É inadmissível que o número um da Câmara do Funchal esteja preocupado com as horas extraordinárias dos funcionários.
O que Miguel Albuquerque não disse, mas quer dizer, é que não pode fazer mais porque a autarquia não tem dinheiro para fazer face às adversidades provocadas pelo mau tempo.
Será que é este o papel de uma Câmara Municipal, quando os munícipes mais precisam de ajuda???
"Reúne sete ou oito sábios e tornar-se-ão outros tantos tolos, pois incapazes de chegar a acordo entre eles, discutem as coisas em vez de as fazerem" - António da Venafro
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22.2.08
Ainda a propósito da selecção
Jorge:
Desta vez, não poderia estar mais em desacordo contigo.
Em primeiro lugar porque não seria pedido ao Marítimo, ao Nacional ou ao União para deixarem de participar nos "nacionais" de Portugal. Nem seria lógico que o fizessem. Como saberás, a existência de uma federação não implica que os emblemas madeirenses fiquem impedidos de competir em outros campeonatos. Os maiores clubes de Gales, por exemplo (um deles, de nome Wrexam, até eliminou o Porto numa edição da antiga Taça dos Campeões Europeus, se bem te recordas) jogam nas ligas profissionais de Inglaterra. Mas podem atingir a UEFA através da Taça do País de Gales (o bendito do Wrexam jogava na quarta divisão inglesa quando enviou directamente o "FCPÊ" para um melodrama que durou meses).
Mais recentemente, o Celtic de Glasgow e o Glasgow Rangers estudaram a hipótese de abandonar a liga escocesa, começando a participar na mais rentável liga inglesa. A ideia não está, de todo, posta de parte.
Em segundo lugar, os resultados desportivos nunca podem ser um factor importante para a decisão, como de resto compreenderás - a hipótese da selecção da Madeira participar num "europeu" ou num "mundial" é pouco mais que utópica. A análise da proposta deve ser feita segundo parâmetros meramente económicos. Caso sigas esse caminho, verás que representa uma excelente ideia para a promoção da Região. Um investimento com retorno garantido.
Se fizesses um teste, perguntando quantos portugueses conheciam o Leichenstein ou São Marino antes de nos termos cruzados com eles em desequilibradas jogatanas de futebol, verias que não eram assim tantos. É óbvio que os habitantes dos dois micro-estados estão-se a borrifar para o assunto, não precisam de portugueses para nada, mas isso é outra conversa...
Imaginas quantas reportagens se publicam na semana em que joga a selecção inglesa focando o jogo, a equipa "deles", a equipa adversária, o país (ou Região) onde jogarão o Lampard e companhia, falando sobre tudo e nada? São, meu caro Jorge, milhares.
Sabes que em média um jogo da selecção inglesa é acompanhado por mais de 100 jornalistas e técnicos que se deslocam ao país (Região) e ao estádio onde a equipa joga?
Sabes que em média mais de 5.000 ingleses assistem, em qualquer estádio do mundo, aos jogos da sua selecção? E que os 90 minutos são transmitidos, em directo ou em indeferido para vários canais de TV britânicos e para centenas de canais de TV dos cinco continentes? E que resumos dos jogos são transmitidos para milhões de espectadores espalhados pelo globo? Sabes quantas horas de televisão (para seguir o exemplo que te dei) mas também quantas páginas de jornais, quantas horas em rádios, quanto tráfego na net isso representaria para a Madeira? Sabes quanto seria necessário investir para ter tamanha cobertura mediática através de outro acontecimento qualquer?
Num "grupo normal de qualificação" jogaríamos contra cinco ou seis adversários. Teríamos, fatalmente, de defrontar um (ou dois) cabeças de série (tirando Portugal, são todas equipas do primeiro mundo, a saber: Itália, França, Alemanha, Espanha, etc). Repara o que representaria, em termos de promoção, jogar contra um destes adversários...
Exemplifico-te olhando o grupo onde está inserido Portugal na próxima fase de qualificação para o "mundial":
jogamos contra a Suécia, a Dinamarca, a Hungria, a Albânia, Malta e o Cazaquistão. Se reparares, os único países que não representam mercados turísticos apetecíveis são a Albânia (felizmente, digo eu) e a terra adoptiva do Borat!
