O Magno, um dos bloggers (!) deste espaço, ganhou um torneio de golfe no Porto Santo. Está por isso de parabéns.
PS para o Magno: espero que agora apareças por cá mais vezes..."Reúne sete ou oito sábios e tornar-se-ão outros tantos tolos, pois incapazes de chegar a acordo entre eles, discutem as coisas em vez de as fazerem" - António da Venafro
26.6.05
Os populistas também se abatem
O Dr. Carrilo ameaça bater com a porta e abandonar a sua formosa candidatura a Lisboa. Percebo-o perfeitamente: o Dinis Maria afinal ainda não consegue articular um ensaio inteiro, o Eduardo Prado Coelho sozinho não chega para as encomendas e o antigo namorado da Bárbara (um tipo também conhecido por "cabelo azul") voltou à apresentação de programas de televisão. O pessoal do marketing, desesperado, também entende que a coisa assim não vai lá e que a conjugação dos planetas não está a ajudar o pobre político-filósofo (ou será filósofo-político?).
O Dr. Carrilho medita por isso profundamente. E medita profundamente à procura de algo que evite o naufrágio que as sondagens prometem. Por um lado, pode fugir (desistindo); e por outro, pode deixar-se ir de fantasia em fantasia até à estocada final (candidatando-se). Dê por onde der, um e outro caminho adivinham o fim do mito e são a prova provada que os intelectuais populistas também se abatem.
Impressões
É impressão minha, ou o Diário de Notícias transforma-se numa espécie de Caras de cada vez que o Cristiano Ronaldo cá põe os pés?
23.6.05
Mon Puteaux
Au Blog citoyens!
Na edição de 21 de Junho, o “Libération” faz manchete com o caso. O município de Puteaux, nos arredores de Paris, decidiu processar o socialista Grébert por textos que este colocou no seu blog.
A autarquia, controlada há várias décadas por uma poderosa família local, Ceccaldy-Raynaud, não terá gostado das críticas do internauta. Nem das fotografias colocadas on-line por este, e que ilustram uma realidade diferente daquela que as autoridades locais tentam mostrar.
A decisão judicial do “Caso Grébert” é esperada com alguma expectativa em França. E na “blogosfera” criou-se uma corrente de solidariedade.
Em editorial publicado no “Libération”, Patrick Sabatier acusa os poderes político e económico franceses de procurarem silenciar os blogs, particularmente os mais incómodos. Defende que a blogosfera representa o advento da “e-democracia”. E apela “Au Blog Citoyens !”.
Embora a tendência esquerdista da publicação francesa seja (re)conhecida, Sabatier não deixa de ter razão. A blogosfera representou o advento do “cidadão-repórter” e poderá contribuir para a democratização do acesso e da circulação à, e da informação. Aliás, há quem defenda que estamos perante uma autêntica “revolução”, que deixará marcas indiscutíveis nos média tradicionais.
São os casos do colunista do “New York Times” Hugh Hewitt - "Blog: Understand the New Information Revolution and How It Is Redefining the Media, the Culture, and Business"- de Pierre Lévy – “Cibercultura” – de Luca Tochi, entre outros.
Segundo alguns autores, entre as quais os supracitados, a revolução começa a partir do momento em que os grupos social e economicamente dominantes perdem o exclusivo da produção de informação à escala global, perdendo por isso poder e, obviamente, dinheiro.
O movimento está a nascer - existem, actualmente, 11,5 milhões de blogs. Aqueles que mais têm a perder farão tudo para “institucionalizar” a blogoesfera. E para começar procurarão dar-lhe o “devido enquadramento legal”. Daí a importância que o “Caso Grébert” vem assumindo em França. E o interesse com que vem a ser seguido internacionalmente.
22.6.05
Sempre a abrir
O mundo do futebol é mesmo extraordinário. Depois de ter sido dado como certo em cinco ou dez clubes (incluindo o Inter e o Real Madrid), eis que afinal Luisão vai ficar no Benfica até 2011.
Em termos de surrealismo ninguém bate os jornais desportivos. E, arrisco, no ridículo também não.
