"Reúne sete ou oito sábios e tornar-se-ão outros tantos tolos, pois incapazes de chegar a acordo entre eles, discutem as coisas em vez de as fazerem" - António da Venafro
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16.10.07
Ora, a responsabilidade política é minha!
O ministro da Administração Interna não reconhece a sua responsabilidade política na "visita" feita por dois polícias à sede de um sindicato, uma vez que não foi ele que deu ordens nesse sentido. Noutros tempos, em tempos onde ainda restava alguma decência no PS, alguns ministros se demitiram por muito menos. Assim de cor, recordo-me de Jorge Coelho, que também não fez explodir a ponte de Entre-os-rios e Fernando Gomes, que não pediu para ser assaltado. Sinais dos tempos...
Rua com esta gente
Se não fosse tão grave, seria para nos rirmos a bandeiras despregadas.
Mas vamos lá à estória, de modo a que se este post for lido por alguém que resida fora de Portugal, entenda bem o estapafúrdio da situação e o inverosímil governo que desgoverna esta nação.
Tudo começa na semana passada, quando os senhores primeiro-ministro e ministro das Finanças convocaram, às pressas, uma conferência de imprensa, a decorrer à hora dos noticiários do almoço onde, pomposamente, anunciaram que a meta dos 3% de défice seria cumprida e que em 2008 os funcionários públicos não voltariam a perder poder de compra, o que para os leigos em questões económicas significa que os aumentos salariais seriam superiores à taxa de inflação. Note-se que este anúncio - o dos aumentos salariais - foi feito efusivamente, como se de um grande benefício para os servidores do estado se tratasse.
Ora, apenas 5 dias depois... Repito em voz alta: 5 DIAS DEPOIS, aparece o mesmo senhor ministro das finanças a anunciar que a proposta do governo para a actualização salarial para 2008 seria de 2,1%, igual à taxa prevista (pelo governo) de inflação. É verdade: este inenarrável personagem que alguém nomeou ministro das finanças, e aqueloutro que fizeram primeiro-ministro ("foge cão, que te fazem barão") gozam desta rica e descarada maneira com os milhares de trabalhadores cujo esforço permitiu que o défice fosse substancialmente reduzido.
Isto, num país a sério, seria para uma revolta em massa. Num país a sério, o povo jamais aceitaria ser gozado desta forma por figurinhas deste calibre. Decididamente, esta gente não um pingo de vergonha na cara.
Mas vamos lá à estória, de modo a que se este post for lido por alguém que resida fora de Portugal, entenda bem o estapafúrdio da situação e o inverosímil governo que desgoverna esta nação.
Tudo começa na semana passada, quando os senhores primeiro-ministro e ministro das Finanças convocaram, às pressas, uma conferência de imprensa, a decorrer à hora dos noticiários do almoço onde, pomposamente, anunciaram que a meta dos 3% de défice seria cumprida e que em 2008 os funcionários públicos não voltariam a perder poder de compra, o que para os leigos em questões económicas significa que os aumentos salariais seriam superiores à taxa de inflação. Note-se que este anúncio - o dos aumentos salariais - foi feito efusivamente, como se de um grande benefício para os servidores do estado se tratasse.
Ora, apenas 5 dias depois... Repito em voz alta: 5 DIAS DEPOIS, aparece o mesmo senhor ministro das finanças a anunciar que a proposta do governo para a actualização salarial para 2008 seria de 2,1%, igual à taxa prevista (pelo governo) de inflação. É verdade: este inenarrável personagem que alguém nomeou ministro das finanças, e aqueloutro que fizeram primeiro-ministro ("foge cão, que te fazem barão") gozam desta rica e descarada maneira com os milhares de trabalhadores cujo esforço permitiu que o défice fosse substancialmente reduzido.
Isto, num país a sério, seria para uma revolta em massa. Num país a sério, o povo jamais aceitaria ser gozado desta forma por figurinhas deste calibre. Decididamente, esta gente não um pingo de vergonha na cara.