É óbvio que qualquer madeirense que se preze vai continuar a torcer afincadamente pela selecção portuguesa. E eu também. É óbvio que a "praça euro" continuará a encher de cachecóis verdes e vermelhos. É óbvio que cada jogo de Portugal irá ser seguido na Madeira em clima de algazarra colectiva.
Não me parece que a rapaziada das Ilhas Faroé queira ser independente só porque uma equipa os representa desgraçadamente em competição.
Só num país como Portugal, que atribui ao futebol uma importância que manifestamente não tem, se pode pensar que um bando de rapazes de azul e amarelo contribuirá para "minar" a unidade nacional. A unidade nacional, como saberás, meu caro amigo, não tem como pilar (ou pelo menos não deveria ter) uma selecção de futebol (que ainda por cima, em breve, mais basileiros que portugueses).
Creio que é tempo de olharmos de forma inteligente para o Desporto e para as vantagens promocionais que a associação ao fenómeno potenciam. É corrente dizer-se que o futebol é um dos meios mais eficazes para dar a conhecer todos os tipos de marcas, bens ou serviços. Mas eu acrescento que só o é para as marcas que conseguem rentabilizar de forma inteligente (desculpa a repetição) a associação ao jogo, às selecções, aos clubes ou aos agentes, canalizando os seus investimentos para os meios que melhor comuniquem os valores que cada marca individualmente comporta.
Quanto a afirmações feitas sobre o assunto em outros blogs, que nada têm a ver contigo, revelam só uma coisa: ignorancia pura sobre o que é "promoção".
Abraço, camarada. Vou deixar a caixa de comentários aberta, excepcionalmente, para ti, se quiseres responder.
Gonçalo
Desta vez, não poderia estar mais em desacordo contigo.
Em primeiro lugar porque não seria pedido ao Marítimo, ao Nacional ou ao União para deixarem de participar nos "nacionais" de Portugal. Nem seria lógico que o fizessem. Como saberás, a existência de uma federação não implica que os emblemas madeirenses fiquem impedidos de competir em outros campeonatos. Os maiores clubes de Gales, por exemplo (um deles, de nome Wrexam, até eliminou o Porto numa edição da antiga Taça dos Campeões Europeus, se bem te recordas) jogam nas ligas profissionais de Inglaterra. Mas podem atingir a UEFA através da Taça do País de Gales (o bendito do Wrexam jogava na quarta divisão inglesa quando enviou directamente o "FCPÊ" para um melodrama que durou meses).
Mais recentemente, o Celtic de Glasgow e o Glasgow Rangers estudaram a hipótese de abandonar a liga escocesa, começando a participar na mais rentável liga inglesa. A ideia não está, de todo, posta de parte.
Em segundo lugar, os resultados desportivos nunca podem ser um factor importante para a decisão, como de resto compreenderás - a hipótese da selecção da Madeira participar num "europeu" ou num "mundial" é pouco mais que utópica. A análise da proposta deve ser feita segundo parâmetros meramente económicos. Caso sigas esse caminho, verás que representa uma excelente ideia para a promoção da Região. Um investimento com retorno garantido.
Se fizesses um teste, perguntando quantos portugueses conheciam o Leichenstein ou São Marino antes de nos termos cruzados com eles em desequilibradas jogatanas de futebol, verias que não eram assim tantos. É óbvio que os habitantes dos dois micro-estados estão-se a borrifar para o assunto, não precisam de portugueses para nada, mas isso é outra conversa...
Imaginas quantas reportagens se publicam na semana em que joga a selecção inglesa focando o jogo, a equipa "deles", a equipa adversária, o país (ou Região) onde jogarão o Lampard e companhia, falando sobre tudo e nada? São, meu caro Jorge, milhares.
Sabes que em média um jogo da selecção inglesa é acompanhado por mais de 100 jornalistas e técnicos que se deslocam ao país (Região) e ao estádio onde a equipa joga?