Actualização, ou as mulheres socialistas III
De acordo com uma notícia um pouco manhosa saída no Público de ontem, a D. Sónia, actual presidente e deputada na Assembleia da República, derrotou a D. Maria Manuela (candidata a presidente e actual vereadora em Oeiras) por apenas 53 votos, na corrida mais louca de que há memória para a presidência das mulheres socialistas.
Relembremos que esta eleição fica marcada não só pelo tempo que demorou a divulgar os resultados (num processo kafkiano que pode ser comparado à primeira eleição de Bush e à contagem e recontagem de votos na Florida) como também pelas acusações que fizeram lembrar homens de barba rija numa qualquer lota de peixe. Pelo meio discutiram-se algumas ideias interessantes. Como as quotas, os lugares e as posições.
Gerir mal os silêncios
Este processo foi tão mal gerido que a dúvida ficará para sempre no ar.
O mistério adensa-se
21.6.05
Novos axiomas
“Os institutos de sondagens tornaram-se, nos dias de hoje, os adivinhos dos tempos antigos que lêem os inquéritos de opinião com a gravidade com que os seus predecessores interpretavam as entranhas das galinhas.”
Fareed Zakaria, “O Futuro da Liberdade”, Gradiva
Professores
Os professores esquecem-se, claro, que Portugal é dos países que mais gasta em educação per capita (e dos que piores resultados tem) e que os professores, comparativamente à Europa desenvolvida, são das classes que melhor recebem. Tudo isto parecem pormenores irrelevantes. Aliás, calmamente ignorados por todos.
Do alto da sua sapiência, e da mais abjecta demonstração corporativa, demagógica e de duvidosa ética, os professores ameaçaram e ameaçam faltar aos exames, testes e outros derivados. O Ministério está numa posição de força e não quer ceder perante a chantagem e outros nomes feios. Pelo meio lixa-se o mexilhão, que é como quem diz lixam-se os alunos, que só por acaso são a parte mais interessada no assunto, factor convenientemente apagado pelos doutos cultos que ensinam as nossas criancinhas.
Fica a lição desta gente ilustre e mais este gentil ensinamento às gerações futuras: não podes vencê-los? Podes sempre lixar a vida de outros que nada têm a ver com o assunto. Nem mais.
17.6.05
Títulos e manchetes
Selecção do “lê-se” da parte desportiva do Diário de Notícias do Funchal de 17 de Junho de 2005
“Benfica recusa 7 milhões da Juventus por Miguel” – O Jogo
“Não peçam a lua por mim” – Miguel em declarações à imprensa italiana, citadas por O Jogo
“Quero experimentar outro campeonato” – Miguel (Record)
“Sporting não vende Enak ao Dínamo por seis milhões” – O Jogo
“Empresário diz que jogador ficou furioso” – Idem
"Enakarhire não deseja jogar no Sporting" - A Bola
“O presidente disse bobagens sobre mim” – Luís Fabiano sobre Pinto da Costa (O Jogo)
“Koeman quer matulões” – Record
“Benfica vota contra sorteio dos árbitros” – Record
“Vai ser craque” – Ronaldinho Gaúcho sobre Anderson (A Bola)
O trolha de Portugal
Na televisão pode-se tudo. Há muito que batemos no fundo.
16.6.05
Descarril(h)amentos
Pode-se naturalmente mostrar a família. Pode-se até mostrar a casa, a cama, o escritório onde se trabalha ou os pratos onde se come. Pode-se inclusivamente mostrar a bela mulher (que rende muitos votos, de certeza absoluta) e o petiz (a dizer papá ou qualquer coisa do género). Mas coisa completamente diferente é encenar tudo isto disfarçado de normalidade como se fosse um qualquer folhetim de propaganda rasca ou de revista cor-de-rosa (aliás palco habitual do casalinho, como já foi referido).
Carrilho, também conhecido por Jack Lang português (nunca percebi muito bem porquê), devia por isso ter mais juízo e saber, que chatice, que não há assim tantos parvos e que há gente, outra chatice, que não pensa como ele. É um problema de forma. E também de conteúdo.
