É inadmissível que o número um da Câmara do Funchal esteja preocupado com as horas extraordinárias dos funcionários.
O que Miguel Albuquerque não disse, mas quer dizer, é que não pode fazer mais porque a autarquia não tem dinheiro para fazer face às adversidades provocadas pelo mau tempo.
Será que é este o papel de uma Câmara Municipal, quando os munícipes mais precisam de ajuda???
"Reúne sete ou oito sábios e tornar-se-ão outros tantos tolos, pois incapazes de chegar a acordo entre eles, discutem as coisas em vez de as fazerem" - António da Venafro
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25.10.07
O crime perfeito
A partir de ontem, sinto-me mais português.
O assalto à ourivesaria “David Rosas”, no Funchal, espalhou o medo na Madeira e trouxe o mal (português) que faltava para a região.
No continente, os últimos meses foram trágicos. Nunca o país foi alvo de tantos e tão orquestrados assaltos à mão armada.
O método é idêntico lá e cá: - roubam um carro, chegam em pleno dia ao local do crime e, em menos de dois minutos, desaparecem sem que ninguém os “veja”. São crimes perfeitos.
Até há sensivelmente 4 anos os continentais só ouviam dizer que um banco, bomba de gasolina, ou uma ourivesaria tinham sido assaltados. Agora acreditam que o crime aconteça a qualquer hora e local. Do mesmo receiam os madeirenses. Julgavam que a região era imune ao crime, mas ele aconteceu. Para já sem “feridos” ou mortes, é verdade, mas caso fosse necessário fazer sangue, não tenho a menor dúvida que os “bandidos” tinham semeado o terror na região, em vez do actual estado de medo.
Nesta história a polícia não está isenta de culpa. Como é que um carro roubado, não tenha sido encontrado 12 horas depois? A Madeira tem 741 km quadrados e é uma ilha.
Quais foram as diligencias executadas pela PSP para localizar o veículo?
A outra questão, é que ninguém acredita que os “bandidos” sejam madeirenses. Até nisto somos portugueses. Pois eu receio que, pelo menos um, senão todos, é de cá.
O que vão agora fazer, caso não sejam identificados? Guardar o material e aos poucos, introduzi-lo nos mercados externos.
Quando é o próximo assalto?
O assalto à ourivesaria “David Rosas”, no Funchal, espalhou o medo na Madeira e trouxe o mal (português) que faltava para a região.
No continente, os últimos meses foram trágicos. Nunca o país foi alvo de tantos e tão orquestrados assaltos à mão armada.
O método é idêntico lá e cá: - roubam um carro, chegam em pleno dia ao local do crime e, em menos de dois minutos, desaparecem sem que ninguém os “veja”. São crimes perfeitos.
Até há sensivelmente 4 anos os continentais só ouviam dizer que um banco, bomba de gasolina, ou uma ourivesaria tinham sido assaltados. Agora acreditam que o crime aconteça a qualquer hora e local. Do mesmo receiam os madeirenses. Julgavam que a região era imune ao crime, mas ele aconteceu. Para já sem “feridos” ou mortes, é verdade, mas caso fosse necessário fazer sangue, não tenho a menor dúvida que os “bandidos” tinham semeado o terror na região, em vez do actual estado de medo.
Nesta história a polícia não está isenta de culpa. Como é que um carro roubado, não tenha sido encontrado 12 horas depois? A Madeira tem 741 km quadrados e é uma ilha.
Quais foram as diligencias executadas pela PSP para localizar o veículo?
A outra questão, é que ninguém acredita que os “bandidos” sejam madeirenses. Até nisto somos portugueses. Pois eu receio que, pelo menos um, senão todos, é de cá.
O que vão agora fazer, caso não sejam identificados? Guardar o material e aos poucos, introduzi-lo nos mercados externos.
Quando é o próximo assalto?
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15.10.07
O princípio do mal.
O mal chegou disfarçado de mosquito.
Instalou-se na freguesia onde vive o número um do governo e em silêncio aterroriza a capital.
Desde a chegada dos incómodos insectos, já foi julgado um autarca por corrupção, (caso Lobo) foi aberto o livro das negociatas da Câmara do Funchal, ficou a nu o licenciamento do hotel CS Madeira e instalou-se a dúvida sobre o poder judicial na Madeira.
Em simultâneo o mosquito provoca o medo e estragos na carteira dos cidadãos picados. O pior é que alguns médicos já não sabem o que receitar.
Quer isto dizer uma coisa muito simples: quer num caso – o dos mosquitos – quer no outro – o da corrupção – o problema foi e está a ser subavaliado.