Sabes que em média mais de 5.000 ingleses assistem, em qualquer estádio do mundo, aos jogos da sua selecção? E que os 90 minutos são transmitidos, em directo ou em indeferido para vários canais de TV britânicos e para centenas de canais de TV dos cinco continentes? E que resumos dos jogos são transmitidos para milhões de espectadores espalhados pelo globo? Sabes quantas horas de televisão (para seguir o exemplo que te dei) mas também quantas páginas de jornais, quantas horas em rádios, quanto tráfego na net isso representaria para a Madeira? Sabes quanto seria necessário investir para ter tamanha cobertura mediática através de outro acontecimento qualquer?
Num "grupo normal de qualificação" jogaríamos contra cinco ou seis adversários. Teríamos, fatalmente, de defrontar um (ou dois) cabeças de série (tirando Portugal, são todas equipas do primeiro mundo, a saber: Itália, França, Alemanha, Espanha, etc). Repara o que representaria, em termos de promoção, jogar contra um destes adversários...
Exemplifico-te olhando o grupo onde está inserido Portugal na próxima fase de qualificação para o "mundial":
jogamos contra a Suécia, a Dinamarca, a Hungria, a Albânia, Malta e o Cazaquistão. Se reparares, os único países que não representam mercados turísticos apetecíveis são a Albânia (felizmente, digo eu) e a terra adoptiva do Borat!
É óbvio que qualquer madeirense que se preze vai continuar a torcer afincadamente pela selecção portuguesa. E eu também. É óbvio que a "praça euro" continuará a encher de cachecóis verdes e vermelhos. É óbvio que cada jogo de Portugal irá ser seguido na Madeira em clima de algazarra colectiva.
Não me parece que a rapaziada das Ilhas Faroé queira ser independente só porque uma equipa os representa desgraçadamente em competição.
Só num país como Portugal, que atribui ao futebol uma importância que manifestamente não tem, se pode pensar que um bando de rapazes de azul e amarelo contribuirá para "minar" a unidade nacional. A unidade nacional, como saberás, meu caro amigo, não tem como pilar (ou pelo menos não deveria ter) uma selecção de futebol (que ainda por cima, em breve, mais basileiros que portugueses).
Creio que é tempo de olharmos de forma inteligente para o Desporto e para as vantagens promocionais que a associação ao fenómeno potenciam. É corrente dizer-se que o futebol é um dos meios mais eficazes para dar a conhecer todos os tipos de marcas, bens ou serviços. Mas eu acrescento que só o é para as marcas que conseguem rentabilizar de forma inteligente (desculpa a repetição) a associação ao jogo, às selecções, aos clubes ou aos agentes, canalizando os seus investimentos para os meios que melhor comuniquem os valores que cada marca individualmente comporta.
Quanto a afirmações feitas sobre o assunto em outros blogs, que nada têm a ver contigo, revelam só uma coisa: ignorancia pura sobre o que é "promoção".
Abraço, camarada. Vou deixar a caixa de comentários aberta, excepcionalmente, para ti, se quiseres responder.
Gonçalo
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bola quadrada
21.2.08
Concordo sim senhor
A ideia de criar uma Federação de Futebol da Madeira, abrindo caminho a uma representação da Região nos campeonatos do mundo e da europa, permitindo ainda às equipas regionais participar nas primeiras eliminatórias das provas da UEFA tem alguns méritos.
O principal é a mais-valia que uma representação da Madeira nas eliminatórias do "europeu" ou do "mundial" representaria para a promoção da Região.
Basta pensar que todas as selecções "grandes" - Itália, Alemanha, Inglaterra, Espanha ou França - viajam com milhares de adeptos atrás. Que cada jogo com uma dessas equipas é objecto de transmissão televisiva para os referidos países (pelo menos). Os dias anteriores e posteriores aos jogos em que participam são preenchidas com centenas (ou milhares) de reportagens para televisões, jornais, rádios, entre outros meios. E que o futebol é, de facto, um dos veículos de comunicação mais fortes para todos os tipos de marcas que a ele se associam.
Tudo é o resto na proposta acaba por ser de importância menor. Mas se calhar é fundamental para "convencer" os mais fervorosos adeptos do Marítimo, do Nacional ou do União. É que uma "ida à Europa" ali ao virar da esquina e sem grande esforço não acontece todos os dias.