Luisão [afinal] quer ficar no Benfica
Sejamos sérios: a quem é que interessará (se é que alguma vez interessou) um central de categoria duvidosa, demasiado lento e descoordenado, que se fartou de meter água a época toda? Ao Inter? Ao Real Madrid? Ao Milão? A outros colossos europeus? Os absurdos são tantos que só podem ter mesmo por justificação a venda de jornais e as fábulas e mitos frequentes que diariamente se criam. Esta história do Luisão faz-me lembrar uma outra que saía nos jornais e era garante de manchetes e primeiras páginas (e consequentemente de receitas): a ida de Beto para o Real Madrid. Durante muitos anos, o Beto, outro central de categoria duvidosa, era figura assídua nestas peças de teatro divididas em muitos actos como convém. Mas até hoje, o mais perto que Beto esteve de Madrid foi quando, muito provavelmente, lá foi passear com a esposa.
Muitos outros exemplos irreais podiam ser dados. Arrisco avançar que boa parte das primeiras páginas desportivas portuguesas nunca se concretizam, principalmente quando não há campeonato. Isto é o mesmo que dizer que são falsas, manipuladas ou exageradas.
A quem serve este tipo de jornalismo? Porque será que até no jornalismo o futebol parece viver num regime de excepção? Será que ninguém percebe o ridículo de certas notícias? Será que não há uma alta autoridade que chame a atenção para estas poucas-vergonhas? Não estão os jornais fartos de enganar incautos? De enganar fanáticos? O Luisão no Inter? O Luisão no Real Madrid? Por favor: acabem com o ridículo.
13.6.05
Aqui há coisa de judeu !!!
Espero, agora, as loas dos Franciscos Anacletos Louçãs deste mundo, terá a coragem de apresentar um voto de louvor no nosso Parlamento ? Exultará o povo oprimido da Faixa de Gaza ? Continuará a ter uma visão unilateral e condescendente em relação a um dos mais violentos e punitivos regimes do Mundo ?
É degradante assistir à defesa de semelhantes comportamentos, condenando a autodefesa de uma das mais estáveis e consolidadas Democracias actuais. Israel não executa quem pensa de forma diversa, não prende quem se exprime de forma diferente.
De certeza absoluta que a esquerda colorida, dita defensora da Liberdade e os seus aliados dos media encontrarão uma explicação "plausível" para esta EXECUÇÃO. Julgo que surgirão informações que a corda utilizada nos enforcamentos foi fornecida por algum judeu sem escrúpulos ou que a bala usada no fuzilamento foi entregue por algum agiota semita ou, para os mais criativos, estamos perante uma operação de contra-subversão montada pela Mossad com o objectivo de descredibilizar a Autoridade Palestiniana (os juízes eram agentes).
Continuarão os diletantes de esquerda a condenar Israel (única Democracia funcional da região), a defender os que executam, os que desrespeitam a livre opinião, os que limitam a liberdade dos seus cidadãos, os que matam indiscriminadamente, os que recorrem ao terrorismo para alcançar os seus objectivos políticos, os que usam as ajudas internacionais em benefício pessoal deixando o seu povo entregue à fome e à doença.
Curiosa esta esquerda, coitados, vivem para o momento, "alapam-se" às causas mediáticas não pensando nas incoerências que, entretanto, vão cometendo. Não passam de pobres de espírito (não haveria problema se, enquanto isso, inocentes não morressem e presos não fossem executados). Continuem, meus caros, o mundo agradece-vos !!!
Álvaro Cunhal
Mais do que homenageado merece ser recordado. Por isso que se inscreva, na sua lápide, "aqui jaze o último revolucionário. Que Deus e o Diabo disputem a sua sorte".
Eugénio de Andrade
"Uma casa que nem fosse um areal
deserto;
que nem casa fosse;
só um lugar
onde o lume foi acesso, e à sua roda
se sentou a alegria; e aqueceu
as mãos; e partiu porque tinha
um destino;
coisa simples e pouca, mas destino:
crescer como árvore, resistir
ao vento, ao rigor da invernia,
e certa manhã sentir os passos
de abril
ou, quem sabe?, a floração
dos ramos, que pareciam
secos, e de novo estremecem
com o repentino canto da cotovia"
Eugénio de Andrade
Porque os poetas não morrem. Limitam-se a partir porque têm um destino. Coisa simples e pouca, um destino...