Há um estudo sobre as alterações climáticas, coordenado pelo professor Filipe Duarte Santos, (climaat II) e já apresentado no Funchal (2006) pela Secretaria do Ambiente, que é claro: - alerta para a falta de água e para as doenças subtropicais nos próximos anos; décadas, na Madeira.
A pergunta é simples. Do que é que estão à espera? Que a praga dos mosquitos chegue a toda a região?
Num Estado Norte-Americano, o mesmo mosquito foi extinto. Porque é que aqui aumenta? Mais. Dizem alguns entendidos na matéria, que caso seja picado um imigrante brasileiro ou africano, portador da doença de dengue ou febre-amarela, o problema torna-se grave.
Quanto ao poder judicial na Madeira, acho que a questão é de âmbito nacional. Nos últimos anos e na sequência do processo “Casa Pia” multiplicaram-se os exemplos de inoperacionalidade da justiça em Portugal.
Se ela não funciona ou funciona mal é fácil concluir o que penso sobre a corrupção na Madeira e no meu país. Aliás, há estudos internacionais que são claros sobre esta matéria, no mundo e nos países latinos.
Instalou-se na freguesia onde vive o número um do governo e em silêncio aterroriza a capital.
Desde a chegada dos incómodos insectos, já foi julgado um autarca por corrupção, (caso Lobo) foi aberto o livro das negociatas da Câmara do Funchal, ficou a nu o licenciamento do hotel CS Madeira e instalou-se a dúvida sobre o poder judicial na Madeira.
Em simultâneo o mosquito provoca o medo e estragos na carteira dos cidadãos picados. O pior é que alguns médicos já não sabem o que receitar.
Quer isto dizer uma coisa muito simples: quer num caso – o dos mosquitos – quer no outro – o da corrupção – o problema foi e está a ser subavaliado.
Há um estudo sobre as alterações climáticas, coordenado pelo professor Filipe Duarte Santos, (climaat II) e já apresentado no Funchal (2006) pela Secretaria do Ambiente, que é claro: - alerta para a falta de água e para as doenças subtropicais nos próximos anos; décadas, na Madeira.
A pergunta é simples. Do que é que estão à espera? Que a praga dos mosquitos chegue a toda a região?
Num Estado Norte-Americano, o mesmo mosquito foi extinto. Porque é que aqui aumenta? Mais. Dizem alguns entendidos na matéria, que caso seja picado um imigrante brasileiro ou africano, portador da doença de dengue ou febre-amarela, o problema torna-se grave.
Quanto ao poder judicial na Madeira, acho que a questão é de âmbito nacional. Nos últimos anos e na sequência do processo “Casa Pia” multiplicaram-se os exemplos de inoperacionalidade da justiça em Portugal.
Se ela não funciona ou funciona mal é fácil concluir o que penso sobre a corrupção na Madeira e no meu país. Aliás, há estudos internacionais que são claros sobre esta matéria, no mundo e nos países latinos.
29.9.07
Resposta para o Gonçalo
A única coisa que reconheço em Pedro Santana Lopes é a coragem de não concordar com a SIC e de protestar em directo.
Na minha opinião, abre um interessante precedente (debate) na televisão nacional.
Quanto ao resto, vamos aos factos: O directo (exterior) demorou 1 minuto e meio. Quando a entrevista foi interrompida já ia longa. Santana já repetia ideias. Embrulhava-se em argumentos para justificar o adiamento das eleições do PSD. Toda a gente já tinha percebido a mensagem.
A realidade profissional
Em televisão é necessário ritmo. “Galopar” para não chatear o telespectador. Revelam as audiências, dizem os manuais do audiovisual. Por mais importante que seja a notícia, a entrevista, o documentário, a série, etc., etc., é necessário trabalhar bem a forma para adaptá-la ao meio. No caso concreto, à televisão.
Quantos aos critérios do que é notícia, apresentados pelo Gonçalo para sustentar o texto, reconheço que os usou de forma inteligente, mas tal como eu sei, julgo que ele também sabe, que existem outros critérios. Além disso, o jornalismo não é uma ciência nem obedece a um método fechado. Trabalha com muitas variáveis. Aliás, ninguém melhor do que ele, devido à formação académica de base, para saber do que falo.
Um outro pormenor é critérios jornalísticos, e critérios editoriais. São coisas diferentes. A SIC Notícias assume-se como um canal 100% de informação. Por este motivo, considero que a interrupção da entrevista se enquadra dentro de Livro de Estilo do canal. Se o caso fosse numa estação generalista, (RTP, TVI ou a própria SIC) compreenderia a birra de Santana.
Quanto à política, acho que estamos entendidos. Já nem tudo é política caro amigo. Infelizmente, ainda existem muitos políticos, neste país, que não perceberam isso. Julgam que o mundo gira em volta dos discursos que fazem.