Deixo apenas uma pergunta: a função de promover a Região seria, caso houvesse a federação, cumprida pela selecção. Faria sentido continuar a actual política desportiva de apoio aos clubes com o objectivo de fazerem a promoção da Região? Ou deveriam as verbas ser reduzidas para que se apostasse na formação, sendo o seleccionado uma montra para os jovens jogadores do arquipélago?
O principal é a mais-valia que uma representação da Madeira nas eliminatórias do "europeu" ou do "mundial" representaria para a promoção da Região.
Basta pensar que todas as selecções "grandes" - Itália, Alemanha, Inglaterra, Espanha ou França - viajam com milhares de adeptos atrás. Que cada jogo com uma dessas equipas é objecto de transmissão televisiva para os referidos países (pelo menos). Os dias anteriores e posteriores aos jogos em que participam são preenchidas com centenas (ou milhares) de reportagens para televisões, jornais, rádios, entre outros meios. E que o futebol é, de facto, um dos veículos de comunicação mais fortes para todos os tipos de marcas que a ele se associam.
Tudo é o resto na proposta acaba por ser de importância menor. Mas se calhar é fundamental para "convencer" os mais fervorosos adeptos do Marítimo, do Nacional ou do União. É que uma "ida à Europa" ali ao virar da esquina e sem grande esforço não acontece todos os dias.
Deixo apenas uma pergunta: a função de promover a Região seria, caso houvesse a federação, cumprida pela selecção. Faria sentido continuar a actual política desportiva de apoio aos clubes com o objectivo de fazerem a promoção da Região? Ou deveriam as verbas ser reduzidas para que se apostasse na formação, sendo o seleccionado uma montra para os jovens jogadores do arquipélago?
Projectos de duvidosa qualidade
O grupo SIRAM continua a sua cruzada nas Ilhas do Atlântico.
Depois de ter vendido à Madeira e aos portosantenses o inestético Colombo`s Resort da autoria do conceituado arquitecto catalão - Ricardo Bofill - o empresário Sílvio Santos aparece por detrás de um outro duvidoso projecto.
Desta vez trata-se de um uma central fotovoltaica alimentada a partir de biomassa (transformação de produtos florestais e outros detritos animais), para produzir energia - cinco megawatts segundo os estudos já realizados.
Confesso que nada percebo sobre produção de electricidade, muito menos a partir de restos de animais e de produtos da floresta.
Caso ainda não tenha acontecido o milagre da multiplicação, o Porto Santo tem meia dúzia de árvores. As bruscas alterações climáticas aconselham a manter inalterado o património natural, leia-se árvores, sobretudo num pequeno território como é o caso da Ilha.
A minha questão é simples. Como e com que é que vão alimentar a central?
Será que não existem energias mais limpas???
No caso do novo hotel, que está quase pronto, é um mau projecto de arquitectura, porque agride o meio ambiente.
Temo que a anunciada central transforme-se num outro monstro para a ilha.
Depois de ter vendido à Madeira e aos portosantenses o inestético Colombo`s Resort da autoria do conceituado arquitecto catalão - Ricardo Bofill - o empresário Sílvio Santos aparece por detrás de um outro duvidoso projecto.
Desta vez trata-se de um uma central fotovoltaica alimentada a partir de biomassa (transformação de produtos florestais e outros detritos animais), para produzir energia - cinco megawatts segundo os estudos já realizados.
Confesso que nada percebo sobre produção de electricidade, muito menos a partir de restos de animais e de produtos da floresta.
Caso ainda não tenha acontecido o milagre da multiplicação, o Porto Santo tem meia dúzia de árvores. As bruscas alterações climáticas aconselham a manter inalterado o património natural, leia-se árvores, sobretudo num pequeno território como é o caso da Ilha.
A minha questão é simples. Como e com que é que vão alimentar a central?
Será que não existem energias mais limpas???
No caso do novo hotel, que está quase pronto, é um mau projecto de arquitectura, porque agride o meio ambiente.
Temo que a anunciada central transforme-se num outro monstro para a ilha.
11.12.07
A Marca chega a Portugal
A Económica SGPS, proprietária do Diário Económico e Semanário Económico, vai lançar, ainda antes do Euro 2008, a edição portuguesa do jornal A Marca. Que promete ter um alinhamento equidistante dos três maiores clubes, procurando assim abranger o maior número de leitores possível. Mais atenção ao campeonato espanhol (a competição "fora de portas" mais seguida em Portugal) e aos clubes ditos pequenos são outras das possíveis mais-valias do projecto.