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10.10.07
Liberdade ou a falta dela
É, nem toda a gente convive bem com a liberdade de expressão.Desta vez, uns senhores deputados à Assembleia de Freguesia da Madalena do Mar resolveram apresentar um voto de protesto na dita Assembleia contra António Spínola, vulgo amsf.
Motivo apresentado? Passada meia hora e depois de algumas releituras, ainda não percebi que raio pretendiam os seus subscritores e que motivo evocam.
Protesto contra o quê? Contra a liberdade deste cidadão que lhe permite expressar a sua opinião, ainda que seja constituída maioritariamente por palermices?
Na minha modesta opinião, o amsf assume posições um bocado esquizofrénicas (sem querer ofender os doentes), por vezes tem alguma dificuldade de compreensão, diria até que demonstra algum desiquilíbrio, mas isso, per se, não justifica o voto de protesto. Porque se é para impedir a propagação de dislates e alarvidades, então teríamos que apresentar votos de protesto contra os elementos que apresentaram o dito cujo e contra 99% dos homens e mulheres que fazem política neste país. Áh e já agora, teríamos de fechar quase todos os blogues, a começar pela Conspiração.
Se me permitem, deixo aqui um conselho aos senhores deputados: caros senhores, não sei se o senhor António Spínola é tão difícil de aturar quanto o amsf. Mas se for, ainda assim, gramem-no! Porque a liberdade que os senhores exigem para escrever este voto de protesto algo sui generis, deverá ser exactamente aquela que têm que reconhecer ao senhor Spínola de, livremente, expressar a sua opinião na blogosfera.
Ao amsf: as oportunidades não serão abundantes. Mas sempre que em causa estiver a sua liberdade, poderá contar com a minha solidariedade.
22.9.07
Bom fim-de-semana
Às vezes penso que tenho cara de anjo, (Angel) ou que sou uma espécie de Dalai Lama do ocidente.
Um dia destes desloquei-me a um evento desportivo. Sai do carro, dei meia dúzia de passos e aproveitei o declive do terreno, para observar o local da prova (zona para onde pretendia ir).
Nisto, vira-se um puto para mim, e pergunta se podia fazer uma chamada para a mãe, do meu telemóvel. Não tinha como negar! Trazia o telefone na mão esquerda. Tinha-o acabado de retirar do carro, para colocá-lo no bolso das calças.
Senti que tinha acabado de ser encostado à parede. Entreguei o telemóvel e aproveitei o instante, para tirar o retrato ao miúdo. O objectivo era certificar-me da pinta do artista. Tinha entre 10 a 13 anos. As sapatilhas foram o que mais me despertou a atenção. Eram umas nyke, azuis escuras brilhantes. Caso fosse necessário correr, para apanhá-lo, seria difícil. Pensei eu.
Entretanto, o rapaz afasta o meu telemóvel do rosto, e diz que não era aquele número. Precisava de fazer outra chamada. Desta vez para um amigo.
As suspeitas aumentaram.
No entanto, fiquei ali, à espera do meu telemóvel.
O miúdo não tinha aspecto de ladrão. A não ser que as sapatilhas fossem roubadas. Nisto ouvi as segundas palavras do jovem. A primeira conversa com o meu telemóvel. Disse que estava a chamar de um telefone de um senhor e que era para o amigo ir buscá-lo à porta. Não tinha bilhete para entrar…
Pati, patátá……….e eu ali. Aguardava o fim da chamada. Ainda por cima, estava duplamente condicionado: não podia afastar-me, para não ouvir a conversa e não podia ausentar-me, por causa do telemóvel.
Três minutos depois, (parece que foram 30) devolveu-me o telefone. Mais tarde, ainda ligou a mãe do rapaz e eu lá tive que explicar a história.
Não é a única.
Uns dias depois, ia tomar um “copo” numa festa, quando outro jovem, (ente os 18 e os 22 anos) pergunta se não me importava de pedir duas bebidas, com o meu cartão? Uma para ele e outra para o amigo. Para tranquilizar-me, e, o negócio avançar, tirou 10 euros do bolso. Face à prova, porque não? Lá dei o meu cartão. Eles pediram as bebidas (2 vodkas) e de imediato o rapaz meteu-me os 10 euros na mão. 5 cada bebida.
