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13.2.08

À Espera da ASAE

Na Madeira há uns indivíduos insaciáveis por autonomia.
Não sei se em casa quem manda é a esposa, ou se a falta de exercício de poder lhes diminui o ego. Nunca percebi, nem quero entender.

Entrou em vigor a nova lei do tabaco e passados uns dias foi apanhado com a boca na botija o Presidente do Governo.
De imediato ouvi dizer que a lei não era boa e que ninguém a tinha violado.

Passados uns dias, alguém lembrou-se da autonomia. Toca reescrever o texto da lei para acertar o fato à medida dos burgos do sítio.

Penso que quem age desta forma, está mal informado.
O TABACO MATA. Eu não fumo mas já assisti a conferências proferidas por médicos, sobre o vício do cigarro e fiquei chocado.

O meu conselho é que se aproveite a autonomia para benefício da população madeirense e não desta forma.
Para fazer uma lei que nem serve gregos nem troianos.

17.9.07

Ideias lunares

Apesar de algum retardamento, não posso deixar de passar algumas das afirmações do Jerónimo de Sousa, antes e pós Festa do Avante. Então não é que o homem continua a achar que na China existe uma sociedade socialista, que as FARC são um grupo de ches guevaras sequiosos de liberdade e que o Chávez é o ícone da libertação sul-americana. Eu às vezes pergunto-me onde raio é que vivem os comunistas portugueses. Na lua?!

31.7.07

Os fugitivos

A delegação cubana presente nos jogos pan-americanos que decorreram no Brasil regressou a casa um dia mais cedo que o previsto. Houve atletas que nem puderam receber as medalhas a que tinham direito perante a ordem expressa de retornar a casa vinda de Havana. O motivo não foi uma epidemia nem uma má disposição súbita e generalizada. E muito menos a morte do velho ditador. Ao que consta, o regime democrático cubano pelou-se de medo que ocorresse uma onda de deserções em massa, já que alguns atletas cubanos, durante os jogos, tinham ido comprar cigarros e ainda não tinham regressado. O regime cubano, em desespero, tentou assim cortar o mal pela raiz antes que o vírus se espalhasse e o avião regressasse vazio.

Nunca percebi como é que um regime tão maravilhoso, onde se respira a verdadeira liberdade e a verdadeira democracia como defende o PC, tem tanta gente a querer fugir: a nado ou de barco, arriscando a vida para chegar à Florida, ou correndo, para a tabacaria mais próxima, mal aterra noutro país.