O próprio jornalismo está a mudar. Já não se abrem telejornais ou blocos de informação só com política ou políticos. E a explicação é simples: - o espaço que outrora ocupavam nos meios de comunicação social e na própria comunidade, foi paulatinamente roubado por outros protagonista, que emergiram da sociedade civil.
PS - por razões técnicas, do meu computador, só agora foi possível contra-argumentar o texto do Gonçalo:- "Bem Vindos ao Circo"
Na minha opinião, abre um interessante precedente (debate) na televisão nacional.
Quanto ao resto, vamos aos factos: O directo (exterior) demorou 1 minuto e meio. Quando a entrevista foi interrompida já ia longa. Santana já repetia ideias. Embrulhava-se em argumentos para justificar o adiamento das eleições do PSD. Toda a gente já tinha percebido a mensagem.
A realidade profissional
Em televisão é necessário ritmo. “Galopar” para não chatear o telespectador. Revelam as audiências, dizem os manuais do audiovisual. Por mais importante que seja a notícia, a entrevista, o documentário, a série, etc., etc., é necessário trabalhar bem a forma para adaptá-la ao meio. No caso concreto, à televisão.
Quantos aos critérios do que é notícia, apresentados pelo Gonçalo para sustentar o texto, reconheço que os usou de forma inteligente, mas tal como eu sei, julgo que ele também sabe, que existem outros critérios. Além disso, o jornalismo não é uma ciência nem obedece a um método fechado. Trabalha com muitas variáveis. Aliás, ninguém melhor do que ele, devido à formação académica de base, para saber do que falo.
Um outro pormenor é critérios jornalísticos, e critérios editoriais. São coisas diferentes. A SIC Notícias assume-se como um canal 100% de informação. Por este motivo, considero que a interrupção da entrevista se enquadra dentro de Livro de Estilo do canal. Se o caso fosse numa estação generalista, (RTP, TVI ou a própria SIC) compreenderia a birra de Santana.
Quanto à política, acho que estamos entendidos. Já nem tudo é política caro amigo. Infelizmente, ainda existem muitos políticos, neste país, que não perceberam isso. Julgam que o mundo gira em volta dos discursos que fazem.
O próprio jornalismo está a mudar. Já não se abrem telejornais ou blocos de informação só com política ou políticos. E a explicação é simples: - o espaço que outrora ocupavam nos meios de comunicação social e na própria comunidade, foi paulatinamente roubado por outros protagonista, que emergiram da sociedade civil.
PS - por razões técnicas, do meu computador, só agora foi possível contra-argumentar o texto do Gonçalo:- "Bem Vindos ao Circo"
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20.9.07
Conspirar
No meu país as crianças nascem em ambulâncias.
A justiça, existe, mas é lenta, ou funciona mal.
A democracia tem apenas 33 anos.
Na minha terra, só conheço dois bispos e um presidente.
A social-democracia é uma espécie de ópio oferecido ao povo.
Como contra partida, garantem que tenho sol todo o ano. Que dificilmente serei assaltado, apesar do Funchal ser uma das cidades do país, (a terceira) onde o furto mais cresceu.
Ao conceito, há quem chame qualidade de vida.
A justiça, existe, mas é lenta, ou funciona mal.
A democracia tem apenas 33 anos.
Na minha terra, só conheço dois bispos e um presidente.
A social-democracia é uma espécie de ópio oferecido ao povo.
Como contra partida, garantem que tenho sol todo o ano. Que dificilmente serei assaltado, apesar do Funchal ser uma das cidades do país, (a terceira) onde o furto mais cresceu.
Ao conceito, há quem chame qualidade de vida.
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25.7.07
E que tal baralhar outra vez?
Marques Mendes, Aguiar Branco e Luís Filipe Menezes...
Xiça, não é melhor começar de novo? Baralhar e voltar a dar a ver se sai trunfo? Fechar a tasca por uns tempos? Passar o Verão em Porto Rico?
Bem sei que o bom do Mendes tem sido simpático para com o pessoal cá da terra. Mas não só. Tem espalhado simpatia para com o primeiro-sargento Sócrates. Nos debates mensais então, é um ver se te avias de salamaleques...
Xiça, não é melhor começar de novo? Baralhar e voltar a dar a ver se sai trunfo? Fechar a tasca por uns tempos? Passar o Verão em Porto Rico?
Bem sei que o bom do Mendes tem sido simpático para com o pessoal cá da terra. Mas não só. Tem espalhado simpatia para com o primeiro-sargento Sócrates. Nos debates mensais então, é um ver se te avias de salamaleques...
19.6.07
A bota de ouro
Antes em Roma havia um príncipe: Giannini. Agora há um imperador: Totti. Eis o novo bota de ouro europeu. Nada mau para quem nem é ponta-de-lança.


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