Um dia destes desloquei-me a um evento desportivo. Sai do carro, dei meia dúzia de passos e aproveitei o declive do terreno, para observar o local da prova (zona para onde pretendia ir).
Nisto, vira-se um puto para mim, e pergunta se podia fazer uma chamada para a mãe, do meu telemóvel. Não tinha como negar! Trazia o telefone na mão esquerda. Tinha-o acabado de retirar do carro, para colocá-lo no bolso das calças.
Senti que tinha acabado de ser encostado à parede. Entreguei o telemóvel e aproveitei o instante, para tirar o retrato ao miúdo. O objectivo era certificar-me da pinta do artista. Tinha entre 10 a 13 anos. As sapatilhas foram o que mais me despertou a atenção. Eram umas nyke, azuis escuras brilhantes. Caso fosse necessário correr, para apanhá-lo, seria difícil. Pensei eu.
Entretanto, o rapaz afasta o meu telemóvel do rosto, e diz que não era aquele número. Precisava de fazer outra chamada. Desta vez para um amigo.
As suspeitas aumentaram.
No entanto, fiquei ali, à espera do meu telemóvel.
O miúdo não tinha aspecto de ladrão. A não ser que as sapatilhas fossem roubadas. Nisto ouvi as segundas palavras do jovem. A primeira conversa com o meu telemóvel. Disse que estava a chamar de um telefone de um senhor e que era para o amigo ir buscá-lo à porta. Não tinha bilhete para entrar…
Pati, patátá……….e eu ali. Aguardava o fim da chamada. Ainda por cima, estava duplamente condicionado: não podia afastar-me, para não ouvir a conversa e não podia ausentar-me, por causa do telemóvel.
Três minutos depois, (parece que foram 30) devolveu-me o telefone. Mais tarde, ainda ligou a mãe do rapaz e eu lá tive que explicar a história.
Não é a única.
Uns dias depois, ia tomar um “copo” numa festa, quando outro jovem, (ente os 18 e os 22 anos) pergunta se não me importava de pedir duas bebidas, com o meu cartão? Uma para ele e outra para o amigo. Para tranquilizar-me, e, o negócio avançar, tirou 10 euros do bolso. Face à prova, porque não? Lá dei o meu cartão. Eles pediram as bebidas (2 vodkas) e de imediato o rapaz meteu-me os 10 euros na mão. 5 cada bebida.
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12.9.07
Critérios!
O Mundial de Rugby tem uma audiência mundial estimada em 4 mil milhões de pessoas em mais de 250 países. Os jogos são cobertos por 1.500 jornalistas. Foram vendidos mais de 2 milhões de bilhetes (2,4 milhões) para assistir, ao vivo, aos jogos.
O torneio gera receitas publicitárias da ordem de 60% em relação às receitas geradas pelo Mundial de futebol, que contou com 32 equipas, mais 60% do que as 20 reunidas no evento oval.
É disputado em dois países (França e Reino Unido, mais concretamente no País de Gales e na Escócia), em estádios como o Murrayfield, de Edimburgo, com capacidade para 68.000 pessoas, como o The Millennium Stadium, em Cardif, com capacidade para 73.000 pessoas, como o Stade de France (palco da final de um campeonato do mundo de futebol), onde cabem 80.000 espectadores. Passa ainda por cidades como Lyon, Marselha, Montpelier, Paris (Parc des Princes, 48 mil espectadores), Bordéus, Nantes, St. Etienne e Toulouse.
Estes números provam que se transformou no terceiro evento desportivo mais importante, logo após o Campeonato do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos.
Mesmo assim, a RTP entende que a estreia absoluta de Portugal num torneio desta natureza não é passível de ser transmitido, ou seja, que "dar" a todos os portugueses a possibilidade de ver os jogos da selecção não é serviço público. De facto, o Red Bull Air Race ou os jogos do "europeu de hóquei" é que são eventos de interesse público... À Santa Televisão. E Santos critérios...
