber:

Docas nas Asas do Desejo
Pérolas Intemporais
O Mundo do meu sonho
Zaragata no Calhau
Urbanidades
Best Of Madeira (Nuno Morna)

18.12.07

Docas nas asas do Desejo

Um blog com piada. De cá. Brevemente, vai para os links ali do lado (que têm de ser actualizados urgentemente, eu sei). Façam o favor de o lerem.

Docas nas asas do desejo;

10.12.07

Provocação

E você, sabe o que é um pleonasmo?!
O Pleonasmo é uma redundância linguística (também conhecido pelo termo filosófico de tautologia).
Denominado pleonasmo de reforço ou estilístico, trata-se do uso da redundância como figura de estilo, para enfatizar ou reforçar uma ideia, recorrendo às mesmas palavras ou a outras semelhantes. Muito utilizado por autores como Pessoa, Camões, Vergílio Ferreira.

Jantar de bloggers

Porque me parece uma boa ideia para deixarmos cair os nossos alter-egos bloggers e porque se estivesse na Madeira participaria, aqui fica a divulgação desta iniciativa.

5.12.07

...

A dona das Pérolas no Charco presenteou os conspiradores com um prémio. Pela minha parte, mostro-me grato!
Presumo que não será possível nomear outros cinco, porque somos muitos e com gostos eclécticos e diversificados. Fica o agradecimento à Bluminerva e a promessa de que continuarei a ser um frequentador assíduo daquele charco!