9.6.05
O Pedro era um mágico
O Pedro iludia escondendo lenços no corpo (e dando-lhes a incrível forma de bolas de futebol). Fingindo adivinhar as cartas que ele próprio marcara com a tinta invisível dos prodígios. Atravessando paredes de pernas e de braços. Lentamente. E lentamente, o Pedro levantava o braço direito. E acendiam-se as luzes. Com graça, o Pedro agradecia. E abandonava o palco deixando as flores azuis. E ouvia os aplausos que se perdiam na distância dos sentidos. E guardava a caixa mágica e a varinha e os pós de prilim-pim-pim e a cartola. E saia. Lentamente. Porque o Pedro era um mágico.
Post-Scriptum: A direcção do Sporting não percebeu que o futebol não é um imenso somatório de números. E que por isso é necessário manter aqueles com quem os adeptos se identificam. E que podem enquadrar quem chega. É pena que sigamos aos maus exemplos, e que não olhemos para aqueles que andam à nossa frente. No Porto, seria impossível tratar um capitão de equipa como o Pedro Barbosa foi tratado.
8.6.05
O regresso

Lomu está de volta. Para gáudio de todos os que adoram este extraordinário desporto, eis um exemplo de um super-homem ou pequeno deus. Bem-vindo.
As mulheres dos socialistas II
7.6.05
É sim
http://esim.eu.com/
6.6.05
Al "ca..."
A falta de paciência que têm para lidar com notícias desfavoráveis é, com certeza, outra das características comuns. Senão atente-se a este exemplo: hoje, Fraga mandou "al carallo" (substitua-se o al pelo para o, e um l por um h e temos a a expressão correcta em português) o rival na luta pela presidencia do Executivo Galego, Anxo Quintana.
Quintana tinha acusado Iribarne de só conhecer a Galiza a partir do interior do carro oficial. E o líder histórico não esteve com meias medidas. Curiosamente, não há notícia de que alguém tenha pedido a intervenção do Rei de Espanha...
A "estória" foi publicada hoje pelo "Faro de Vigo". Pode ser lida em www.farodevigo.es .
5.6.05
As mulheres dos socialistas
Descriminações
3.6.05
Europa
A Europa é o quê? Um espaço geográfico? Um espaço político? Um espaço de partilha cultura e de valores civilizacionais? Um bloco económico? Uma mistura destes todos?
Afinal, de que falamos quando nos referimos ao conceito de Europa?
Sem estas definições, é impossivel responder a perguntas simples. Exemplos: deve, ou não, a Turquia entrar no espaço único europeu? Deve a Europa receber, no seu seio, países de forte influência europeia, mas que, geograficamente, não pertencem ao espaço continental compreendido entre o Atlântico e os Urais? O alargamento a leste deve continuar?
Quais serão as directrizes da política externa comum? Previlegiará o eixo Atlântico? O Leste? Países lusófonos? francófonos? Tudo? Nada? Em resumo, que figura fará essa espécie de "senhor PESC" refrescado? Para onde irá?
Este é o tempo certo para responder a estas questões. Para percebermos onde vamos. Para parar e pensar. O Tratado Constitucional é, por isso, um passo maior do que a perna. E, se for aprovado, acabará por matar a própria Europa, asfixiando-a num rol de contradições. É por isso que qualquer europeísta deve estar contra este suposto avanço.
Só para terminar, aconselho a leitura de um texto magnifíco do filósofo espanhol Gustavo Bueno sobre a Constituição. Está em http://www.nodulo.org/ec/2005/n036p02.htm
2.6.05
Por favor, esclareçam-me!!!
Toda a gente tem direito à sua opinião, qualquer tomada de posição terá o seu valor intrínseco mas, convenhamos, o valor de uma opção cresce exponencialmente se soubermos quais os factores que a suportaram. É nesta perspectiva que me encontro num estado de alguma perplexidade uma vez que 90% daqueles que apoiam o não à Constituição Europeia, fazem-no sem saber porquê e, consequentemente, sem avançar com as alterações, adendas e/ou supressões que quereriam ver consideradas.
A horda move-se sem destino e sem controlo.
Porventura, existirão aspectos que devam ser melhorados mas não consigo compreender a posição de certos portugueses que, desconhecendo ou, mais grave, conhecendo "ao de leve" o texto da Constituição, afirmam ruidosamente que são contra. Estarão esquecidos das vantagens do projecto europeu, estarão olvidados do Portugal pré-1985, julgar-se-ão capazes de prosseguir "orgulhosamente sós", serão as disposições em causa tão diversas das actuais, estaremos perante uma refundação absoluta da Europa ?