O torneio gera receitas publicitárias da ordem de 60% em relação às receitas geradas pelo Mundial de futebol, que contou com 32 equipas, mais 60% do que as 20 reunidas no evento oval.
É disputado em dois países (França e Reino Unido, mais concretamente no País de Gales e na Escócia), em estádios como o Murrayfield, de Edimburgo, com capacidade para 68.000 pessoas, como o The Millennium Stadium, em Cardif, com capacidade para 73.000 pessoas, como o Stade de France (palco da final de um campeonato do mundo de futebol), onde cabem 80.000 espectadores. Passa ainda por cidades como Lyon, Marselha, Montpelier, Paris (Parc des Princes, 48 mil espectadores), Bordéus, Nantes, St. Etienne e Toulouse.
Estes números provam que se transformou no terceiro evento desportivo mais importante, logo após o Campeonato do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos.
Mesmo assim, a RTP entende que a estreia absoluta de Portugal num torneio desta natureza não é passível de ser transmitido, ou seja, que "dar" a todos os portugueses a possibilidade de ver os jogos da selecção não é serviço público. De facto, o Red Bull Air Race ou os jogos do "europeu de hóquei" é que são eventos de interesse público... À Santa Televisão. E Santos critérios...
4.8.07
Tolerância política
Se há uns bons anos atrás justificava-se a tolerância de ponto, (facto que tenho sérias dúvidas) hoje não existem argumentos que expliquem a medida.
Os políticos não podem, num dia dizer que é necessário trabalhar mais, e no outro dia, dispensar 20 mil funcionários públicos por causa de um rali.
Das duas uma: ou o país e a região estão em crise, (o que não parece) ou só existem dificuldades quando é necessário pedir sacrifícios aos contribuintes? No caso da Região, os madeirenses não têm voz activa no que respeita a matéria fiscal.(até têm mas não usam) Apanham por tabela o que Lisboa decide.
Digo isto porque, ainda sexta-feira, ouvi muitos funcionários públicos a quem o Governo Regional atribuiu, o bónus extra, discordarem.
Se há muito “empregado” da região se perde de amores por carros, outros existem cujas paixões não passam pelos cavalos dos automóveis.
A única explicação possível, mas politicamente incorrecta para ser revelada: é que os 20 mil trabalhadores servem de figurantes do rali. Será?
Os políticos não podem, num dia dizer que é necessário trabalhar mais, e no outro dia, dispensar 20 mil funcionários públicos por causa de um rali.
Das duas uma: ou o país e a região estão em crise, (o que não parece) ou só existem dificuldades quando é necessário pedir sacrifícios aos contribuintes? No caso da Região, os madeirenses não têm voz activa no que respeita a matéria fiscal.(até têm mas não usam) Apanham por tabela o que Lisboa decide.
Digo isto porque, ainda sexta-feira, ouvi muitos funcionários públicos a quem o Governo Regional atribuiu, o bónus extra, discordarem.
Se há muito “empregado” da região se perde de amores por carros, outros existem cujas paixões não passam pelos cavalos dos automóveis.
A única explicação possível, mas politicamente incorrecta para ser revelada: é que os 20 mil trabalhadores servem de figurantes do rali. Será?
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29.7.07
Vassalagem e subserviência
Até no acto de despedida da liderança do PS-Madeira, Jacinto Serrão foi patético. Definitivamente, um final à altura para aquele que foi o pior líder do PS na Região.
Aquela exigência de intervenção do Estado na autonomia madeirense demonstra toda a subserviência e espírito servil que Serrão queria para a Madeira e para os madeirenses. E é sintomática do reconhecimento da sua incompetência e incapacidade para fazer frente ao PSD-Madeira. Por isso, exige que seja o Governo da República a fazer aquilo que a oposição nunca conseguiu: afastar o PSD-Madeira da governação.