27.9.07
A BIRRA DE SANTANA.
Assisti, em directo, ao triste espectáculo de Pedro Santana Lopes na SIC notícias. Confesso que fiquei, abesbélico, com a reacção do antigo Primeiro-ministro. Tal como eu, julgo que existem muitos portugueses que não reconhecem, que Santana Lopes desempenhou tão importante cargo. As razões para o descrédito são as que o empurraram, e o deixaram cair, da cadeira do poder.
O directo até correu mal para a SIC e para o jornalista que aguardava a chegada de José Mourinho, mas continuo a achar, tal como considerou a Direcção de informação da SIC, que era pertinente interromper a entrevista para dar a chegada do treinador.
Os portugueses dão cada vez menos importância à política. Só os políticos é que não querem ver, ou perceber, que houve uma mudança de paradigma. A confirmação do que acabo de dizer é o triste espectáculo das directas do PSD.
Não tenho dúvidas que os partidos, tal como existem, têm os dias contados. São autênticos sacos de pulgas.
Como se não bastasse, muitos dos políticos existem graças à comunicação social, que os colocou nas luzes da ribalta. Santana Lopes é um bom exemplo. Na hora da verdade, provou que valia zero.
Agora considera-se special one, quando lhe falta estatuto para….
A política será reservada aos homens (e mulheres) bons, tal como já foi num passado não muito longínquo.
O directo até correu mal para a SIC e para o jornalista que aguardava a chegada de José Mourinho, mas continuo a achar, tal como considerou a Direcção de informação da SIC, que era pertinente interromper a entrevista para dar a chegada do treinador.
Os portugueses dão cada vez menos importância à política. Só os políticos é que não querem ver, ou perceber, que houve uma mudança de paradigma. A confirmação do que acabo de dizer é o triste espectáculo das directas do PSD.
Não tenho dúvidas que os partidos, tal como existem, têm os dias contados. São autênticos sacos de pulgas.
Como se não bastasse, muitos dos políticos existem graças à comunicação social, que os colocou nas luzes da ribalta. Santana Lopes é um bom exemplo. Na hora da verdade, provou que valia zero.
Agora considera-se special one, quando lhe falta estatuto para….
A política será reservada aos homens (e mulheres) bons, tal como já foi num passado não muito longínquo.
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bola quadrada,
breves,
Efemérides
20.9.07
Conspirar
No meu país as crianças nascem em ambulâncias.
A justiça, existe, mas é lenta, ou funciona mal.
A democracia tem apenas 33 anos.
Na minha terra, só conheço dois bispos e um presidente.
A social-democracia é uma espécie de ópio oferecido ao povo.
Como contra partida, garantem que tenho sol todo o ano. Que dificilmente serei assaltado, apesar do Funchal ser uma das cidades do país, (a terceira) onde o furto mais cresceu.
Ao conceito, há quem chame qualidade de vida.
A justiça, existe, mas é lenta, ou funciona mal.
A democracia tem apenas 33 anos.
Na minha terra, só conheço dois bispos e um presidente.
A social-democracia é uma espécie de ópio oferecido ao povo.
Como contra partida, garantem que tenho sol todo o ano. Que dificilmente serei assaltado, apesar do Funchal ser uma das cidades do país, (a terceira) onde o furto mais cresceu.
Ao conceito, há quem chame qualidade de vida.
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Aterrar noutro planeta,
Autonomia,
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Chuchar no dedo,
contributos
7.8.07
Barreiros
Esperemos que esta época o Estádio dos Barreiros encha.
(há de ser sempre o "meu" estádio. Foi lá que aprendi a ver futebol, em tardes ensolaradas de domingo, com tremoços e vendedores de gelados, gritos e ambições desmedidas, bandeiras e cachecóis, árbitros "gatunos", jogadores trapalhões, palmas e apupos, sustos, muitos sustos. E alguns abraços após o "último minuto". Daí ter tirado estas fotografias.)
22.6.07
Pinto cercado
Parece que a "coisa" tá a ficar complicada para os lados do sr. Pinto da Costa... É caso para dizer que o Pinto está cercado...
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