Urge, com efeito, um profundo debate. Só assim poderemos combater tanta "santa" ignorância, que por aí, teima em aparecer.
Certidão de óbito
Que Deus o guarde (ao Tratado) em eterno descanso!
O sobrevivente
Pois bem, mais uma vez a capacidade de sobrevivência de Rodrigues veio ao de cima. Convencendo Vieira a candidatar-se à Câmara do Funchal, conseguiu que o rival se tornasse cúmplice dos maus resultados que esperam o partido. E garantiu a sobrevivência. Até às próximas regionais, que lhe valerão mais quatro anos na Assembleia Regional.
Convencer Vieira não terá sido assim tão dificil. Dizem as más línguas que o ex-presidente quer voltar a ser presidente. Mas prefere aguardar, tranquilamente, pela saída de Jardim da liderança do PSD e do Executivo da Madeira (algo que, pelo andar da carruagem, não acontecerá tão cedo). Traçada a estratégia, é fácil perceber que a Ricardo Vieira fica bem "dar a cara num momento dificil, etc. e tal" - adoro a gíria política!
Mesmo assim, curioso curioso é o facto do candidato do PSD, Miguel Albuquerque, ter como adversários dois candidatos com uma particularidade em comum. Como diria alguém que conheci há muitos anos, deixo a observação à laia de "adivinhança"...
Bem dito, general!
Diz o general que há um desfazamento claro entre o discurso das elites e aquilo que pensam os europeus sobre o progresso da construção da Europa unida. Concordo em absoluto.
1.6.05
Fundo da gaveta
Pena que em Portugal se procure evitar o debate. Se tente, a todo o custo, esvaziar o conteúdo político do Tratado. E se teime na decisão de fazer o referendo em simultâneo com as "autárquicas".
Post-Scriptum 1: Curiosa a posição assumida por alguns intelectuais da esquerda moderada face ao comportamento dos eleitores franceses. Após anos a elogiar o esclarecido e culto povo gaulês, vêem agora dizer que os franceses votaram não por razões de política interna denotando, por isso, alguma falta de discernimento...
Numa coisa estou de acordo com eles: há na Europa um notório distanciamento entre a classe política e a generalidade dos cidadãos. As posições face à construção europeia são prova disso. E não significam que haja pouca informação, ou que os eleitores sejam pouco sensatos...
Post-Scriptum2:O sítio do Não (www.sitiodonao.weblog.com.pt) continua a contribuir para o debate.
Inversão
24.5.05
Indira Gandhi
Também um dia Indira Gandhi se viu confrontada com a inevitável pergunta: “A primeira-ministra pode-nos explicar porque é que os indianos parecem triunfar sob todos os governos do mundo, com a honrosa excepção do seu?”
Nada muda, nada mudou
Ele usa Duracell
22.5.05
Sítio do Não
Por isso, e porque acredito ser fundamental promover o debate, congratulo-me com o espaço sítio do não (www.sitiodonao.weblog.com.pt) e com a iniciativa de Pacheco Pereira.
20.5.05
Auto quê?
SSFranco
18.5.05
Deve ser do tempo!
A crise das finanças públicas nacionais vai afectar a Madeira. E é inevitável que o ritmo de crescimento da Região diminua, disse ontem, ao Diário, o secretário regional das Finanças, Ventura Garcez. As declarações do governante foram publicadas hoje pelo matutino funchalense.
Como diria a minha avó, deve ser do tempo! Aliás, só pode ser do tempo!
16.5.05
O campeonato
Maquiavel se fosse vivo, perceberia como afinal muitas vezes continua a ter razão: os fins justificam os meios, como ao longo destes penosos meses se tem vislumbrado e por mais que toda a gente ande distraída com os atropelos à verdade desportiva. Ontem e anteontem a olhar para a televisão e para uma euforia extemporânea e sem razão (porque afinal ainda não ganharam nada) percebi porque é que o Estado Positivista de Comte nunca acontecerá. Não sou do Benfica mas desejo loucamente que o Benfica seja campeão.
