Na Madeira há uns indivíduos insaciáveis por autonomia.
Não sei se em casa quem manda é a esposa, ou se a falta de exercício de poder lhes diminui o ego. Nunca percebi, nem quero entender.
Entrou em vigor a nova lei do tabaco e passados uns dias foi apanhado com a boca na botija o Presidente do Governo.
De imediato ouvi dizer que a lei não era boa e que ninguém a tinha violado.
Passados uns dias, alguém lembrou-se da autonomia. Toca reescrever o texto da lei para acertar o fato à medida dos burgos do sítio.
Penso que quem age desta forma, está mal informado.
O TABACO MATA. Eu não fumo mas já assisti a conferências proferidas por médicos, sobre o vício do cigarro e fiquei chocado.
O meu conselho é que se aproveite a autonomia para benefício da população madeirense e não desta forma.
Para fazer uma lei que nem serve gregos nem troianos.
"Reúne sete ou oito sábios e tornar-se-ão outros tantos tolos, pois incapazes de chegar a acordo entre eles, discutem as coisas em vez de as fazerem" - António da Venafro
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13.2.08
11.12.07
Orçamento
Há 31 anos a Madeira adquiriu o Estatuto de Região Autónoma. Tem agora poderes, próprios e entretanto reforçou as competências em matéria fiscal e económica.
31 anos depois continua a ter uma economia frágil. Baseada no turismo, nos serviços da administração pública, na construção civil e num tecido empresarial que depende da saúde do resto dos sectores de actividade para sobreviver.
Continuamos a ser financeiramente dependentes de um pai que muitas vezes mal tratamos.
O nosso dinheiro nunca chegou para pagar as nossas contas. Nos últimos anos foram ensaiadas engenharias financeiras para fintar as regras impostas por um pai forreta (continente). Criamos sociedades de desenvolvimento, a IGA, o Serviço Regional de Saúde EP e outras do género estão a ser preparadas, como uma SGPS para gerir as águas da Madeira.
É com estes constrangimentos que começa hoje mais um debate da conta da Madeira.
Os números do Governo nunca coincidem com as contas da oposição.
Os bates de orçamentos são terrenos pantanosos. Têm uma matriz matemática, mas quem melhor domina as regras da retórica é que vence a batalha dos números.
Ao Governo compete fazer a defesa das contas. À oposição, revelar a fragilidade dos valores. É este o guião do filme que vai ser rodado nos próximos 4 dias no parlamento.
No final tudo vai ficar bem.
A democracia cumpriu-se, mas a democracia, só por si, não faz milagres. Muito menos económicos.
31 anos depois continua a ter uma economia frágil. Baseada no turismo, nos serviços da administração pública, na construção civil e num tecido empresarial que depende da saúde do resto dos sectores de actividade para sobreviver.
Continuamos a ser financeiramente dependentes de um pai que muitas vezes mal tratamos.
O nosso dinheiro nunca chegou para pagar as nossas contas. Nos últimos anos foram ensaiadas engenharias financeiras para fintar as regras impostas por um pai forreta (continente). Criamos sociedades de desenvolvimento, a IGA, o Serviço Regional de Saúde EP e outras do género estão a ser preparadas, como uma SGPS para gerir as águas da Madeira.
É com estes constrangimentos que começa hoje mais um debate da conta da Madeira.
Os números do Governo nunca coincidem com as contas da oposição.
Os bates de orçamentos são terrenos pantanosos. Têm uma matriz matemática, mas quem melhor domina as regras da retórica é que vence a batalha dos números.
Ao Governo compete fazer a defesa das contas. À oposição, revelar a fragilidade dos valores. É este o guião do filme que vai ser rodado nos próximos 4 dias no parlamento.
No final tudo vai ficar bem.
A democracia cumpriu-se, mas a democracia, só por si, não faz milagres. Muito menos económicos.
10.12.07
Provocação
E você, sabe o que é um pleonasmo?!
O Pleonasmo é uma redundância linguística (também conhecido pelo termo filosófico de tautologia).
Denominado pleonasmo de reforço ou estilístico, trata-se do uso da redundância como figura de estilo, para enfatizar ou reforçar uma ideia, recorrendo às mesmas palavras ou a outras semelhantes. Muito utilizado por autores como Pessoa, Camões, Vergílio Ferreira.
O Pleonasmo é uma redundância linguística (também conhecido pelo termo filosófico de tautologia).
Denominado pleonasmo de reforço ou estilístico, trata-se do uso da redundância como figura de estilo, para enfatizar ou reforçar uma ideia, recorrendo às mesmas palavras ou a outras semelhantes. Muito utilizado por autores como Pessoa, Camões, Vergílio Ferreira.
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