É patético, mas não deixa de ser grave. Ouvir disparates como esse por parte de continentais não é agradável, mas até é compreensível, atendendo à total ignorância e/ou desconsideração que muitos continentais revelam relativamente às autonomias. Agora, não posso aceitar que um político madeirense se preste a um papel de vassalo, que pensávamos erradicado da Madeira, e solicite a intervenção do poder central para "repor" a normalidade democrática na Região, sem qualquer tipo de respeito pelas instituições autonómicas.E é tanto mais grave, porque esta subserviência começa a fazer eco no continente. O editorial do Público de hoje é disso elucidativo. Não me admirava nada que qualquer dia se exija o bombardeamento da Quinta Vigia e a imposição de um Governador.
É, igualmente, grave, uma vez que outros madeirenses começam mesmo a achar que é preferível submeter-se à Lisboa, renegando a autonomia legitimamente reivindicada ao longo de séculos, desde que com isso se consiga afastar Alberto João Jardim. Tristes tempos, os nossos. Pensava eu que nenhum madeirense aceitaria vergar-se de novo perante o poder central. Que a alma de escravo estava morta. Pelos vistos, estava enganado!
Aquela exigência de intervenção do Estado na autonomia madeirense demonstra toda a subserviência e espírito servil que Serrão queria para a Madeira e para os madeirenses. E é sintomática do reconhecimento da sua incompetência e incapacidade para fazer frente ao PSD-Madeira. Por isso, exige que seja o Governo da República a fazer aquilo que a oposição nunca conseguiu: afastar o PSD-Madeira da governação.
É patético, mas não deixa de ser grave. Ouvir disparates como esse por parte de continentais não é agradável, mas até é compreensível, atendendo à total ignorância e/ou desconsideração que muitos continentais revelam relativamente às autonomias. Agora, não posso aceitar que um político madeirense se preste a um papel de vassalo, que pensávamos erradicado da Madeira, e solicite a intervenção do poder central para "repor" a normalidade democrática na Região, sem qualquer tipo de respeito pelas instituições autonómicas.E é tanto mais grave, porque esta subserviência começa a fazer eco no continente. O editorial do Público de hoje é disso elucidativo. Não me admirava nada que qualquer dia se exija o bombardeamento da Quinta Vigia e a imposição de um Governador.
É, igualmente, grave, uma vez que outros madeirenses começam mesmo a achar que é preferível submeter-se à Lisboa, renegando a autonomia legitimamente reivindicada ao longo de séculos, desde que com isso se consiga afastar Alberto João Jardim. Tristes tempos, os nossos. Pensava eu que nenhum madeirense aceitaria vergar-se de novo perante o poder central. Que a alma de escravo estava morta. Pelos vistos, estava enganado!
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16.7.07
O Sr. Mendes
Se ainda houver alguém com três neurónios em pleno funcionamento no PSD, o Sr. Mendes terá acabado a sua carreira política.
Cortejo alegórico
O Sr. Costa ganhou as eleições, como se esperava, de resto. Ganhou com menos votos do que pensava, ficou a léguas da maioria absoluta e terá de coligar-se com Roseta (grande sapo engolirá o Sr. Costa) ou mesmo com Carmona, se quiser mandar alguma coisa. O Sr. Sócrates, saudoso de uma vitória, apareceu eufórico na televisão. Com a falta de educação habitual, interrompeu a declaração de Roseta e gritou até ficar sem voz.
Os lisboetas é que faltaram à festa. Quase 70% borrifaram-se literalmente para as eleições, para o Sr. Costa, para o Sr. Sóccrates e para as restantes personagens a concurso, incluindo o inacreditável Zé e o bom do Bexiga (a propósito, os tipos do PNR até tiveram mais votos que o Monteiro e a sua trupe).
Enfim, mais um domingo de Carnaval proporcionado pela democracia portuguesa.
Os lisboetas é que faltaram à festa. Quase 70% borrifaram-se literalmente para as eleições, para o Sr. Costa, para o Sr. Sóccrates e para as restantes personagens a concurso, incluindo o inacreditável Zé e o bom do Bexiga (a propósito, os tipos do PNR até tiveram mais votos que o Monteiro e a sua trupe).
Enfim, mais um domingo de Carnaval proporcionado pela democracia portuguesa.
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